Humanos Brancos X Humanos Negros

Por Ana Burke

Todos nós temos um pouco de negro. Os Japoneses antigos e chineses também eram negros. Coloque 10 pessoas que se julgam brancas, uma ao lado da outra, e observe se todas são da mesma cor. Não existe raça branca…fomos branqueados e os negros também estão sendo branqueados quando cruzam com pessoas mais claras, obtendo descendentes mais claros. Certa vez eu fiz esta experiência com meus alunos sendo que 99% deles se consideravam brancos. Coloquei metade deles na frente e pedi para que os outros escrevessem as suas observações. Depois fiz o contrário. Ficaram confusos a princípio porque todos eram de cores diferentes ou para mais claro ou para mais escuro assim como na cor dos olhos e cabelos. Pedi que identificassem seres vivos considerados de raça pura e comparassem. Deixei que tirassem as suas próprias conclusões. Alguns perceberam que os olhos de uma boa parte deles tinham alguma semelhantes aos olhos dos asiáticos.
Na verdade, o que eu queria que eles entendessem é que deveriam aprender a observar melhor e com mais critério o mundo ao seu redor pois o preconceito distorce a nossa visão do mundo e das coisas.

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Verdades e Mentiras sobre a Evolução Humana

Por Ana Burke

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O macaco e o homem tem o mesmo ancestral e o fato de termos o mesmo ancestral não quer dizer que somos macacos evoluídos. A árvore filogenética, do primeiro desenho destaca a relação evolutiva entre alguns primatas, segundo a qual seres humanos e macacos tiveram uma ancestralidade comum e em algum ponto se separaram. Um mesmo ancestral originou seres diferenciados na aparência mas com algumas coisas em comum e isto vem acontecendo há milhões de anos. O que é certo é que todos os primatas – nós somos primatas – evoluíram de um mesmo ser primitivo e tivemos uma ramificação comum que deu origem a grupos diferentes.

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Os parentes vivos mais próximos dos seres humanos são os gorilas e os chimpanzés, mas os humanos não evoluíram a partir desses macacos: em vez disso, os seres humanos modernos compartilham com esses macacos um ancestral comum. O sequenciamento completo do genoma levou à conclusão de que “depois de 6,5 [milhões] de anos de evoluções distintas, as diferenças entre chimpanzés e humanos são dez vezes maiores do que entre duas pessoas independentes e dez vezes menores do que aquelas entre ratos e camundongos”. A concordância entre as sequencias do DNA humano e o do chimpanzé variam entre 95% e 99%. Estima-se que a linhagem humana divergiu da dos chimpanzés há cerca de cinco milhões de anos atrás e da dos gorilas há cerca de oito milhões de anos. No entanto, um crânio de hominídeo descoberto no Chade, em 2001, classificado como Sahelanthropus tchadensis, possui cerca de sete milhões de anos, o que pode indicar uma divergência muito mais antiga

Anatomicamente o homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico na África durante o Paleolítico Médio, há cerca de 200 000 anos.

Os cristãos dizem que os humanos nasceram do barro mas…e os outros seres vivos? Se considerássemos esta teoria verdadeira, os outros seres vivos são superiores a nós já que não surgiram da forma como os encontramos hoje pois evoluíram ao longo do tempo enquanto o homem não evoluiu. Segundo acreditam Deus fez um bonequinho de barro, soprou em suas narinas e deu vida aos seres humanos que não se modificaram ao longo do tempo. Se os outros seres vivos evoluíram e nós não, somos inferiores. Barro virou gente? Que tipo de barro era este? Será que neste barro Existiam todos os nutrientes que possuímos em nosso corpo?

Fonte de pesquisa: http://vivendociencias.blogspot.com/…/analise-de-imagens-ev…

The Olmec

The Olmec were the first civilization in the Americas {Not the first people}. When they arrived is not known, but a guess of 8,000-4000 B.C. should do. Recent research suggests that the Olmec had their roots in early farming cultures of Tabasco, which began between 5100 BCE and 4600 BCE. These shared the same basic food crops and technologies of the later Olmec civilization. The Olmec culture is thought to have ended around 400 B.C. These Olmec inhabited southern Mexico, and are regarded as the Mother Culture of the Americas – that is to say, the later Amerindian cultures and technology of the Americas, descend from Olmec culture and technology.

The name Olmec means “rubber people” in Nahuatl, the Aztec language. It was the Aztec name for the people who once lived in this area, and extracted latex from rubber trees. Europeans mistakenly assigned the name to ancient ruins that they found there, not realizing that those ruins pre-dated the Aztec and all other civilizations in the Americas. The word “Olmec” also refers to the rubber balls, used for the ancient ball game of Olmec creation. The Olmec called themselves the Xi, the same name that they used when they were in China. They often depicted themselves with colossal heads, some of which were deformed, and whose meaning is unknown.

Tradução em Português (Primeiros dois parágrafos):

Os Olmecas formaram a primeira civilização das Américas (não eram as primeiras pessoas). Não se sabe quando eles chegaram, mas se supõe que estavam aqui de 8.000-4000 a.C. Pesquisas recentes sugerem que os Olmecas tiveram suas raízes nas primeiras culturas agrícolas de Tabasco, que começaram entre 5100 a.C e 4600 a.C. Estes compartilhavam as mesmas culturas alimentares básicas e tecnologias da civilização Olmeca posterior. Acredita-se que a cultura Olmeca se extinguiu em torno de 400 a.C. Estes Olmecas habitavam o sul do México e são considerados como a Cultura Mãe das Américas – isto é, as culturas ameríndias e as tecnologias que vieram depois deles nas Américas, descendem da cultura e da tecnologia Olmeca.

O nome Olmeca significa “pessoas de borracha” em náhuatl, a língua asteca. Era o nome asteca para os povos que viveram uma vez nesta área, e extraíram o látex das árvores para fabricar borracha. Os europeus atribuíram equivocadamente o nome às ruínas antigas que encontraram lá, não compreendendo que aquelas ruínas pré-dataram os asteca e todas as outras civilizações nas Américas. A palavra “Olmeca” também se refere às bolas de borracha, usadas para o antigo jogo de bola criada pelos Olmecas. Os Olmecas se chamavam Xi, o mesmo nome que usavam quando estavam na China. Muitas vezes se representavam com cabeças colossais, algumas das quais eram deformadas e cujo significado é desconhecido.

Tradução: Ana Burke

When evidence of the Olmec was first discovered (in 1863), scientists at first didn’t know what to make of them. The questions were, where did they come from, and how did they get here? It was first thought that the Olmec were west Africans, who had came across in boats. But now there is mounting evidence that the Olmec were remnants from the Xia dynasty of China, who probably had come across the Bering straits into the Americas.

