O REI

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Por Ana Burke

Como é bom sonhar
Sonhar com o Rei;
Sonhar em Ser o Rei.
Sonhar em fazer parte da corte do Rei.
Sonhar em ser um anjo do Rei.
Sonhar em atingir a santificação e ficar por toda a eternidade…ao lado do Rei.

Mas não se pode fazer parte da corte do Rei;
Sem antes ser autorizado pelo Rei;
que vai julgar o seu comportamento, obediência e a sua subserviência;
você deve total lealdade ao Rei.
Deve temê-lo e amá-lo acima de todas as coisas, e pessoas.
Você deve manter monetariamente a sua corte…é uma honra.
Você vai ser premiado por se anular, mas, para que isto aconteça; você deve sempre comer do corpo e beber do sangue dos filhos sacrificados pelo Rei.
Você deve se ajoelhar e beijar as mãos dos representantes do Rei.
E quando for premiado…depois da morte…poderá então tocar nas roupas do Rei, sentar-se à sua direita. esquerda, ficar em seus pés…ou lavar os seus pés…quem sabe!

Ele escreveu um livro para que você saiba dos Seus poderes
Ele te mostra exemplos do que Ele pode fazer com você.
Exemplos de conduta para se chegar ao Céu;
o lugar de morada do Rei; lugar este o mais alto e inatingível.                                              Mas você vai chegar lá…depois da morte.

Ele te deu mandamentos e diz que você tem livre arbítrio;
Ou carrega a cruz que caberia a Ele carregar, ou será condenado.
Ele é bom, justo…acredite nisto;
Ele sabe o que faz;
Ele é Santo. O Santo dos Santos e tudo o que vem Dele é bom.

Ele é o Senhor dos exércitos e Ele, o seu trono e a Sua coroa precisam ser defendidos; assim como as suas leis.
Você deve fazer isto;
Você deve defender o Rei e seus interesses;
Você deve ser um bom soldado;
Você deve perseguir e matar os inimigos do Rei;
Aqueles que ameaçam o seu poderio.
E você entrará no paraíso que o Rei preparou pra você…depois que morrer.

Você deve expulsar os demônios de dentro de si mesmo…tentações…em contestar as atitudes do Rei; as suas leis…ou as atitudes dos ungidos do Rei.

Você é uma ovelha conduzida por um pastor.
Quem é conduzido…não é livre…não pode ser livre;
Mas você deve acreditar que é livre.
Você deve abafar os seus instintos…os seus desejos…
ou será condenado pelo Rei.
Os ungidos do Rei são os capatazes do Rei e têm os poderes do Rei.

O Governo e políticos são comandados pelo Rei.
Quando assumem o poder eles devem jurar lealdade ao Rei.
Eles devem jurar com a mão sobre o livro onde estão escritas as vontades do Rei.

O Rei sabe tudo o que você faz e também conhece os seus pensamentos.
Você está cercado por todos os lados de inimigos do Rei.
Você deve denunciar estes inimigos, mesmo que sejam membros da sua própria família.
Os inimigos do Rei são chamados de Apóstatas, Hereges ou blasfemos.
“E quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniquidade.” Levítico 5:1

Tudo o que você deseja e precisa do Rei, você só obterá pedindo, orando ou através de intermediários.
Os intermediários são os ungidos do Rei, ou os Santos e anjos do Rei.
Você deve louvar e glorificar o Rei – A Ele, toda a glória para sempre…Amém.
O Amém é muito importante e deve sempre ser pronunciado.
Deve ser pronunciado também, o dia todo, e em todas as ocasiões, expressões que o façam se lembrar sempre do Rei.
Tudo o que tenho devo ao Rei…foi o Rei que/quem me deu…vá com o Rei…fica com o Rei…eu nunca estou sozinho, estou sempre com o Rei…com a ajuda do Rei, eu vou conseguir…o Rei me curou…o Rei cuida de mim…o Rei me consola…

No caso de catástrofes, doenças, fome, perseguição, estupros, morte, etc…foi a vontade do Rei…o Rei sabe o que faz…o morto descansou e está agora ao lado do Rei…foi uma provação…um castigo pelas ofensas que fizemos ao Rei…é nossa culpa, nossa máxima culpa, a morte do filho do Rei…Ele morreu para nos salvar…do REI?????

Os seus desejos de ascensão na sociedade… ou de mudar o seu país para melhor…depende da vontade do Rei. Conforme-se…ou fuja do Rei, fugindo dos ungidos do Rei e daqueles que são servos do Rei.

Você ateu que não acredita que o Rei existe, também é comandado pelo Rei e é propriedade do Rei, independente da sua vontade.

“Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus.” 1 Pedro 2:18

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” 1 Coríntios 6:19,20

Aprenda a ler nas entrelinhas e só assim você poderá se dizer um ser humano livre.

O Sistema Cristão

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Artur Schopenhauer

Escrito em 1851

Quando a Igreja diz que, no que concerne os dogmas da religião, a razão é totalmente incompetente e cega, e seu uso deve ser repreendido, isso está na realidade atestando o fato de que esses dogmas são alegóricos em sua natureza, e não devem ser julgados pelo padrão no qual somente a razão se adapta, tomando todas as coisas sensu proprio. Deste modo, os absurdos de um dogma são apenas uma marca, um sinal do que nele é alegórico e mitológico. No caso sob consideração, entretanto, os absurdos originaram-se do fato de que duas doutrinas tão heterogêneas como as do Velho e Novo Testamento tiveram de ser combinadas. A grande alegoria teve um crescimento gradual. Sugerida por circunstâncias externas e casuais, desenvolveu-se pela interpretação sobre esta, uma interpretação taticamente relacionada com certas verdades profundas apenas parcialmente compreendidas. A alegoria foi finalmente completada por Santo Agostinho, que penetrou mais profundamente em seu significado, e assim foi capaz de concebê-la como um todo sistemático e resolver seus defeitos. Consequentemente, a doutrina agostiniana, confirmada por Lutero, é a forma completa do cristianismo; e os protestantes de hoje, que veem a revelação sensu proprio e a confinam a um único indivíduo, estão equivocados ao olhar os rudimentos do cristianismo como sua mais perfeita expressão. Mas o lado ruim de todas religiões é que, em vez de poderem confessar sua natureza alegórica, têm de ocultá-la; por extensão, ostentam suas doutrinas com toda seriedade como verdadeiras sensu proprio, e como absurdos constituem uma parte essencial dessas doutrinas, tem-se o grande dano de uma fraude contínua. E, o que é pior, chega o dia em que não são mais verdadeiras sensu proprio, e então se chega ao seu fim; de forma que, neste particular, seria melhor admitir sua natureza alegórica de uma vez. Mas a grande dificuldade consiste em ensinar às massas que algo pode ser verdadeiro e falso ao mesmo tempo. E como todas religiões são, em maior ou menor grau, dessa natureza, devemos reconhecer o fato de que a humanidade não é capaz de proceder sem uma certa quantidade de absurdo — que o absurdo é um elemento de sua existência, uma ilusão indispensável; como, de fato, outros aspectos de sua vida testificam. Afirmei que a combinação do Velho Testamento com o Novo Testamento deu luz a absurdidades. Entre os exemplos que ilustram meu ponto de vista, posso citar a doutrina cristã da predestinação e da graça, como formulada por Santo Agostinho e adotada deste por Lutero; de acordo com esta, um homem é dotado de graça e outro não. A graça, então, consiste de um privilégio recebido no nascimento e chega ao mundo em sua forma acabada; um privilégio também, numa questão de primeira importância. O que há de funesto e absurdo nessa doutrina pode ser rastreado à ideia contida no Velho Testamento, de que o homem é a criação de uma vontade externa, a qual lhe convocou à existência a partir do nada. É bastante verdadeiro que a genuína excelência moral é de fato inata; mas o significado da doutrina cristã é expresso de um modo distinto — e mais racional — através da teoria da metempsicose*1, bem conhecida pelos brâmanes e dos budistas. De acordo com essa teoria, as qualidades que distinguem um homem de outro são recebidas no nascimento, isto é, são trazidas de outro mundo e uma vida anterior; essas qualidades não são um presente externo da graça, mas os frutos dos atos perpetrados nesse outro mundo. Mas o dogma da predestinação de Santo Agostinho está conectado com outro dogma, a saber, de que o grosso da humanidade está corrompido e destinado à danação eterna, de que muitos poucos serão considerados ordeiros e obterão a salvação, e isso apenas em consequência do dom da graça, e porque estavam predestinados à salvação; enquanto o resto será dominado pela perdição que mereceram, e posteriormente sofrerão a tormenta eterna no inferno. Visto em sua significação comum, o dogma é revoltante, pois se chega a isto: condena-se um homem, seja quem for, talvez sequer com vinte anos, a expiar seus erros, ou mesmo sua descrença, através de um sofrimento eterno; mais ainda, faz desta danação quase universal um efeito natural do pecado original, e portanto a consequência necessária da queda*2. Este resultado deve ter sido previsto por aquele que fez a humanidade, o qual, em primeiro lugar, não os fez melhores do que são e, em segundo lugar, fez-lhes uma armadilha na qual necessariamente sabia que iriam cair; pois fez o mundo todo e nada lhe é oculto. Então, de acordo com essa doutrina, Deus criou a partir do nada uma raça fraca e propensa ao pecado para bani-la ao tormento eterno. E, como última característica, ouvimos que este Deus, o qual prescreve tolerância e perdão a todo pecado, não exercita nada disso, mas faz exatamente o oposto; pois uma punição que não chega ao fim com todas as coisas — quando o mundo estiver terminado e seu papel cumprido — não pode ter como objetivo a melhora ou a deterioração e, portanto, trata-se de pura vingança. Assim, desse ponto de vista, toda a raça de fato está destinada à tortura e danação eternas, e criada expressamente para cumprir este fim, tendo como única exceção os poucos que são resgatados pela eleição da graça — por motivos que são de todos desconhecidos.