What may be evidence of their trek south, along the western north-American coast, can be seen in the masks of the Tsimshian Indians of the western coast of Canada, and in written accounts of the California Indians in The United States. There is also the similarity between Xia Human sacrifice in China, and Olmec human sacrifice in the Americas, as well as their fondness for jade work. The last and most recent evidence: comparison of Shang writing in China, and Olmec writing in America, show the two to be very similar. Of course, we won’t even mention that they still called themselves the Xi or Xia.

The Olmec were like the other Ancients, a highly advanced culture. They had writing, mathematics, and a calendar system. Their religion was Shamanism – the supposed ability to assume the powers of animals.

 Olmec cities had ceremonial buildings or temples, that were typically earthen platform mounds, with house-like structures built upon them. At La Venta we can see such platform mounds arranged around large plazas as well as a tall pyramid. Olmec cities also had aqueducts and drainage systems.

The Olmec introduced many things to the Americas, most of them good. However, the Xia/Olmec practice of Human sacrifice, which even intruded unto another Olmec invention, The Rubber Ball Game, was not. And there is no doubt, that the Amerindians wholehearted acceptance and subsequent practice of human sacrifice, was the major contributor to their demise. The hatreds that built-up because the strong were using the weak as pools of sacrificial candidates, meant that they would do exactly as they did do, when the occasion arose.

 Fonte: http://realhistoryww.com/world_history/ancient/Olmec_the_Americas.htm

Origem das religiões e do Cristianismo

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Para melhor entender as origens das religiões e onde estamos agora no século XX em nossa vida religiosa, temos que voltar atrás milhares de anos. Temos que voltar ao Egito antigo. Um Egito que nunca ouviu falar de Moisés ou Abraão ou qualquer um deles. Você verá que foi no Egito onde nasceram as raízes mais básicas de ambos judaísmo e cristianismo.

Os antigos egípcios perceberam que uma vez por ano, na época das chuvas monçônicas na África central, sendo o norte da África um deserto. Esperavam pelas chuvas monçônicas nos países altos e, obviamente quando vinham as chuvas elas inundavam os afluentes no sentido norte, costa abaixo em direção aos desertos do norte da África. As águas inundariam eventualmente o Nilo, de tal forma que uma vez por ano o delta do Nilo se inundava. Era uma grande e terrível tragédia anual. A grande inundação que vinha e levava consigo o mundo dos egípcios. Eles chamavam as águas de as “águas caóticas”. Eram caóticas e destruíam tudo. Apesar de as “águas caóticas” serem terríveis e destrutivas, também traziam vida nova. Sem a vinda das “águas caóticas”, os desertos permaneceriam completamente secos e nada cresceria. Portanto, eles perceberam que essas “águas caóticas” eram na verdade uma bênção que trazia nova vida. Então, todo ano quando as águas se acalmavam, elas deixavam minerais e nutrientes que fazia com que as plantações crescessem, fazendo da primavera uma bela época por causa das “águas caóticas”. Eles celebravam a vinda das “águas caóticas” que trazia nova vida. Essa celebração era chamada no Egito de ARGHA-NOA. Não a Arca de Noé, mas ARGHA-NOA. A celebração da ARGHA-NOA era a vinda da grande inundação que levava consigo o mundo velho e trazia nova vida e, portanto renascia o Egito. Nessa época em especial (das chuvas monçônicas) a lua estava sempre em seu quarto minguante. O quarto minguante lunar ficou conhecido como ARGHA-NOA. A ARGHA-NOA ou a “lua molhada”. No cristianismo temos o batismo.

O batismo consiste na submersão em água. Como eu disse, o Egito estava submergido em água e renascia. Os povos antigos aludiam à imersão em água o fato da criança ser carregada no útero. É assim que você sabe que nascerá uma criança: quando rompe a bolsa. Portanto, água estava sempre associada à vida nova, nascimento. É por isso que quando você se converte do mundo antigo maligno ao cristianismo você precisa renascer. Você é batizado. É um tema muito antigo na verdade. Tudo que encontramos no JUDAÍSMO e no CRISTIANISMO…não há sequer um conceito, crença ou ideia expressa no judaísmo ou no cristianismo – SEQUER UMA – que não tenha vários correspondentes em diversas religiões. É uma história bem antiga. É a maior história já contada.

Para mostrar como as religiões egípcias permeiam o Antigo e o Novo Testamento dou-lhe alguns exemplos. Durante o reinado do faraó egípcio Akhenaton houve uma mudança religiosa importante. Akhenaton foi um faraó muito importante. Ele mudou abruptamente o culto egípcio de vários deuses para apenas um, com a exclusão de todos os outros. O nome desse deus era Rá. O faraó Akhenaton decretou que havia apenas um deus, o sol, e seu nome completo era AMEN-RÁ. Ele disse que quando rezássemos para Deus, deveríamos rezar através do FILHO DE DEUS: Amen-Rá. Ele representava Deus. Ao fim das orações, nos templos do Egito, eles diziam: Amém.
Nas escrituras Jesus disse: “Se teu olho for um só, haverá luz em ti”. Esse único olho era o símbolo de Amen-Rá. O olho estava sempre dentro do círculo: Era o “olho de Deus”.

Há pelo menos três referências a Jesus na Bíblia como a pedra angular rejeitada pelos pedreiros. Por exemplo, em Efésios 2:20: “…Jesus Cristo é a principal pedra da esquina”. Isso é muito importante. pergunte a qualquer arquiteto ou alguém que conheça a terminologia da arquitetura. pergunte-lhe onde se acha a “pedra da esquina” (pedra angular). Você pode encontrar uma pedra angular comum no topo ou na base da construção. Ma onde você acha a “principal pedra de esquina”? A “principal pedra de esquina” foi traduzida do grego original “topo da pirâmide”.
“Por que o topo da pirâmide”? Você pode perguntar. Tudo o que você têm que fazer é olhar o verso de uma nota de dólar, onde você achará uma pirâmide com a principal pedra angular separada da mesma. O que é mais interessante é que na nota de dólar americano, dentro da pedra angular destacada, está o Olho de Hórus, o Olho que Tudo Vê, o filho de Deus (Jesus), o olho de Rá, para quem rezamos e dizemos AMÉM.

Em Isaías 19:19, Deus diz a seu povo: “Naquele dia, o SENHOR terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao SENHOR na sua fronteira”. Em outras palavras, no Egito central, haverá um altar para o SENHOR. Bem no meio do Egito está Quéops, a grande pirâmide, exatamente no meio. Impressionante? Sim. Ainda mais quando você considera que o megalito já estava lá três mil anos antes de a Bíblia ser escrita.

Em João 10:11, Jesus disse: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas”. Em João 10:14 Jesus disse: “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas…”. em Hebreus 13:20: “Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas…”. Em Apocalipse 12:5: “E deu a luz à um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro”. No Mesmo Apocalipse (19:15): “…e ele as regerá com vara de ferro…”. Bem, estabelecemos que Jesus é o bom pastor, que regerá as nações com vara de ferro. SALMOS 23: O SENHOR É O MEU PASTOR…O TEU BORDÃO E O TEU CAJADO ME CONSOLAM.” Referia-se ao faraó como o bom pastor. O pessoal da Casa Real egípcia eram chamados em egípcio de “o redil do pastor”. O faraó, sendo o representante de Iesus, o filho de Deus, era chamado de “O grande pastor”, que tomava conta do seu redil. O faraó era considerado a encarnação de Amon-Rá, que reinava por Deus na Terra. É daí que vem a ideia de um reino secular, sendo o faraó o rei. Jesus é chamado de o cordeiro de Deus. O “cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo”.

Se você quiser um tema bem antigo eis um. Praticamente todas as religiões antigas no mundo possuíam um cordeiro de Deus que tirava os pecados do mundo. Na verdade, os budistas modernos – um sacerdócio muito, muito mais antigo do que o cristianismo existia nas montanhas do Himalaia em que os budistas tinham um líder religioso chamado DALAI-LAMA. Dalai vem do latim Deus. “Dai” = Deus e “Lama” = cordeiro. Um “Lama” é um cordeiro. Portanto a palavra Dalai-Lama é o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É um conceito muito antigo e bem difundido. “O cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo” existia muito antes dos hebreus.

Pesquisem: Deus antigo turco e o cordeiro; antigo deus grego e o cordeiro; antigo deus romano e o cordeiro
Retirado do vídeo: The Naked Truth

Israel e Palestina – Nazismo Judeu

Por Ana Burke

As atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica. O holocausto é uma indústria que exibe como VÍTIMAS o grupo étnico mais bem-sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das mais formidáveis potências militares do mundo, que OPRIME OS NÃO JUDEUS em seu território e em sua área de influência. O número de sobreviventes dos campos de concentração é exagerado para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste Europeu em busca de indenizações financeiras.
A luta feroz por indenizações tem como efeito colateral INSUFLAR O ANTISSEMITISMO na Europa. Israelenses e judeus americanos são hoje as grandes forças de opressão, perseguindo palestinos e negros americanos.

O autor dessas declarações é um professor JUDEU da Universidade de Nova York, Norman Finkelstein, filho de Judeus egressos do gueto de Varsóvia e sobreviventes dos campos de concentração de Maidanek e Auscwitz.
Se alguém quiser saber mais, acesse o seu livro “A Indústria do Holocausto” em PDF abaixo.

http://vho.org/aaargh/fran/livres9/FINKELport.pdf

A prova de que ele está dizendo a verdade pode ser comprovado pela História. Os vencidos são sempre os algozes e aqueles que vencem são os heróis. Todos falam nas vítimas do nazismo mas não sabem coisa alguma das vítimas dos aliados encabeçados pelos Estados Unidos. Dentro dos primeiros 2-4 meses após os ataques atômicos morreram devido aos efeitos agudos das explosões 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki; cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia. Estas mortes continuaram ocorrendo ao longo de um grande tempo. Quantos morreram na realidade? Não sabemos. Fora isto quantos mais foram torturados e mortos, além dos Japoneses? Literatura é o que não falta. Só acredita que os Judeus são vítimas quem é totalmente alienado. Pode-se falar de negros, que também são vítimas ou de mulheres ou de qualquer outro grupo de humanos no planeta, mas os judeus são intocáveis como se fossem sagrados e não podem ser criticados. Qualquer pessoa que critica os judeus é chamada de ANTISSEMITA e pode pegar um processo, cadeia, ser perseguido ou morrer por isso.

Basta olhar e estudar o mapa que só mostra a invasão de Israel sobre a Palestina até 1999. A área verde corresponde á área de terra dos palestinos e a área branca corresponde á área de terra que Israel roubou da Palestina e dos árabes. Milhares de árabes foram expulsos de suas terras, torturados ou mortos e isto continua. Israel não vai parar de matar até tomar todas as terras palestinas. Logo não existirão mais palestinos e nem território palestino. Na cabeça da maioria, principalmente religiosa, os judeus são coitadinhos ou vítimas que precisam ser ajudados. Milhões em dólares são doados aos judeus de Israel e judeus americanos por pessoas que têm as suas mentes lavadas pela mídia internacional.

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Adão e Eva – A Serpente estava certa

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Por Ana Burke

Adão comeu da fruta e se justificou perante o que a Teologia criou e chama de “Deus”: “Foi a mulher que me deste”…”ela é culpada”…”Ela me deu da fruta e comi. “E foram abertos os olhos de ambos”. A Eva fez o tolo enxergar.

Antes de comer da fruta proibida, os dois acreditavam possuir a vida eterna. Só que eles nunca comeram da árvore da vida pois foram expulsos do Edem ANTES de comer desta árvore. Só depois de comer do fruto proibido foi que eles descobriram que eram mortais.

“Eis que o homem é como um de nós (Elohim), sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, o Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden…
Gênesis 3:22-23”

Você acredita que vai ter vida eterna? Se acredita ainda está na fase infantil e tola em que estavam Adão e Eva antes de conhecer a diferença entre o bem e o mal. E o mal era o que eles julgavam ser bom. E o mal era Deus. A Serpente não mentiu.

Observação: Este “nós” foi esquecido pelos teólogos na bíblia que eles falsificaram. O termo “Nós”, neste caso, se refere a um grupo, talvez dezenas de pessoas – Elohim em hebráico – Tipo juízes.

https://www.facebook.com/Anaburke2

Foto: Aparência de Adão e Eva em bíblias antigas.

Evolução Humana

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Por Ana Burke

O que é ser evoluído? Possuir um diploma Universitário é ser evoluído? Possuir um carro do ano ou um barco é ser evoluído? Possuir uma casa com muros altos, Câmeras, grades e cerca elétrica é ser evoluído? O diploma Universitário direciona a pessoa para um único conhecimento, aquele que vai lhe servir para sobreviver.

Qual a diferença daquele que pratica medicina daquele que aperta parafusos? Ambos têm conhecimento específico somente na sua área de atuação e é assim que acontece com 90% da população. Não existe conhecimento geral, imparcial histórico ou científico. A filosofia está morta. O fato de possuir uma profissão rentável e estar inserido na era dos computadores não prova nada. Computadores servem também como armadilhas e tudo e todos são vigiados com muito mais eficiência desde que eles surgiram.

A Televisão e rádio não são só entretenimento, são máquinas poderosas de controle cerebral. Os bancos são os verdadeiros donos do seu dinheiro. A Indústria farmacêutica precisa manter você vivo, mas não saudável porque eles se alimentam das suas doenças. O governo e os políticos necessitam estar sempre provocando escândalos para dividir as pessoas e tirar delas o foco principal sobre os fatos reais e importantes para a sua sobrevivência. O futebol, o carnaval e os cantores que se fazem ídolos espalhando o seu lixo intelectual fazem muito bem a sua parte na alienação das massas.