Colocando isso de lado, parece que nosso Sagrado Senhor criou o mundo em benefício do diabo! Teria sido tão melhor se não o tivesse criado absolutamente. Seria demais, todavia, para um dogma tomado sensu proprio. Mas o vejamos sensu allegorico e toda a questão torna-se passível de uma interpretação satisfatória. O que há de absurdo e revoltante neste dogma é, no principal, como disse, o simplório desenlace do teísmo judaico, com sua “criação a partir do nada” e sua tola e paradoxal negação da doutrina da metempsicose, a qual está envolvida nesta ideia, uma doutrina de que é natural, até um certo ponto autoevidente e, exceto pelos judeus, aceita por quase toda a raça humana em todos os tempos. A fim de remover o enorme mal proveniente do dogma agostiniano e a fim de modificar sua natureza revoltante, o papa Gregório I, no século VI, muito prudentemente desenvolveu a doutrina do Purgatório, a essência da qual já existia em Origen*3. A doutrina foi regularmente incorporada à fé da Igreja, de modo que a visão original foi muito modificada, e um certo substituto foi proporcionado à doutrina da metempsicose; pois tanto uma quando a outra admitem o processo da purificação. Com o mesmo intuito, a doutrina da “Restauração de todas as coisas” [grego: apokatastasis] foi estabelecida, de acordo com a qual, no último ato da Comédia Humana, os pecadores todos seriam restabelecidos in integrum. São apenas os protestantes, com sua crença obstinada na Bíblia, que não conseguem ser induzidos a abrir mão da punição eterna no inferno. Se alguém fosse rancoroso, poderia dizer “que isso lhes faça muito bem”, mas é consolador pensar que não acreditam realmente na doutrina — deixam-na em paz, pensando em seus corações “não pode ser tão mau assim”.

O caráter rígido e sistemático da mente de Santo Agostinho levou-o — em seu austero dogmatismo e sua resoluta definição de doutrinas apenas indicadas na Bíblia e, de fato, sobre fundamentos muito vagos — a apresentar perfis rígidos a essas doutrinas e colocar interpretações severas sobre o cristianismo: o resultado foi que sua visão nos ofende, e assim como em seu tempo o pelagianismo*4 surgiu para combatê-lo, em nossos dias o racionalismo faz o mesmo. Tome, por exemplo, o caso em que afirma genericamente no De Civitate Dei, livro XII, cap. 21. Resume-se a isto: Deus cria um ser a partir do nada, o proíbe de certas coisas e ordena-lhe outras; e porque esses comandos não são obedecidos, tortura esse ser por toda a eternidade com toda angústia concebível; e, para esse propósito, une corpo e alma inseparavelmente — de tal forma que o tormento não destrói este ser através de sua separação em seus elementos, libertando-o — para que este possa viver em eterna dor. Esta pobre criatura, feita a partir do nada! Ao menos possui uma reivindicação sobre seu nada original: deve ser assegurado, como questão de direito, desta última retirada, a qual, em todo caso, não pode ser muito má: foi aquilo que herdou. Não posso absolutamente deixar de me compadecer com este ser. Se adicionarmos a isso as doutrinas agostinianas restantes, de que tudo isso não depende dos próprios pecados e omissões do homem, pois já foi predestinado a acontecer, realmente não se sabe o que pensar. Nossos racionalistas altamente educados sem dúvida dizem “é tudo falso, é apenas um bicho-papão; estamos num estado de constante progresso, passo a passo elevando-nos em maior perfeição”. Ah! Que pena não termos começado antes; já deveríamos estar lá.

No sistema cristão o diabo é um personagem da maior importância. Deus é descrito como absolutamente bom, sábio e poderoso; e, se não fosse contrabalanceado pelo diabo, seria impossível conceber de onde veio a inumerável e imensurável maldade que predomina neste mundo se não há um diabo para responsabilizar. E, desde que os racionalistas livraram-se do diabo, o dano infligido ao outro lado continua a crescer, e está tornando-se mais e mais palpável; como poderia ter sido previsto — e foi previsto — pelos ortodoxos. O fato é que não se pode remover um pilar de uma construção sem comprometer todo o seu resto. E isso confirma a visão — a qual foi estabelecida em outros fundamentos — de que Jeová é uma transformação de Ormuzd, e Satã de Ahriman, o qual deve ser considerado vinculado ao primeiro. O próprio Ormuzd é uma transformação de Indra.

O cristianismo tem essa desvantagem peculiar de que, ao contrário de outras religiões, não é um sistema doutrinário puro: sua principal e essencial característica consiste em se tratar de uma história, uma série de eventos, uma coleção de fatos, um testemunho dos atos e das dores de indivíduos: é essa história que constitui o dogma, e a crença nesta a salvação. Outras religiões — por exemplo, o budismo — têm, é verdade, apêndices históricos, a saber, a vida de seus fundadores: isso, entretanto, não é uma parte, uma parcela do dogma, mas é incorporada juntamente. Por exemplo, o Lalita-Vistara pode ser comparado com o Evangelho, visto que contém a vida de Sakya-muni, o buda do período atual da história mundial: mas isso é algo bastante à parte e diferente do dogma, do sistema em si; e por esta razão: as vivências dos budas antigos foram substancialmente diferentes e as dos do futuro também serão diferentes das do buda de hoje. O dogma absolutamente não se confunde com a carreira de seu fundador; este não se sustenta em pessoas ou eventos individuais; é algo universal e igualmente válido em todos os tempos. O Lalita-Vistara não é, portanto, um evangelho no sentido cristão da palavra; não é a jubilosa mensagem de um ato de redenção; é a carreira daquele que demonstrou como cada qual pode redimir-se a si próprio. A constituição histórica do cristianismo faz os chineses rirem dos missionários enquanto contadores de histórias.