As religiões inventam atrativos e lendas que prometem uma vida farta em outra vida, para aqueles que são materialmente miseráveis, ou intelectualmente pobres e desesperançados. Elas impõe o terror em suas mentes com ameaças de serem condenados a um tormento eterno e sem fim depois da morte. Religião é um dos meios mais eficientes de controle mental e os seus templos estão espalhados pelo mundo inteiro enquanto saúde, comida e instrução só existem em alguns poucos lugares do planeta e mesmo assim de forma insuficiente e ineficiente. Todos se julgam evoluídos e não importa se vieram do barro ou que sejam parente de macacos, todos pertencem a uma única espécie: insensata, egoísta e irracional. Os kardecistas, devido à sua baixa autoestima precisam acreditar-se superiores e mais evoluídos que todos os outros. Se estão numa situação mais confortável, são brancos e possuem um diploma universitário eles têm a ilusão de superioridade espiritual.

Acumular porcarias materiais fazem um ser humano superior na nossa sociedade. Roupas e joias dão a ilusão de poder àqueles que não possuem tais coisas. O Ser humano precisa se sobrepor a outro ser humano, mostrar que é superior a este e isto não é sinal de evolução. Acumular “coisas” faz o ser humano prisioneiro destas “coisas” e acumular bens materiais é muito mais importante do que instrução, companheirismo, solidariedade e respeito.

A maioria das relações de amizade só existe porque existe algum interesses envolvido. Na realidade, somos sozinhos numa sociedade tão desigual e injusta.

As sociedades das abelhas e das formigas são de fazer inveja à sociedade humana.

Ellen G. White: a Médium Plagiadora Precursora de Chico Xavier

 

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Ellen White em 1909

 

Acredito ter encontrado o primeiro médium a cometer diversos plágios em suas obras literárias que se tem registro. No caso, é uma mulher: Ellen G. White (1827-1915), fundadora do movimento Adventista do Sétimo Dia. Para quem reclamava que eu só criticava o Kardecismo, espero que fiquem satisfeitos com esse artigo.

Antes de tudo, é preciso dizer que Ellen não era uma médium no sentido usual do termo. Ela era cristã, e não dizia incorporar espíritos. No entanto, ela é tida como uma profetisa e mensageira da Revelação Divina, ouvindo as vozes de anjos e do próprio Deus. Nesse sentido é que a estou chamando de médium, já que ela está sendo a intermediária de seres superiores. Aviso também que não sou especialista quanto à Igreja Adventista do Sétimo Dia nem sobre a vida de sua fundadora, mas ela realmente parece ter sido um Chico Xavier de saias, promovendo a criação de escolas e centros médicos, sendo uma leitora voraz tal qual o médium mineiro e plagiando adoidado também. A diferença mais gritante em relação a Chico Xavier é que ela era casada. Dito isso, vamos aos plágios!

 

The History of Protestantism (1878)

de James A. Wylie, disponível neste link.

Diário da Suíça (15 de maio de 1887).

Publicado postumamente no “Manuscript Releases Volume Eight” (1990), MR. 655m, mas antes em um trabalho de 12 de setembro de 1978, intitulado “Wylie’s Language Used to Describe What She Had Already Seen Herself May 15, 1887”.

“Zurique está agradavelmente situada sobre as margens do lago com esse nome. Esta é uma nobre expansão de água, rodeada por bordas que se inclinam suavemente até acima, cobertas aqui por vinhedos e ali por bosques de pinho, dentre os quais aldeias e brancas vilas cintilam e animam o cenário, enquanto no horizonte distante se vêem o glaciar se combinando com as nuvens douradas. À direita, a região está cercada pelas escarpadas muralhas dos Alpes Brancos, mas as montanhas retrocedem da orla e, permitindo que a luz caia livremente sobre o regaço do lago e sobre a ampla curva de suas encantadoras e férteis margens, dão uma frescura e uma espaciosidade à cena que se vê desde a cidade, que contrasta notavelmente com o vizinho Lago de Zug, no qual as plácidas águas e a tranqüila margem parecem estar perpetuamente envoltas nas sombras das grandes montanha” (pág. 501) “Zurique está agradavelmente situada às margens do Lago Zurique. Esta é uma nobre extensão de água, rodeada por bordas que se inclinam até acima, cobertas por vinhedos e bosques de pinho, no meio dos quais cintilam aldeias e brancas vilas entre árvores e colinas cultivadas que lhe dão variedade e beleza à paisagem, enquanto no horizonte distante se vêem o glaciar combinando-se com as nuvens douradas. À direita, a região está cercada pelas escarpadas muralhas dos Alpes Brancos, mas as montanhas retrocedem da orla e, permitindo que a luz caia livremente sobre o regaço do lago e sobre a ampla curva de suas encantadoras e férteis margens, dão à paisagem uma beleza que não poderia igualar nem a pluma nem o pincel do artista. O vizinho lago de Zug tem um marcado contraste com o de Zurique. Suas plácidas águas e tranqüilas margens parecem estar perpetuamente envoltas nas sombras”.

A correspondência acima foi extraída do livro “A Mentira Branca”, de Walter T. Rea, 1982, disponível aqui. Citarei algumas das demais correspondências reveladas aqui. Não pude checar todas as fontes, mas a grande maioria está disponível para download e nesses casos pude checar por mim mesmo, fornecendo todos os dados para que outras pessoas possam averiguar por si mesmas também.

The Life and Epistles of the Apostle Paul (1852),

de W. J. Conybeare/J. S. Howson

The Spirit of Prophecy (1878)

de Ellen G. White

“Subornaram a testemunhas falsas para acusá-lo de blasfemar contra Moisés e contra Deus.” (pág. 73) “Alugaram testemunhas falsas para testemunhar que o tinham ouvido falar palavras blasfemas contra o templo e contra a lei.” Vol. 3 (pág. 295).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“False witnesses were hired to testify that they had heard him speak blasphemous words against the temple and the law.”

“E as testemunhas (que, de acordo com a Lei, requeria-se que arrojassem as primeiras pedras) despojaram-se de suas vestimentas exteriores e as puseram aos pés de Saulo…” (pág. 77).

 

“Requereu-se-lhe às testemunhas que tinham acusado a Estevão que arrojassem as primeiras pedras. Estas pessoas puseram suas roupas aos pés de Saulo…” – Vol. 3 (pág. 299).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The witnesses who had accused Stephen were required to cast the first stones. These persons laid down their clothes at the feet of Saul”

 

The Great Teacher (1836)

de John Harris – edição de 1870

The Acts of the Apostles (1911)

de Ellen G. White

“Mas a igreja de Cristo, por débil e defeituosa que seja, é o único objeto sobre a terra ao qual confere seu supremo cuidado… É o palco de sua graça, no qual faz experimentos de misericórdia sobre os corações humanos, e efetua transformações.” (pág. 160)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“But the church of Christ, enfeebled and defective as it may be, is that only object on earth, on which he bestows his supreme regard. … It is the theatre of his grace; in which he is making experiments of mercy on human hearts, and effecting transformations so amazing that angels look on with astonishment and joy.” (pág. 225 nessa edição)

“Por débil e defeituosa que seja, a igreja é o único objeto ao qual Deus confere seu supremo cuidado. É o palco de sua graça, no qual se deleita revelar seu poder para transformar os corações.” (pág. 12)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Enfeebled and defective as it may appear, the church is the one object upon which God bestows in a special sense His supreme regard. It is the theater of His grace, in which He delights to reveal His power to transform hearts.”

“Porque, enquanto alguma figura monstruosa, de ferocidade e poder brutos, considerava-se símbolo apropriado de cada monarquia precedente… enquanto eles prevaleciam pelo domínio do poder físico, toda arma carnal e todo instrumento de coação deveria ser desterrado de seu reino…” (pág. 152)

A versão em inglês do trecho acima é essa:

“For while some monstrous type, of brute ferocity and power, was deemed an appropriate symbol of each preceding monarchy a … while they prevailed by the ascendency of physical might, from his kingdom should be banished every carnal weapon, and instrument of coertion” (pág. 215 nessa edição)

“Não podia usar os reinos do mundo como comparação. Na sociedade, não encontrou nada com o que compará-lo. Os reinos da terra governam pelo domínio do poder físico; mas toda arma carnal, todo instrumento de coação está desterrado do reino de Cristo.” (pág. 12)

A versão em inglês do trecho acima é essa:

“He could not employ the kingdoms of the world as a similitude. In society He found nothing with which to compare it. Earthly kingdoms rule by the ascendancy of physical power; but from Christ’s kingdom every carnal weapon, every instrument of coercion, is banished.”

 

 

The Great Teacher (1836)

de John Harris – edição de 1870

The Desire of the Ages (1898)

de Ellen G. White

“Levantou seu tabernáculo em meio do acampamento humano, armou sua loja ao lado das lojas nossas, para atestar a presença de Deus, familiarizar-nos com seu caráter, e fazer-nos sensíveis a seu amor.” (pág. 90)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“he came and set up his tabernacle in the midst of the human encampment, pitched his tent side by side with our tents, to attest the presence of God, to make us familiar with his character and sensible of his love.” (pág. 137 nessa edição)

“Assim, Cristo levantou seu tabernáculo em meio de nosso acampamento humano. Armou sua loja ao lado das lojas dos homens, para que pudesse morar entre nós, e familiarizar-nos com seu divino caráter e sua vida”. (pág. 23)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“So Christ set up His tabernacle in the midst of our human encampment. He pitched His tent by the side of the tents of men, that He might dwell among us, and make us familiar with His divine character and life.”

 

Night Scenes in the Bible (1868-1870),

de Daniel March

Prophets and Kings (1916) ,

de Ellen G. White (livro póstumo)

– “Elias deve ter sido um homem de grande fé para estar disposto a pôr em perigo sua própria vida pela veracidade da qual tinha falado… Cruzou os fertilizadores ribeiros e as pantanosas planícies de Beth-shan… Pôde contemplar as verdes colinas de Samaria… o boscoso Carmelo… fontes de ribeiros perpétuos… Não. Esta terra não podia arder com a seca nem ser devastada pela fome.” (págs. 200-201).

O livro está disponibilizado online em inglês aqui. O trecho em inglês é:

“Elijah must have been a man of great faith to be willing to stake his very life upon the truthfulness of what he had spoken. … He crossed the fertilizing brooks and the marshy plains of Beth-shan. …he could survey the green hills of Samaria, and the excellency of wooded Carmel … fountains of perpetual streams. … Every winding brook and every green hill, every grove on the lieiglits and every cloud on the distant sea, would say to his doubting heart : “No, this land cannot be burned with drought nor wasted with famine.”

“Foi só por meio do exercício de uma fé forte no indefectível poder de Deus que Elias entregou sua mensagem… Elias tinha passado por ribeiros perenes, colinas cobertas de verdor, e majestosos bosques que pareciam estar fora do alcance da seca… O profeta poderia ter-se perguntado como é que os ribeiros, que nunca tinham deixado de fluir, podiam secar-se, ou como aquelas colinas e aqueles vales podiam ser consumidos pela seca.” – (pág.121).

O livro “Profetas e Reis” está traduzido e disponível online aqui. A tradução do trecho acima está ligeiramente diferente, entretanto:

“Foi somente pelo exercício de forte fé no infalível poder da palavra de Deus que Elias apresentou sua mensagem. … Elias havia passado por correntes sempre a fluírem, montes cobertos de verdura, majestosas florestas que pareciam estar além do alcance da seca. … O profeta podia ter sido levado a duvidar de como poderiam essas fontes que jamais cessaram de fluir tornarem-se secas, ou esses montes e vales serem calcinados pela sequidão. “

“Meus amigos! Fariam bem em orar para que lhes seja dado a vossos ministros fazer um melhor uso da liberdade que lhes foi divinamente confiada como uma terrível e responsabilíssima esperança, ‘para redargüir, repreender, e exortar com toda paciência e doutrina.’ … Nós mensageiros de Deus no lugar de Cristo, como mordomos dos mistérios de Deus. Falamos não de nós mesmos, senão dAquele, que é maior do que todos, manda-nos do que falemos. Vamos para adiante, rodeados por uma nuvem de testemunhas, como embaixadores do Rei de reis, e temos direito a anunciar nossa mensagem aos pecadores em nome de Deus, com um ‘Assim diz o Senhor!’… Oh… a santidade de nosso ofício! Oh, oxalá que nos penetrasse mais completamente, e fôssemos como Elias, ou Natã, ou o Batista, ou o apóstolo Paulo.” (pág. 67)

NÃO ACHEI ESSE TRECHO NO LIVRO INDICADO, O SITE DEVE TER TROCADO O NOME DO LIVRO.

 

 

 

“Oxalá que cada ministro se desse conta do sagrado de seu ofício e da santidade de seu trabalho, e mostrasse o valor que mostrou Elias! Como mensageiros designados pelo céu, os ministros estão numa posição de terrível responsabilidade. Têm de “redargüir, repreender, e exortar com toda paciência”… No lugar de Cristo, têm de trabalhar como mordomos dos mistérios do céu… Têm de ir para adiante por fé, recordando que estão rodeados por uma nuvem de testemunhas. Não têm de falar suas próprias palavras, senão as daquele, que é maior do que os potentados da terra, ordenou-lhes do que falem. Sua mensagem tem de ser: ‘Assim diz o Senhor.’ Deus chama a homens como Elias, Natã, e João Batista.” (pág. 142).