Posso mencionar aqui outro erro fundamental do cristianismo, um erro que não pode ser justificado, e cujas consequências nocivas são óbvias o tempo todo: refiro-me à inatural distinção que o cristianismo faz entre o mundo humano e animal — ao qual, de fato, pertence. Estabelece o homem como todo-importante e olha aos animais tão-somente como coisas. O bramanismo e o budismo, por outro lado, verdadeiros para com os fatos, reconhecem de um modo positivo que o homem está relacionado genericamente com toda a natureza, especialmente e principalmente com a natureza animal; e, em seus sistemas, o homem é sempre representado pela teoria da metempsicose ou, do contrário, como intimamente conectado com o mundo animal. O importante papel representado pelos animais através de todo o budismo e bramanismo, em comparação com seu completo desprezo no judaísmo e cristianismo, põe fim a qualquer dúvida a respeito de qual sistema está mais próximo da perfeição, apesar de na Europa termos nos tornado acostumados à absurdidade da alegação. O cristianismo contém, de fato, uma grande e essencial imperfeição em limitar seus princípios ao homem e em recusar direitos a todo o mundo animal. Como a religião falha em proteger os animais das multidões brutas, insensíveis e frequentemente mais que bestiais, o dever recai sobre a lei; e como a lei é desigual nesta tarefa, formaram-se agora por toda a Europa e América sociedades pela proteção dos animais. Em toda a não-circuncidada Ásia, tal procedimento seria a coisa mais supérflua do mundo, pois animais são suficientemente protegidos pela religião, que até os faz objetos de caridade. Um exemplo de como tais sentimentos de caridade se manifestam pode ser visto no grande hospital de animais em Surat, ao qual cristãos, maometanos e judeus podem enviar seus animais enfermos que, se curados, muito corretamente não são devolvidos aos seus donos. Do mesmo modo, quando um brâmane ou um budista tem boa sorte, um acontecimento feliz em qualquer questão, em vez de murmurar um Te Deum*5, vai ao mercado, compra pássaros e abre as gaiolas nos portões da cidade; algo que pode ser visto frequentemente em Astrachan, onde os adeptos de todas religiões se encontram: e assim por diante em centenas de outras maneiras. Por outro lado, veja-se o rufianismo revoltante com o qual nosso público cristão trata seus animais; matando-os sem nenhum motivo e rindo-se disso, ou os mutilando ou torturando; mesmo seus cavalos, que constituem os meios mais diretos para seu sustento, são exigidos ao máximo em idade avançada, e o último esforço é explorado de seus pobres ossos até que finalmente sucumbam sob o chicote. Alguém poderia afirmar, com razão, que a humanidade é o diabo da Terra, e os animais as almas que atormentam. Mas o que se poderia esperar das massas quando há homens educados, mesmo zoólogos que, em vez de admitir o que lhes é tão familiar, a essencial identidade entre o homem e o animal, são fanáticos e estúpidos o suficiente para oferecer uma diligente resistência aos seus colegas honestos e racionais quando classificam o homem corretamente como um animal ou demonstram a semelhança entre este e um chimpanzé ou orangotango. É algo revoltante que um escritor tão devoto e cristão em seus sentimentos como Jung Stilling use um paralelo como este, em seu Scenen aus dem Geisterreich. (livro II, p. 15) “Repentinamente o esqueleto enrugou-se numa forma indescritivelmente horrenda e acanhada, assim como quando se coloca uma grande aranha no foco de uma lamparina, e observa o sangue purulento assoviar e borbulhar no calor”. Esse homem de Deus era, então, culpado de tal infâmia! Ou observou calmamente enquanto outro a cometia! Em ambos os casos, chega-se à mesma conclusão. Pensou-o um mal tão pequeno que o mencionou de passagem, e sem um traço de emoção. Tais são os efeitos do primeiro livro de Gênesis e, de fato, de toda a concepção judaica de natureza. O padrão reconhecido pelos hindus e budistas é o Mahavakya (o grande verbo) — “tat-twam-asi” (isto é a ti próprio), que pode sempre ser dito de qualquer animal para lembrar-nos da identidade de seu ser íntimo como o nosso. Perfeição moral, de fato! Absurdo.

As características fundamentais da religião judaica são o realismo e o otimismo, visões do mundo que estão intimamente relacionadas; constituem, de fato, as condições do teísmo. Pois o teísmo vê o mundo material como absolutamente real e considera esta vida como uma agradável bênção que nos foi concedida. Por outro lado, as características fundamentais das religiões brâmanes e budistas são o idealismo e o pessimismo, vendo a existência do mundo como com uma natureza onírica e a vida como resultado de nossos pecados. Nas doutrinas de Zend-Avesta — das quais, como se sabe, o judaísmo teve origem — o elemento pessimista é representado por Ahriman. No judaísmo, Ahriman tem, como Satã, apenas uma posição subordinada; mas, como Ahriman, é o senhor das serpentes, dos escorpiões e da canalha. Mas o sistema judaico posteriormente utiliza Satã para corrigir o otimismo, seu erro fundamental, e na Queda introduz o elemento pessimista, uma doutrina exigida pelos fatos mais óbvios do mundo. Não há ideia mais verdadeira no judaísmo que essa, apesar de transferir ao curso da existência o que deveria ser representado como seu fundamento e antecessor.

No Novo Testamento, por outro lado, deve ser de algum modo possível remeter a origens indianas: seu sistema ético, sua visão ascética da moralidade, seu pessimismo e seu Avatar, são todos completamente indianos. É sua moralidade que o coloca em uma posição de tamanho enfático e essencial antagonismo com o Velho Testamento, de modo que a estória da Queda é o único ponto de conexão possível entre os dois. Pois quando a doutrina indiana foi importada à terra prometida, duas coisas muito diferentes tiveram de ser combinadas: por um lado, a consciência da corrupção e miséria do mundo, sua necessidade de redenção e salvação por meio de um Avatar, juntamente com uma moralidade baseada da autonegação e arrependimento; por outro lado, a doutrina judaica do monoteísmo, com seu corolário de que “todas as coisas são muito boas” [grego: panta kala lian]. E a tarefa foi empreendida tanto quanto possível, isto é, tanto quanto se pode combinar duas crenças de tal modo heterogêneas e antagônicas.

Como a hera agarra-se e se estabelece em um tronco, conformando-se em todos os lugares às irregularidades e revelando seu perfil, mas ao mesmo tempo cobrindo-o com vida e graça, transformando o antigo aspecto em algo agradável ao olhar; assim a fé cristã, originada da sabedoria da Índia, transborda sobre o velho tronco do rude judaísmo, uma árvore de crescimento distinto; a forma original deve permanecer em parte, mas sofrendo uma completa mudança e tornando-se cheia de vida e verdade, de um modo que aparenta ser a mesma árvore, mas na realidade é outra.

O judaísmo apresentou o Criador separado do mundo, o qual produziu a partir do nada. O cristianismo identifica este Criador com o Salvador e, através deste, com a humanidade: figura como seu representante; são redimidos por meio dele, assim como caíram em Adão, e permaneceram desde então cativos da iniquidade, corrupção, sofrimento e morte. Tal é a visão adotada pelo cristianismo em comum com o budismo; o mundo não pode mais ser visto à luz do otimismo judaico, que achava “todas coisas muito boas”; não, no esquema cristão, o diabo é nomeado como seu Príncipe ou Governante ([grego: ho archon tou kosmoutoutou] João 12, 33). O mundo não é mais um fim, mas um meio: o reino da felicidade eterna está além deste, além do túmulo. A resignação neste mundo e o direcionamento de todas as nossas esperanças a um melhor constituem o espírito do cristianismo. O caminho para este fim é aberto pelo Sacrifício, que é a Redenção deste mundo e seus meios. E no sistema moral, em vez da lei da vingança, há o comando de amar seu inimigo; em vez da promessa de imensurável prosperidade, a garantia da vida eterna; em vez da visita dos pecados dos pais sobre os filhos até a terceira e quarta gerações, o Espírito Santo governa e cobre todos.

Vemos, então, que as doutrinas do Velho Testamento são retificadas e têm seu significado alterado pelas do Novo, de modo que, nos assuntos mais importantes e essenciais, uma concordância é trazida entre estes e as antigas religiões da Índia. Tudo que é verdadeiro no cristianismo também pode ser encontrado no bramanismo e budismo. Mas no hinduísmo e budismo em vão se procuraria por um paralelo com as doutrinas judaicas de “um nada trazido à vida” ou de “um mundo feito no tempo” que não pode ser humilde o bastante em sua gratidão e louvores a Jeová por uma existência efêmera cheia de miséria, angústia e necessidades.