Em outra tradução:

“Quem dera sentisse cada pastor a inviolabilidade de seu ofício e a santidade de sua obra, e mostrasse a coragem revelada por Elias. Como mensageiros divinamente indicados, os pastores estão em posição de grave responsabilidade. Eles devem redargüir, repreender, exortar ‘com toda longanimidade e doutrina’. Em lugar de Cristo devem eles trabalhar como despenseiros dos mistérios do Céu, encorajando o obediente e advertindo o desobediente. Para eles a mundana sagacidade não deve ter nenhum peso. Nunca devem desviar-se do caminho que Jesus lhes ordenou seguir. Devem prosseguir em fé, lembrando-se de que estão rodeados por uma nuvem de testemunhas. Não devem falar suas próprias palavras, mas as palavras que Alguém maior que os potentados da Terra lhes ordenou falar. Sua mensagem deve ser: ‘Assim diz o Senhor’. Deus chama homens como Elias, Natã e João Batista”

“Nem bem tinha falado, quando o rugente fogo desce dos claros céus como a cintilação de um relâmpago… A súbita labareda cega os olhos da multidão e alumia toda a encosta da montanha… O povo, que observa desde longe, sobre os tetos das casas em Jezreel e em Samaria, e nos cerros de Efraim e Galiléia, assustam-se do que vêem. Parece-lhes como se a coluna de fogo que guiou a seus antepassados no deserto tivesse descido sobre o morro Carmelo. A multidão na montanha cai ao solo sobre seus rostos…” (pág. 212).

Na versão em inglês:

“No sooner has he spoken than the rushing flame descends from the clear heavens like the lightning’s flash, and the very stones of the altar are burnt up with the devouring fire. The sudden blaze blinds the eyes of the multitude and illumines the whole slope of the mountain with a light above the brightness of the sun. The people watching afar off, on the house-tops in Jezreel and Samaria, and on the hills of Ephraim and Galilee, are startled at the sight. It seems to them as if the pillar of fire that led their fathers in the desert had descended upon Carmel. The multitude on the mountain fall on their faces to the ground,”

“Não bem termina a oração de Elias quando chamas de fogo, como brilhantes relâmpagos, descem do céu… lambendo a água da valeta … A brilhantez da labareda alumia a montanha e deslumbra os olhos da multidão. Abaixo nos vales onde muitos observam em expectação os movimentos dos a mais acima, o descenso do fogo se vê claramente, e todos se assombram do que vêem. Parece-se à coluna de fogo que no Mar Vermelho separava aos filhos de Israel da hoste egípcia. O povo na montanha se prostra em admiração diante do Deus invisível.” (pág. 152)

Em outra tradução:

“Mal havia a oração de Elias terminado, e chamas de fogo, como brilhantes relâmpagos, descem do céu sobre o altar erguido, consumindo o sacrifício, lambendo a água do rego e devorando as próprias pedras do altar. O brilho das chamas ilumina o monte e ofusca os olhos da multidão. Nos vales abaixo, onde muitos estão observando em ansiosa expectativa os movimentos dos que estão em cima, a descida do fogo é claramente vista, e todos ficam maravilhados com o espetáculo. Ele lembra a coluna de fogo que no Mar Vermelho separou das tropas egípcias os filhos de Israel. O povo sobre o monte prostra-se em reverência perante o Deus invisível.”

 

The Christian’s Secret of a Happy Life (1875)

de Hanna W. Smith

The Ministry of Healing, (1905),

de Ellen G. White

“O oleiro toma a argila assim deixada para que ele a trabalhe, e começa a modelá-la e a dar-lhe forma, segundo sua vontade. A amassa e a trabalha; a despedaça e une os pedaços outra vez; a umedece, e depois a deixa secar. Algumas vezes, a trabalha por horas de uma só vez; algumas vezes a faz a um lado por dias, sem tocá-la;… A faz girar sobre a roda, a alisa e a suaviza, e a seca ao sol, coze-a no forno, e finalmente a saca de seu ateliê, um copo para sua honra e apto para seu uso.” (pág. 24 )

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The potter takes the clay thus abandoned to his working, and begins to mould and fashion it according to his own will. He kneads and works it, he tears it apart and presses it together again, he wets it and then suffers it to dry. Sometimes he works at it for hours together, sometimes he lays it aside for days and does not touch it. And then, when by all these processes he has made it perfectly pliable in his hands, he proceeds to make it up into the vessel he has purposed. He turns it upon the wheel, planes it and smooths it, and dries it in the sun, bakes it in the oven, and finally turns it out of his workshop, a vessel to his honor and fit for his use.”

“O oleiro toma a argila, e a modela de acordo a sua vontade. A amassa e a trabalha. A despedaça, e une os pedaços outra vez. Umedece-a, e depois a seca. A deixa estar por um momento sem tocá-la. Quando está perfeitamente dúctil, continua o trabalho de convertê-la num copo. Dá-lhe forma, e na roda, configura-a e pole-a. Seca-a ao sol, e coze-a no forno. Assim se converte num copo apto para ser usado.” (pág. 471).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The potter takes the clay and molds it according to his will. He kneads it and works it. He tears it apart and presses it together. He wets it and then dries it. He lets it lie for a while without touching it. When it is perfectly pliable, he continues the work of making of it a vessel. He forms it into shape and on the wheel trims and polishes it. He dries it in the sun and bakes it in the oven. Thus it becomes a vessel fit for use.”

 

 

 

Our Father’s House (1871),

de Daniel March

Messages to Young People (1930),

de Ellen G. White (livro póstumo)

“Vi à ave de presa em perseguição de uma tímida pomba. A pomba sabia que o falcão, ao efetuar seu ataque, deve abater-se desde uma altura maior. Assim que a indefesa criatura subiu, em círculo depois de círculo, mais e mais alto, para o céu. Sobre as colinas e sobre as montanhas… tratando em vão de atingir uma altura maior desde a qual possa apressar-se, como um raio, e agarrar a sua presa. Mas a pomba estava a salvo enquanto que continuasse voando a grande altura. Não tinha nada que temer das garras de sua rapina inimiga enquanto não permitisse que nada a fizesse baixar a terra. Mas uma vez que deixasse de subir, seu vigilante inimigo cedo atingiria uma maior altura, e desde ali disparar-se com mortal pontaria para destruí-la.” (pág. 255).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“I have seen the bird of prey in chase of the timid dove. The dove knew that the hawk, in making its attack, must swoop down from a loftier height. And so the defenceless creature rose, circle above circle, higher and higher, toward heaven. Above the hills and above the mountains, and above the morning clouds, the panting fugitive climbed with laboring wing, and all the while the eager hawk went screaming after, striving in vain to reach a loftier height from which to rush down, like a thunderbolt, and seize the prey. But the dove was safe so long as she continued to soar. She had nothing to fear from the talons of her rapacious foe so long as she suffered nothing to entice her back to the earth. But once let her cease to rise, and her watchful enemy would soon reach a loftier elevation, and from thence shoot down with deadly aim for her destruction.”