Qualquer indivíduo que seriamente pense que seres supra-humanos concederam à nossa raça informações quanto aos objetivos de sua existência e do mundo ainda está em sua infância. Não há outra revelação senão os pensamentos dos sábios — e mesmo esses pensamentos estão sujeitos a erros, como é sina de tudo que é humano —, que frequentemente estão vestidos por estranhas alegorias e mitos sob o nome de religião. Assim, é indiferente se um homem vive e morre com a crença em seus próprios pensamentos ou em pensamentos alheios; pois nunca passa de um pensamento humano, de uma opinião humana, na qual confia. Ainda assim, em vez de confiar no que suas próprias mentes lhes dizem, os homens, via de regra, têm uma fraqueza para confiar naqueles que fingem ter fontes sobrenaturais de conhecimento. E, tendo em vista a enorme desigualdade intelectual entre os homens, é fácil perceber que os pensamentos de uma mente podem, num certo sentido, parecer uma revelação a outra.

Notas do tradutor
  1. Doutrina segundo a qual uma mesma alma pode animar sucessivamente corpos diversos, homens, animais ou vegetais.
  2. Referência à “queda do homem” mencionada na Bíblia, retratada na parábola da desobediência de Adão e Eva.
  3. Origen — 185 – 254? — acreditava que o inferno era as chamas do julgamento através das quais todos precisam passar. Os ordeiros passariam em um instante e chegariam ao paraíso em oito dias após o julgamento final. Os perversos permaneceriam no fogo por “um século de séculos”, um longo — mas não eterno — período de tempo. Eventualmente, todos escapariam das chamas do julgamento e atingiriam o céu. Apesar de sua visão do inferno ter sido rejeitada pelos que vieram depois dele, sua imaginação pode ter influenciado pensadores posteriores.
  4. A doutrina de Pelágio (séc. V), heresiarca inglês, a qual nega o pecado original e a corrupção da natureza humana e, consequentemente, a necessidade do batismo.
  5. Lat. te, ‘te’, ‘a ti’, + Deum, ‘Deus’; Subentende-se laudamus, ‘louvamos’. Cântico da Igreja católica, em ação de graças, que principia por essas palavras latinas; hino ambrosiano.

Eu Vou Para o Inferno

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Por Ana Burke

Eu quero ir para o inferno. Estive pensando e comparando Deus, Satanás e as vantagens e desvantagens em viver eternamente ao lado de Deus ou viver eternamente ao lado de Satanás. Desde que “dizem” que eu tenho livre arbítrio, eu espero poder escolher mas eu sei que o livre arbítrio não existe. Basta analisar….Deus vai julgar a todos e, quem julga, não é democrático, não dá oportunidade de escolha. Quem julga, decide por você, e se alguém decide por você, não existe livre arbítrio .

Deus é o Senhor da guerra, dos exércitos, da violência e da maldade; um mentecapto, assassino, pedófilo, mentiroso e só os hipócritas ou ignorantes a respeito dos verdadeiros desígnios de Deus o seguem. No Velho Testamento o inferno é a sepultura e o maior castigo é a morte física. Deus mata inocentes e deixa viver os criminosos; Ele matou a humanidade inteira incluindo mulheres, crianças nascidas e crianças que estavam por nascer deixando viver Ló que teve relações sexuais com as duas filhas e filhos com elas dando a entender que é normal um Pai abusar das filhas.

Deus foi incompetente quando fez uma humanidade imperfeita, matou a todos e construiu novamente a humanidade a partir de Noé, um beberrão e louco que condenou o próprio filho por vê-lo nu e bêbado. Teoricamente somos o resultado desta aberração. Convencem a todos que são culpados pela incompetência de Deus; convencem a todos que devem se martirizar pelos pecados que Deus cometeu; convencem a todos que Abraão é um santo mas sabemos que ele se casou com a irmã e a prostituiu; convencem a todos que irmãos devem odiar irmãos e todos devem ser contra todos. Jesus disse isto claramente, que Ele não veio para trazer a paz, mas a espada e o tormento eterno. É é deste modo que vivem os seus seguidores, num tormento eterno, na escuridão da ignorância e em guerra.

Jesus ensina que todos devem entrar pela porta estreita porque a porta larga é a porta da perdição e todos acreditam nisto; acreditam que viver na pobreza e na ignorância é algo bom e em contraposto o conhecimento é algo ruim. Se você está num caminho estreito este caminho funciona como uma viseira daquelas que os cavalos domados usam e isto significa que a sua visão do mundo e da verdade sobre a sua real situação a respeito de si mesmo está distorcida; a escravidão na qual você vive é mascarada.

As pessoas que estarão no céu, segundo ameaças e chantagens praticadas dentro das igrejas serão todos os assassinos, torturadores, ladrões, estelionatários, pedófilos, estupradores; os ditos pastores ou “Homens de Deus” e aqueles que se deixam alienar carregando debaixo do braço um livro de crimes, sem nunca ter lido este livro, acreditando que tal livro é sagrado…santo. Estar no mesmo barco que esta gente seria pior do que conviver com Satanás mesmo que eu acreditasse nestas lorotas. Mas vamos supor que eu acredite. Vão estar neste “paraíso” o Silas Malafáia, Marco Feliciano, Edir Macedo, Estevão Hernandes e a esposa, o Valdomiro Santiago e todos os seus iguais, os adestradores da massa impensante, dominada, sem personalidade e chamadas de leigos, ovelhas e outros adjetivos que os desqualificam.

Neste céu vão estar todos os evangélicos atrás dos “Ungidos de Deus” com a bíblia debaixo do braço repetindo versículos decorados e inculcados em suas mentes assim como os Papas e seus asseclas; os leigos católicos com suas estátuas milagreiras em procissão e que acham que é normal comer o corpo e beber o sangue de um zumbi de mais de dois mil anos. Eu vou para o inferno mesmo. Lá é muito mais saudável.

Vai estar neste céu também o Calvino, aquele demente que matou pessoas por nada, principalmente mulheres queimadas na fogueira, e junto com ele o louco do Lutero, o perseguidor dos camponeses e dos ditos judeus…professor do Hitler. O pior é ficar escutando as tais músicas gospel, musicas estas que contem ameaças, chantagens e que deteriora o cérebro, principalmente de crianças inocentes; musicas como esta: Só me faltava esta. “Se pecar, vai pagar…se pecar, vai pagar…se pecar, vai pagar…”. As mães e pais alienados acham isto lindo.

No céu vão estar todos os assassinos que na hora de morrer são perdoados como se o fato de ser perdoado apagasse os seus crimes. Os ladrões que se arrependem passam a ser chamados de “bons ladrões” e estarão no paraíso dos loucos. Matou, roubou, estuprou, torturou, praticou pedofilia…não importa o crime, basta pedir perdão e estará perdoado. O único crime que não merece perdão é a descrença, ou seja, a sensatez. Se as pessoas pensassem veriam que este paraíso vai ser pior que o inferno que inculcaram em suas mentes e que acreditam que existe.

Nem em sonhos eu quero viver eternamente neste Céu com os padres, bispos, arcebispos, cardeais e toda a parafernália do Vaticano se embolando com os evangélicos, os muçulmanos, os mórmons e os espíritas e isto sem contar que cada muçulmano vai ter, cada um deles, 72 virgens que, terminada a relação sexual, voltam a ser virgens e nunca envelhecem. Já, as idosas, vão ser recriadas virgens novamente. É muita suruba pra minha cabeça. Estas virgens são chamadas de houris, e vão existir só pra satisfazer os prazeres sexuais dos homens. Mulher até no céu tem que ser abusada, mercadoria de consumo, prostituta. Céu pra quem? Para as mulheres não vai existir céu. Qual a diferença as houris e qualquer prostituta? Eles não gostam de idosas, só de jovens…e muito jovens, a maioria crianças. Se seguirem o exemplo do chefe deles, o profeta Maomé, vão preferir as virgens de seis a nove anos de idade.
Em seu livro Legal Opinions, o Xeque Sha ‘rawi, respondendo a uma pergunta de um tarado qualquer sobre se teriam intercurso sexual no paraíso, ele respondeu: ‘Sim, juro por Aquele que tem a minha alma em Sua mão que será um intercurso vigoroso e, logo que o homem se separe dela, ela voltará a ser imaculada e virgem’”.

Vão fazer do céu um harém, ou coisa pior…Outros vão seguir a bíblia ou os ensinamentos dos padres e pastores, isto é: Façam o que eu mando e não o que eu faço. Pronto! Todos os cristãos vão estar convencidos de que se transformaram em anjos do céu como ensina Mateus 22: 29-30:
“Vocês estão errados porque não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus. Na ressurreição, as pessoas não se casam nem são dadas em casamento; mas são como os anjos do céu”.

Dá pra imaginar? Os cristãos como anjos, ajoelhados, e os muçulmanos na suruba?

Segundo os mórmons, negros não vão estar no paraíso. Só sei que no paraíso só vai ser encontrado um grupo que as várias religiões apontam como merecedores deste paraíso. Os muçulmanos só querem virgens brancas, portanto não vão ter negras no paraíso dos muçulmanos.

No paraíso dos cristãos não vão existir deficientes físicos porque o seu deus os proibiu de chegar perto do seu altar. Também não vão existir homossexuais e eu penso que nem mulheres vão estar no paraíso dos cristãos a não ser as mulheres muçulmanas para serem usadas como suas prostitutas. Deus detesta mulheres e é só conferir na bíblia.
E o que vai ter de terrorista no paraíso? Todos os que explodiram pessoas inocentes, os homens-bomba e cada um com as suas 72 virgens.

Vai ser o caos este paraíso, ou este Céu. Eu vou mesmo para o inferno. Satanás é o meu escolhido.

O paraíso vai ser um terror para qualquer pessoa inteligente. Católicos em procissão atrás da Maria. Nem Eva foi criada por Deus e nem Maria. As duas, segundo os adestradores do Senhor, foram crias dos homens e devido a isto são inferiores. Maria subiu de corpo e alma para o céu e está andando por lá há mais de 2000 anos com o seu corpinho de carne. O ar deve ser irrespirável se considerarmos todos os promovidos a santos. Santos estes que têm uma história suja, imunda e fétida por trás da sua santidade. A história por trás das aparições de Maria são escabrosas mas para os leigos – e são chamados de leigos porque acreditam em lorotas – Maria é a mãe de Deus e mãe de Deus não poderia nunca ser boa coisa.

Todos são injustos com Satanás. Ninguém nunca fez uma comparação entre Satanás e Deus. Ninguém nunca leu a bíblia por si mesmo. Satanás nunca matou ninguém. E no caso de Jó Deus foi o responsável. Satanás não é inimigo de Deus. Os dois estavam conversando como Senhor e servo fiel a respeito de Jó, da sua fé ou fidelidade incondicional e irrestrita a Deus. Satanás desafiou Deus que aceitou o desafio. Neste caso podemos afirmar que Satanás é mais inteligente que Deus pois o sabedor de todas as coisas não estava seguro e não sabia que Jó lhe era fiel dizendo a Satanás:
“…estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face. E disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor.” Jó 1:7-12

O crente não pensa. A história de Jó, muito repetida nos púlpitos tem como função fazer acreditar que toda a sua família pode ser morta, tudo pode lhe ser tirado e todas as doenças e toda a pobreza que lhe for enviada deve ser aceita. A única coisa que você nunca pode esquecer é que deve ter fé em Deus, confiar Nele e agradecer por todo o seu sofrimento. Deus não gosta de famílias felizes e Jesus deixa bem claro que deve-se abandonar a família sendo esta é a vontade de Deus. Procure uma família saudável e feliz em toda a bíblia e você não vai encontrar; procure amor e moralidade na bíblia e você não vai encontrar.

Satanás fez como Deus mandou e toda a família de Jó foi morta, todas as suas posses lhe foram tiradas, acrescentou-se a isto várias doenças e outros sofrimentos. É esta a lição desta história: “Deus têm que ser amado sobre todas as coisas” e ao mesmo tempo ensinam aos crentes que se deve temer a Deus, o que é contraditório. Quem não pensa, paga, e paga caro. A vida de Jó se transformou num poço de doenças, tortura, morte e desolação. Toda a sua família foi assassinada por Satanás a mando de Deus. Jó teve que sofrer e se humilhar. Humilhação e sofrimento agrada a Deus.

Pai humano, pense: você faria isto com os seus filhos?

Mateus, 5:5 diz que, “os mansos herdarão a terra”. Dizem que a Terra será restaurada e aqui será o paraíso. Onde fica o Céu nesta história? A Terra só poderá ser restaurada se o Ser Humano deixar de existir. As igrejas nunca se preocuparam com o meio ambiente, nunca defenderam a vida. Elas sobrevivem do terror, cultuando a morte fazem questão de perpetuar a miséria de todos os tipos, principalmente a miséria intelectual e moral. Deus e Jesus Cristo são o exemplo da imoralidade, a falta de respeito ao ser humano e a todo o tipo de ser vivo. Jesus matou a figueira porque não era época de frutos, colocou demônios em porcos, disse aos seus apóstolos que veio somente para o povo de Israel e alertou os seus apóstolos para nunca se aproximarem dos gentios que sempre foram discriminados pelos judeus. Como este planeta vai ser restaurado? De que forma se os próprios Cristãos destroem, discriminam, são preconceituosos, ameaçam aqueles que não agem como eles agem ou não pensam como eles pensam? A maioria é fanática e assim como mataram incontáveis seres humanos na Idade Média, podem voltar a matar a qualquer momento. As religiões e os religiosos sempre mataram mais do que todas as guerras juntas. Não bastaria ensinar nas igrejas que se deve conservar o planeta porque este é o seu paraíso neste momento? E ainda querem a vida eterna…Talvez pra fazer mais maldade do que fazem ou fizeram até agora?

Estou deduzindo que só vai ter criminoso neste paraíso. Homens estuprando mulheres, os assassinos da inquisição comandados por São Domingos; os espíritas que têm pavor da morte e esperam ir e voltar, os muçulmanos que tratam as mulheres, mães dos seus filhos, como se fossem suas escravas, os judeus que eu penso que deveriam bater a cabeça no muro da lamentação de verdade e com vontade…para arrebentar porque cérebro não existe mais naqueles crânios; os indianos e chineses que abortam ou matam crianças quando estas são fêmeas, os japoneses budistas que pregam que o Ser humano só se tornará iluminado se não tiver desejos….ou seja, só serão iluminados se se transformarem em NADA. Quem não têm desejos ou necessidades não está vivo.

A Terra precisa ser restaurada mesmo, mas os Seres Humanos conscientes são muito poucos. Só o Ser Humano pode reverter a situação de catástrofe ambiental que ele próprio causou. Quem está dentro dos currais não têm a mínima noção do que está acontecendo fora. Aquele que entra pela porta estreita só consegue ver aquilo que um cavalo que usa viseira consegue ver e a sua visão do mundo é limitada e direcionada pelo seu dono ou pastor que também é o seu Senhor e Deus.

Tomara que eu possa escolher porque eu quero mesmo, já decidi, é ir para o inferno.

Verdades e Mentiras sobre a Evolução Humana

Por Ana Burke

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O macaco e o homem tem o mesmo ancestral e o fato de termos o mesmo ancestral não quer dizer que somos macacos evoluídos. A árvore filogenética, do primeiro desenho destaca a relação evolutiva entre alguns primatas, segundo a qual seres humanos e macacos tiveram uma ancestralidade comum e em algum ponto se separaram. Um mesmo ancestral originou seres diferenciados na aparência mas com algumas coisas em comum e isto vem acontecendo há milhões de anos. O que é certo é que todos os primatas – nós somos primatas – evoluíram de um mesmo ser primitivo e tivemos uma ramificação comum que deu origem a grupos diferentes.