“Observou Você alguma vez um falcão perseguindo a uma tímida pomba? O instinto lhe ensinou à pomba que, para que o falcão possa agarrar a sua presa, deve voar mais alto do que sua vítima. Assim que ela sobe mais e mais alto no domo azul do céu, sempre perseguida pelo falcão, que trata de obter a vantagem. Mas é em vão. A pomba está a salvo enquanto que não permita que nada a detenha em seu vôo, ou a faça baixar à terra; mas que titubeie uma vez e voe mais baixo, e seu vigilante inimigo se abaterá sobre sua vítima. Uma e outra vez observamos esta cena com interesse, quase sem alento, todas nossas simpatias com a pequena pomba. Quão tristes ficaríamos ao vê-la cair vítima do cruel falcão!” (págs. 103-104)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Have you ever watched a hawk in pursuit of a timid dove? Instinct has taught the dove that in order for the hawk to seize his prey, he must gain a loftier ?ight than his victim. So she rises higher and still higher in the blue dome of heaven, ever pursued by the hawk, which is seeking to obtain the advantage. But in vain. The dove is safe as long as she allows nothing to stop her in her ?ight, or draw her earthward; but let her once falter, and take a lower ?ight, and her watchful enemy will swoop down upon his victim. Again and again have we watched this scene with almost breathless interest, all our sympathies with the little dove. How sad we should have felt to see it fall a victim to the cruel hawk!”

 

Origin and History of the Books of the Bible (1868),

de Calvin E. Stowe

Selected Messages (1958),

de Ellen G. White (livro póstumo)

“As mentes humanas são diferentes nas impressões que recebem da mesma palavra; e… um homem raras vezes dá a outro, de diferente temperamento, educação, e hábitos de pensamento exatamente a mesma idéia…” (pág. 17).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Moreover, human minds are unlike in the impressions which they receive from the same word ; and it is certain that one man seldom gives to another, of different temperament, education, and habits of thought, by language, exactly the same idea, with the same shape and color, as that which lies in his own mind”

“As mentes humanas variam. As mentes de diferente educação e pensamento recebem diferentes impressões das mesmas palavras, e é difícil para uma mente dar a alguém de diferente temperamento, educação, e hábitos de pensamento, mediante a linguagem, exatamente a mesma idéia que a que é clara em sua própria mente…” Vol. I (pág. 19.)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Human minds vary. The minds of different education and thought receive different impressions of the same words, and it is dif?cult for one mind to give to one of a different temperament, education, and habits of thought by language exactly the same idea as that which is clear and distinct in his own mind.”

Fonte: http://obraspsicografadas.org/2012/ellen-g-white-a-mdium-plagiadora-precursora-de-chico-xavier/

Perseguição aos Camponeses – Martinho Lutero

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Pesquisa: Ana Burke

Eu não vou impedir a um governante, mesmo que ele não tolere o Evangelho, de ferir e punir esses camponeses sem oferecer para submeter o caso a julgamento. … Se alguém acha que isso muito difícil, deixe-o saber que a rebelião é intolerável e que esta destruição do mundo é esperada a cada hora. ” Fonte: Martin Luther, Against the Robbing and Murdering Hordes of Peasants, May 1525

” Se Deus permite aos camponeses extirpar os príncipes para satisfazer a sua ira, ele vai dar a eles o fogo do inferno como recompensa. “Fonte : Letter of Martin Luther to John Ruhel, 4 May 1525

“Minha opinião é que é melhor que todos os camponeses sejam mortos do que morrer os príncipes e magistrados, porque os camponeses tomaram a espada sem autoridade divina. A única conseqüência possível da sua maldade satânica seria a devastação diabólica do reino de Deus . Mesmo que os príncipes abusem do seu poder, eles têm isto de Deus, e sob seu domínio o reino de Deus, pelo menos, tem a chance de existir. Portanto nenhuma piedade, nem tolerância deve ser mostrada aos camponeses, mas a fúria e indignação de Deus devem vir pra cima daqueles homens que não atenderam nem aviso de rendimento quando termos justos foram oferecidos a eles, mas continuaram com fúria satânica para confundir tudo …. para justificar piedade, ou favorecê-los é negar, blasfemar, e tentar puxar Deus do céu.” Fonte: Letter of Martin Luther to Nicholas Amsdorf, 25 May 1525

“Todas as minhas palavras eram contra os obstinados, os endurecidos, camponeses cegos, que não veem e nem ouvem, como qualquer um pode ver o que fazem, e ainda você diz que eu defendo o massacre dos camponeses pobres capturados sem piedade …. Para com os obstinados, endurecidos, camponeses cegos, que ninguém tenha piedade .

Eles dizem … que os senhores estão fazendo mau uso da sua espada para os matar muito cruelmente . Eu respondo: O que tem isso a ver com o meu livro? Por que colocar a culpa dos outros sobre mim? Se eles estão fazendo mau uso do seu poder, eles não aprenderam isso de mim, e eles terão sua recompensa …

Veja , então, se eu não tinha razão quando eu disse, no meu pequeno livro, que devemos matar os rebeldes, sem qualquer misericórdia. Eu não ensinei, no entanto, que a misericórdia não deve ser mostrada para os cativos e aqueles que se renderam”. Fonte: Martin Luther, An Open Letter Concerning the Hard Book Against the Peasants, July 1525

“Contras as hordas de camponeses (…), quem puder que bata, mate ou fira, secreta ou abertamente, relembrando que não há nada mais peçonhento, prejudicial e demoníaco que um rebelde”…Lutero encorajava os príncipes a castigarem os camponeses até mesmo com a morte.

“A Palavra de Deus nunca pode ser promovida sem vendaval, tumulto e perigo … É preciso tanto desencorajar a paz como a tranquilidade, ou então negar a Palavra. A guerra é do Senhor, que não veio trazer a paz. Tome cuidado para não esperar que a causa de Cristo vai avançar no mundo em paz e docemente, desde que se pode ver que a batalha tem sido travada com seu próprio sangue e também dos mártires “. Fonte: Carta de Martin Luther a Georg Spalatin, fevereiro 1520

Mestre dos Loucos, Martinho Lutero, fundador da Igreja Protestante

Foto: Rebeldes camponeses do século 6 Hans Lützelburger (+1526) nach Meister NH (nb NOT Hans Holbein d. J.)

A Verdadeira História de Moisés e dos Hebreus

Estátua moderna representando Tácito do lado de fora do Parlamento austríaco ( 56 – 118 d. C.)

 

Por Ana Burke

O historiador romano Cornélio Tácito (56-118 dC) relata as origens e costumes dos hebreus, quando os romanos estavam preparados para destruir Jerusalém. Isto é, ele nos mostra o contexto no qual Tito César, foi escolhido por seu pai para completar a subjugação da Judeia.