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Os parentes vivos mais próximos dos seres humanos são os gorilas e os chimpanzés, mas os humanos não evoluíram a partir desses macacos: em vez disso, os seres humanos modernos compartilham com esses macacos um ancestral comum. O sequenciamento completo do genoma levou à conclusão de que “depois de 6,5 [milhões] de anos de evoluções distintas, as diferenças entre chimpanzés e humanos são dez vezes maiores do que entre duas pessoas independentes e dez vezes menores do que aquelas entre ratos e camundongos”. A concordância entre as sequencias do DNA humano e o do chimpanzé variam entre 95% e 99%. Estima-se que a linhagem humana divergiu da dos chimpanzés há cerca de cinco milhões de anos atrás e da dos gorilas há cerca de oito milhões de anos. No entanto, um crânio de hominídeo descoberto no Chade, em 2001, classificado como Sahelanthropus tchadensis, possui cerca de sete milhões de anos, o que pode indicar uma divergência muito mais antiga

Anatomicamente o homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico na África durante o Paleolítico Médio, há cerca de 200 000 anos.

Os cristãos dizem que os humanos nasceram do barro mas…e os outros seres vivos? Se considerássemos esta teoria verdadeira, os outros seres vivos são superiores a nós já que não surgiram da forma como os encontramos hoje pois evoluíram ao longo do tempo enquanto o homem não evoluiu. Segundo acreditam Deus fez um bonequinho de barro, soprou em suas narinas e deu vida aos seres humanos que não se modificaram ao longo do tempo. Se os outros seres vivos evoluíram e nós não, somos inferiores. Barro virou gente? Que tipo de barro era este? Será que neste barro Existiam todos os nutrientes que possuímos em nosso corpo?

Fonte de pesquisa: http://vivendociencias.blogspot.com/…/analise-de-imagens-ev…

Adestramento de Humanos

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Quem sabe o que acontece nos adestramentos em geral duvida de que a besta esteja aí, mesmo “melhorada”. Ela é enfraquecida, tornam-na menos nociva, ela se transforma em uma besta doentia através do afeto depressivo do medo, através do sofrimento, através das chagas, através da fome. – Com os homens domesticados que os sacerdotes “melhoram” não se passa nada de diferente.

Friedrich Nietzsche

A Verdadeira Face de Jesus.

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Por Ana Burke
 
Aquele que pregou “Ame a seu próximo como a si mesmo” também pregou que o joio deve ser separado do trigo e deve ser queimado. Entenda-se “joio” aqueles que não o seguem e “trigo” aqueles que o seguem.
 
Em Lucas 11:27-28, podemos sentir o desprezo de Jesus pela mãe ao afirmar que o ventre que o abrigou, ou os peitos que o alimentaram, não eram bem aventurados.
 
Em João 2:3-4, podemos ver claramente que Jesus não respeita ou trata Maria como sendo sua mãe, Ele se dirige a ela como “mulher” deixando antever todo o seu desprezo pela mesma quando esta se dirige a Ele para dizer que o vinho havia acabado, no que Jesus respondeu de forma ríspida: “Mulher, que tenho eu contigo?”
Jesus foi um escravocrata e um defensor da escravatura. Segundo Jesus, os servos são inferiores, não têm direitos, tem que estar sempre a postos para quando o seu Senhor precisar e, se este não se aprontar e não fizer conforme a vontade do seu amo e Senhor, “será castigado com muitos açoites.” Lucas: 12:47
 
Jesus apoia o roubo e o assassinato das pessoas que não seguem aos seus senhores como por exemplo em Lucas 19:27: “E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim”. Nesta parábola foram distribuídas quantias iguais a três servos. Aquele que multiplicou a quantia por dez foi premiado enquanto os outros foram castigados. Jesus não questionou de que forma este servo conseguiu aumentar tanto os lucros do amo. O que se ensina neste caso é que não importa de onde venha o lucro. O importante é multiplicar o dinheiro do amo e Senhor: “Mau servo, pela tua boca te julgarei. Sabias que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus, e sego o que não semeei;
Por que não puseste, pois, o meu dinheiro no banco, para que eu, vindo, o exigisse com os juros?
E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem dez minas.
Pois eu vos digo que a qualquer que tiver ser-lhe-á dado, mas ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.” Lucas 19:22-26
 
Jesus ensinou e exigiu que os servos se sujeitem “com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus”. 1 Pedro 2:18
 
Em João 15:1-12 Ele faz chantagem e ameaça aqueles que não o seguem e diz que os mesmos devem ser queimados na fogueira: “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem”.
 
Em Marcos 16:15-16, Jesus nos obriga a acreditar Nele.
 
Em Lucas 12:51-53 Ele diz de forma bem clara que veio para colocar uns contra os outros, principalmente os membros da mesma família: “Cuidais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão (divisão); Porque daqui em diante estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. O pai estará dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra.”
 
O inferno com tormento eterno nunca existiu no Velho Testamento. Inferno era sepultura. Jesus nos deu como herança a barbárie transvestida de amor. Ele não é o deus do Velho Testamento porque se fossem o mesmo deus um não iria contrariar os ensinamentos do outro.
 
Os muçulmanos matam, os cristãos torturam antes de matar e a prova está em qualquer bom museu. Eles inventaram os métodos mais cruéis de tortura que se pode imaginar e tudo é justificado e ensinado no Novo Testamento.

O Sábio e o Alienado

Ignorância

Por Ana Burke

Vejam pela foto, analisando com cuidado e de forma inteligente e imparcial. O que você pode perceber? Temos dois seres humanos e os seus cérebros são representados por peças de encaixe, Isto nos faz ver que pensam de forma diferente e o conhecimento e interação só vai acontecer se estas peças se encaixarem perfeitamente, Existem vários fatores que impedem o encontro destas duas peças e elas estão impedidas de se unirem devido à existência de um muro; O muro da ignorância. Este muro impede os relacionamentos e dividem as pessoas e pessoas divididas são fracas porque para nos tornarmos fortes não podemos estar divididos, mas unidos. Para isto é preciso saber ouvir e compreender que o outro é importante em nossas vidas. Precisamos sair dos currais aos quais estamos encerrados e separados do mundo e dos outros grupos. Para que isto aconteça temos que jogar fora todo o lixo que inculcaram em nossa mente por milhares de anos e repensar os nossos valores. Ignorância é não dar a si mesmo a chance de tentar aprender com o outro. Tudo o que somos e tudo o que sabemos, aprendemos com alguém e observando o mundo e os acontecimentos ao nosso redor. Ninguém aprende por osmose; todos aprendemos fazendo, e isto inclui tentativas e erros. Se analisarmos bem, veremos que não existem sábios. Pessoas se tornam sábias. Tais pessoas são chamadas assim porque acumularam muitas experiências ao longo da vida e aprenderam com estas experiências. Os sábios são pessoas que vão na frente, são como faróis numa noite escura e deixam muito de si. Eles não conhecem o egoísmo e a intolerância e não acumulam coisas desnecessárias. A sua bagagem é sempre leve porque carrega, normalmente, somente aquilo que cabe dentro de si mesmo. O sábio não sabe tudo o que existe, assim como o ignorante não ignora tudo o que existe. É o comportamento diante da vida, dos problemas que surgem como consequência de se estar vivo que faz o sábio ou o ignorante. Percebe-se sabedoria ou ignorância quando analisamos o comportamento das pessoas entre si, com a natureza e o todo em geral.

Os indígenas assim como os orientais tinham um respeito muito grande pelas pessoas idosas. Elas eram o farol que iluminava a vida dos mais jovens indicando o melhor caminho a seguir. Atualmente perdeu-se a noção de valores fundamentais e importantes para se adquirir paz interior e felicidade. Não reconhecemos o valor dos velhos e destruímos as crianças, assim como se faz numa guerra onde crianças e velhos devem ser mortos primeiro. As crianças porque são futuros guerreiros e os velhos porque são considerados inúteis.

Nenhum sábio pega numa arma e vai pra guerra, ele pega numa caneta, papel, e estas são as suas armas. Aqueles que vão para uma guerra são as pessoas manipuláveis e inconscientes; são aquelas que ignoram os interesses envolvidos e nunca sabem porque estão lá matando, ou morrendo. Em suas mentes foram inculcados ensinamentos que as convencem de que estão lutando pela pátria assim como em guerras religiosas que, segundo acreditam, estão lutando pelos interesses de Deus.

Atualmente a mídia e as igrejas fazem a maior parte do trabalho referente à alienação das massas e dividem as pessoas em grupos distintos e as fazem crer que devem discriminar outros grupos diferentes. Todos estes sistemas, assim como o sistema político e financeiro têm como principal objetivo manter todas as pessoas brigando e discordando entre si a respeito de tudo. Formam-se então os currais. onde o grupo que pertence a um curral é inimigo do outro grupo que vive em outro curral. E existem muitos e inúmeros currais. O batismo nada mais é do que a entrada oficial em um destes currais. Os currais onde estão os religiosos, cada um deles, têm a sua tabuleta identificando a denominação a qual pertencem. Todos dizem seguir a um único Deus, no caso dos cristãos, mas para cada grupo existe um ensinamento diferente, bíblias diferentes com menos ou mais livros, todos plagiados de religiões pagãs e juram que Deus inspirou todos estes livros diferentes, um para cada grupo e não um mesmo livro para a humanidade.

Temos também currais políticos onde estão os “de esquerda” separados do curral onde estão os “de direita”. As relações de amizade, até dentro do mesmo curral, são superficiais e o que conta são os interesses envolvidos ou o lucro que se pode obter com tal amizade.

As pessoas estão cada vez mais solitárias e carentes num mundo em que elas não conseguem compreender e entre pessoas que elas apenas suportam, por conveniência. É aí que entram as religiões que sabem o ponto fraco destas pessoas que precisam de um direcionamento, de uma esperança, e pouco importa se a direção está errada e a esperança seja falsa.

A família é um curral à parte e um nada sabe da vida do outro. Nunca sobra tempo para interagir e cada um só pensa em si mesmo. A televisão está sempre ligada e a vida mostrada na tela é a sua vida real para estas pessoas, é a sua vida imaginada e sonhada.

Os noticiários só falam de crimes e todos se sentem cercados por criminosos. Todos os políticos são corruptos, menos aquele partido ao qual julgam pertencer. Todos têm que ter um partido, seja político ou religioso, e o seu partido é o certo, vai consertar o mundo e mudar as suas vidas miseráveis para melhor.Por milhares de anos, desde que surgiram as primeiras sociedades organizadas as pessoas esperam e têm a ilusão de que são capazes de mudar o mundo para melhor, mas para isto ocorrer a humanidade não pode estar dividida e o conhecimento do outro não pode ser ignorado. O mundo só vai mudar para melhor quando todas as pessoas abandonarem os seus currais e perceberem que pertencem à humanidade com todas as suas características diferenciadas e que existem em cada pessoa e, para isto ocorrer, temos que respeitar as diferenças, discriminações e preconceitos que nos são impostos e dão o nome de tradições. Você só deve seguir alguém se puder seguir a si mesmo ou estará e correrá o risco de ser manipulado e, neste caso, não existe interação e respeito pela pessoa que você é.

Todos brigam com todos porque isto se faz necessário e é estimulado para manter os interesses de alguns e, portanto, torna-se fundamental brigar por tolices. A televisão e o rádio fazem todo o trabalho na manutenção da imoralidade e maus costumes. Os heróis são construídos pela mídia colaborando para manter as pessoas separadas e ignorantes sobre a sua própria vida tais como: jogadores de futebol, fofoqueiros, artistas de telenovelas, cantores fabricados com o intento de alienar e despedaçar ainda mais os seus cérebros. E, enquanto isto, a pessoa que está do lado, diante da mesma tela, deixa de existir. A criança que quer brincar incomoda e a ela é ordenado que cale a boca porque a notícia ou a telenovela é mais importante. Um não se alegra com o sucesso do outro e todos devem estar no mesmo barco. Pessoas que pensam igual, não pensam, apenas concordam umas com as outras se todos tiverem a mesma opinião a respeito de tudo. Não existe mais jardim e ninguém têm tempo para ver o sol ou brincar com as crianças no parque.

Ninguém coloca as mãos na terra, não colocam as mãos e os pés na terra, não percebem que ali está toda a vida, é ali que a sua vida começa e é ali que a sua vida termina. São raras as pessoas que plantam uma horta ou flores e só fazendo isto você vai perceber o começo e o fim da vida. Só ali, você é capaz de perceber o milagre do nascimento, o crescimento, o florescimento, o envelhecimento e a morte. Num pequeno jardim você pode colher o seu próprio alimento e perceber o valor de uma minhoca, dos fungos e bactérias, que não são inferiores a um ser humano porque estes mantêm a sua vida. Todos dependemos de outros seres vivos para continuarmos vivos, os quais a maioria ignora. Um exemplo é uma bactéria que vive no nosso intestino. Se esta bactéria deixar de existir, deixam de existir todos os seres humanos. Pense nisto…pense no seu deus religioso e na pobreza da sua vida, pense na pobreza e miserabilidade daquele que têm estão separados em partidos políticos, pátria, religião e uns dos outros por mesquinharia.

Origem das religiões e do Cristianismo

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Para melhor entender as origens das religiões e onde estamos agora no século XX em nossa vida religiosa, temos que voltar atrás milhares de anos. Temos que voltar ao Egito antigo. Um Egito que nunca ouviu falar de Moisés ou Abraão ou qualquer um deles. Você verá que foi no Egito onde nasceram as raízes mais básicas de ambos judaísmo e cristianismo.

Os antigos egípcios perceberam que uma vez por ano, na época das chuvas monçônicas na África central, sendo o norte da África um deserto. Esperavam pelas chuvas monçônicas nos países altos e, obviamente quando vinham as chuvas elas inundavam os afluentes no sentido norte, costa abaixo em direção aos desertos do norte da África. As águas inundariam eventualmente o Nilo, de tal forma que uma vez por ano o delta do Nilo se inundava. Era uma grande e terrível tragédia anual. A grande inundação que vinha e levava consigo o mundo dos egípcios. Eles chamavam as águas de as “águas caóticas”. Eram caóticas e destruíam tudo. Apesar de as “águas caóticas” serem terríveis e destrutivas, também traziam vida nova. Sem a vinda das “águas caóticas”, os desertos permaneceriam completamente secos e nada cresceria. Portanto, eles perceberam que essas “águas caóticas” eram na verdade uma bênção que trazia nova vida. Então, todo ano quando as águas se acalmavam, elas deixavam minerais e nutrientes que fazia com que as plantações crescessem, fazendo da primavera uma bela época por causa das “águas caóticas”. Eles celebravam a vinda das “águas caóticas” que trazia nova vida. Essa celebração era chamada no Egito de ARGHA-NOA. Não a Arca de Noé, mas ARGHA-NOA. A celebração da ARGHA-NOA era a vinda da grande inundação que levava consigo o mundo velho e trazia nova vida e, portanto renascia o Egito. Nessa época em especial (das chuvas monçônicas) a lua estava sempre em seu quarto minguante. O quarto minguante lunar ficou conhecido como ARGHA-NOA. A ARGHA-NOA ou a “lua molhada”. No cristianismo temos o batismo.

O batismo consiste na submersão em água. Como eu disse, o Egito estava submergido em água e renascia. Os povos antigos aludiam à imersão em água o fato da criança ser carregada no útero. É assim que você sabe que nascerá uma criança: quando rompe a bolsa. Portanto, água estava sempre associada à vida nova, nascimento. É por isso que quando você se converte do mundo antigo maligno ao cristianismo você precisa renascer. Você é batizado. É um tema muito antigo na verdade. Tudo que encontramos no JUDAÍSMO e no CRISTIANISMO…não há sequer um conceito, crença ou ideia expressa no judaísmo ou no cristianismo – SEQUER UMA – que não tenha vários correspondentes em diversas religiões. É uma história bem antiga. É a maior história já contada.

Para mostrar como as religiões egípcias permeiam o Antigo e o Novo Testamento dou-lhe alguns exemplos. Durante o reinado do faraó egípcio Akhenaton houve uma mudança religiosa importante. Akhenaton foi um faraó muito importante. Ele mudou abruptamente o culto egípcio de vários deuses para apenas um, com a exclusão de todos os outros. O nome desse deus era Rá. O faraó Akhenaton decretou que havia apenas um deus, o sol, e seu nome completo era AMEN-RÁ. Ele disse que quando rezássemos para Deus, deveríamos rezar através do FILHO DE DEUS: Amen-Rá. Ele representava Deus. Ao fim das orações, nos templos do Egito, eles diziam: Amém.
Nas escrituras Jesus disse: “Se teu olho for um só, haverá luz em ti”. Esse único olho era o símbolo de Amen-Rá. O olho estava sempre dentro do círculo: Era o “olho de Deus”.

Há pelo menos três referências a Jesus na Bíblia como a pedra angular rejeitada pelos pedreiros. Por exemplo, em Efésios 2:20: “…Jesus Cristo é a principal pedra da esquina”. Isso é muito importante. pergunte a qualquer arquiteto ou alguém que conheça a terminologia da arquitetura. pergunte-lhe onde se acha a “pedra da esquina” (pedra angular). Você pode encontrar uma pedra angular comum no topo ou na base da construção. Ma onde você acha a “principal pedra de esquina”? A “principal pedra de esquina” foi traduzida do grego original “topo da pirâmide”.
“Por que o topo da pirâmide”? Você pode perguntar. Tudo o que você têm que fazer é olhar o verso de uma nota de dólar, onde você achará uma pirâmide com a principal pedra angular separada da mesma. O que é mais interessante é que na nota de dólar americano, dentro da pedra angular destacada, está o Olho de Hórus, o Olho que Tudo Vê, o filho de Deus (Jesus), o olho de Rá, para quem rezamos e dizemos AMÉM.

Em Isaías 19:19, Deus diz a seu povo: “Naquele dia, o SENHOR terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao SENHOR na sua fronteira”. Em outras palavras, no Egito central, haverá um altar para o SENHOR. Bem no meio do Egito está Quéops, a grande pirâmide, exatamente no meio. Impressionante? Sim. Ainda mais quando você considera que o megalito já estava lá três mil anos antes de a Bíblia ser escrita.

Em João 10:11, Jesus disse: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas”. Em João 10:14 Jesus disse: “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas…”. em Hebreus 13:20: “Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas…”. Em Apocalipse 12:5: “E deu a luz à um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro”. No Mesmo Apocalipse (19:15): “…e ele as regerá com vara de ferro…”. Bem, estabelecemos que Jesus é o bom pastor, que regerá as nações com vara de ferro. SALMOS 23: O SENHOR É O MEU PASTOR…O TEU BORDÃO E O TEU CAJADO ME CONSOLAM.” Referia-se ao faraó como o bom pastor. O pessoal da Casa Real egípcia eram chamados em egípcio de “o redil do pastor”. O faraó, sendo o representante de Iesus, o filho de Deus, era chamado de “O grande pastor”, que tomava conta do seu redil. O faraó era considerado a encarnação de Amon-Rá, que reinava por Deus na Terra. É daí que vem a ideia de um reino secular, sendo o faraó o rei. Jesus é chamado de o cordeiro de Deus. O “cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo”.

Se você quiser um tema bem antigo eis um. Praticamente todas as religiões antigas no mundo possuíam um cordeiro de Deus que tirava os pecados do mundo. Na verdade, os budistas modernos – um sacerdócio muito, muito mais antigo do que o cristianismo existia nas montanhas do Himalaia em que os budistas tinham um líder religioso chamado DALAI-LAMA. Dalai vem do latim Deus. “Dai” = Deus e “Lama” = cordeiro. Um “Lama” é um cordeiro. Portanto a palavra Dalai-Lama é o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É um conceito muito antigo e bem difundido. “O cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo” existia muito antes dos hebreus.

Pesquisem: Deus antigo turco e o cordeiro; antigo deus grego e o cordeiro; antigo deus romano e o cordeiro
Retirado do vídeo: The Naked Truth

Israel e Palestina – Nazismo Judeu

Por Ana Burke

As atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica. O holocausto é uma indústria que exibe como VÍTIMAS o grupo étnico mais bem-sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das mais formidáveis potências militares do mundo, que OPRIME OS NÃO JUDEUS em seu território e em sua área de influência. O número de sobreviventes dos campos de concentração é exagerado para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste Europeu em busca de indenizações financeiras.
A luta feroz por indenizações tem como efeito colateral INSUFLAR O ANTISSEMITISMO na Europa. Israelenses e judeus americanos são hoje as grandes forças de opressão, perseguindo palestinos e negros americanos.

O autor dessas declarações é um professor JUDEU da Universidade de Nova York, Norman Finkelstein, filho de Judeus egressos do gueto de Varsóvia e sobreviventes dos campos de concentração de Maidanek e Auscwitz.
Se alguém quiser saber mais, acesse o seu livro “A Indústria do Holocausto” em PDF abaixo.

http://vho.org/aaargh/fran/livres9/FINKELport.pdf

A prova de que ele está dizendo a verdade pode ser comprovado pela História. Os vencidos são sempre os algozes e aqueles que vencem são os heróis. Todos falam nas vítimas do nazismo mas não sabem coisa alguma das vítimas dos aliados encabeçados pelos Estados Unidos. Dentro dos primeiros 2-4 meses após os ataques atômicos morreram devido aos efeitos agudos das explosões 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki; cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia. Estas mortes continuaram ocorrendo ao longo de um grande tempo. Quantos morreram na realidade? Não sabemos. Fora isto quantos mais foram torturados e mortos, além dos Japoneses? Literatura é o que não falta. Só acredita que os Judeus são vítimas quem é totalmente alienado. Pode-se falar de negros, que também são vítimas ou de mulheres ou de qualquer outro grupo de humanos no planeta, mas os judeus são intocáveis como se fossem sagrados e não podem ser criticados. Qualquer pessoa que critica os judeus é chamada de ANTISSEMITA e pode pegar um processo, cadeia, ser perseguido ou morrer por isso.

Basta olhar e estudar o mapa que só mostra a invasão de Israel sobre a Palestina até 1999. A área verde corresponde á área de terra dos palestinos e a área branca corresponde á área de terra que Israel roubou da Palestina e dos árabes. Milhares de árabes foram expulsos de suas terras, torturados ou mortos e isto continua. Israel não vai parar de matar até tomar todas as terras palestinas. Logo não existirão mais palestinos e nem território palestino. Na cabeça da maioria, principalmente religiosa, os judeus são coitadinhos ou vítimas que precisam ser ajudados. Milhões em dólares são doados aos judeus de Israel e judeus americanos por pessoas que têm as suas mentes lavadas pela mídia internacional.

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Não Matarás. É verdade isto?

Por Ana Burke

Você acredita mesmo naquela história de que o Deus Bíblico nos ensina que não devemos matar? “Não Matarás”…não matarás quem? Quando? Como? Na bíblia hebraica não existe Deus. Se você ler a bíblia que você têm em casa, em gêneses, existe uma passagem depois que Adão e Eva comeram do fruto do conhecimento: “Agora eles são como um de NÓS e sabem a diferença entre o bem e o mal”. Quem era este NÓS?
Este NÓS na bíblia hebreia se referia a Elohim, grupo de juízes e que os teólogos traduziram no singular e dizem que é Deus, por conveniência. A bíblia que você têm em casa é uma cópia das várias religiões antigas, reconstruída a cada edição de acordo com os interesses dos Senhores teólogos, donos da falsa moral e maus costumes, para tirar dinheiro das pessoas crédulas e promover desentendimentos, discriminação e guerras. A bíblia que você têm em casa é um livro de guerra ou, como diz Saramago, um livro de maus costumes.

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