Tácito: History Book 5

No início deste ano, Tito César, que tinha sido escolhido por seu pai para completar a subjugação da Judéia, e que tinha ganhado distinção como um soldado, enquanto os dois ainda estavam sujeitos, começou a subir, em poder e reputação, com os exércitos e províncias apegados a ele. O jovem, ansioso para ser considerado superior no seu posto, sempre exibiu sua graça e sua energia na guerra. Sua cortesia e afabilidade despertou nos soldados uma obediência voluntária, estando ele muitas vezes misturado com os soldados comuns, enquanto trabalhava ou então marchando, sem prejudicar sua dignidade como general. Ele encontrou na Judéia três legiões, a 5, a 10 e 15, todos velhos soldados de Vespasiano. A estes acrescentou o 12 º da Síria, e alguns homens pertencentes ao 18 º e 3 º, a quem ele havia retirado de Alexandria. Esta força foi acompanhada por vinte  tropas aliadas e oito esquadrões de cavalaria, pelos dois reis Agripa e Sohemus, pelas forças auxiliares do rei Antíoco, por um forte contingente de árabes, que odiavam os judeus com o ódio habitual dos vizinhos, e, finalmente, por muitas pessoas trazidas da capital e da Itália com  esperanças particulares de garantir os afetos ainda descomprometidos do Príncipe. Com esta força Tito entrou no território do inimigo, preservar a ordem estrita em sua marcha, reconheceu cada ponto, e sempre pronto para dar batalha, acampou perto de Jerusalém.

Como eu estou a ponto de relacionar os últimos dias de uma cidade famosa, parece apropriado lançar alguma luz sobre a sua origem. Alguns dizem que os judeus eram fugitivos da ilha de Creta, que se estabeleceram na costa mais próxima da África no momento em que Saturno foi expulso de seu trono pelo poder de Júpiter. A prova disto está no nome. Há uma famosa montanha chamada Ida, em Creta e a tribo vizinha, a Idaei, veio a ser chamada Judaei por um bárbaro alongando o nome nacional.  Outros afirmam que, no reinado de Isis população a transbordante população do egito liderada por Hierosolymus e Judas, se espalhou para os países vizinhos. Muitos, ainda, dizem que eles eram uma raça de origem etíope, que no tempo do rei Cepheus foram perseguidos pelo medo e pelo ódio de seus vizinhos e levados a buscar uma nova morada. Outros descrevem-nos como uma horda assíria que, não tendo território suficiente, tomou posse de parte do Egito, e fundaram cidades próprias e chamadas, o país hebreu, situadas nas fronteiras da Síria. Outros, ainda, atribuem uma origem muito distinta para os judeus, alegando que eles eram o Solymi, uma nação celebrada nos poemas de Homero, que chamou a cidade fundada por eles de Hierosolyma depois de seu próprio nome.

A maioria dos escritores, no entanto, concordam em afirmar que certa vez uma doença, que desfigurava horrivelmente o corpo, irrompeu sobre o Egito; e que o rei Bocchoris, em busca de um remédio, consultou o oráculo de Hammon, e foi aconselhado a limpar o seu reino, e os levar  para alguma terra estrangeira esta detestada pelos deuses. As pessoas, coletadas após diligente busca, encontraram-se deixadas em um deserto, em sua maior parte, em um estado de estupor e dor, até que um dos exilados, Moises por nome, advertiu-os a não esperar qualquer alívio de Deus ou homem, abandonados como estavam por ambos, mas que deveriam confiar em si mesmos, adotando como líder um homem enviado do céu para ajudá-los a sair da sua miséria presente.  Eles concordaram, e em completa ignorância começaram a avançar de forma aleatória. Nada, porém, angustiava-os tanto como a escassez de água, e eles estavam prestes a perecer em todas as direções ao longo da planície, quando uma manada de burros selvagens foi vista se retirando do seu pasto para uma rocha sombreada por árvores. Moises os seguu, e, guiado por manchas deixadas por eles na grama, descobrindo então, uma fonte abundante de água.  Isto deu a eles certo alívio alívio. Depois de uma jornada contínua, durante seis dias, no sétimo eles se instalaram em um país, de onde expulsaram os habitantes, e onde  fundaram uma cidade e um templo.

Moises, querendo garantir no futuro a sua autoridade sobre o país, deu-lhes uma nova forma de adoração, oposta a tudo o que era praticado por outros homens. Coisas que são sagradas pra nós, pra eles não tem santidade, enquanto eles permitem o que para nós é proibido. Em seu lugar santo eles consagraram uma imagem de animal por cuja orientação encontraram libertação das suas longas andanças e da sede. Eles matam o carneiro, aparentemente em escárnio a Hammon, e sacrificam o boi, porque os egípcios os adoravam como Apis. Eles abstem-se de carne de porco, tendo em consideração o que eles sofreram quando foram infectadas pela lepra sendo este animal o responsável. Pelos seus jejuns freqüentes eles ainda testemunham a longa fome de dias anteriores, e o pão judeu, feito sem fermento, é mantido como um memorial da apressada colheita do milho.  Fomos informados de que o descanso no sétimo dia foi adotado, porque este dia trouxe consigo uma cessação das suas fadigas; depois de um tempo o encanto da indolência levou-os a  deixar o sétimo ano também para a inatividade. Mas outros dizem que é uma observância em honra de Saturno, ou a partir dos elementos primitivos de sua fé, transmitida a partir de Idaei, onde dizem ter compartilhado o vôo deste deus, e que o mesmo criou a sua raça, ou a partir da circunstância de que as sete estrelas, que regem os destinos dos homens Saturno se movimenta na órbita mais alta sendo o deus mais poderoso, e que muitos dos corpos celestes completam suas revoluções e cursos em múltiplos de sete.

Este culto, no entanto introduzido, é confirmado pela sua antiguidade, assim como todos os seus outros costumes, que são ao mesmo tempo perversos e repugnantes, devem a sua força a sua própria maldade. O que mais havia de degradante em outras raças, desprezando as suas crenças nacionais, se transformaram para eles em contribuições e presentes. Isso aumentou a riqueza dos judeus, como também o fato, de que eles são, entre eles, inflexivelmente honestos e sempre prontos a mostrar compaixão, muito embora eles considerem o resto da humanidade com todo o ódio destinado a inimigos. Eles sentam-se à parte nas refeições, dormem separados, e embora, como uma nação, são singularmente propensos a luxúria, se abstem de relações sexuais com mulheres estrangeiras; mas entre si mesmos nada é ilegal. A circuncisão foi adotado por eles como uma marca de diferença deles em relação a outros homens. Aqueles que vêm para a sua religião precisam adotar a prática, e tem esta lição incutida em suas mentes, tendo que desprezar todos os deuses, renegar o seu país, e se fixar em absolutamente nada, nem mesmo nos pais, suas próprias crianças, ou irmãos. Ainda que seus costumes contribuíram para aumentar o número deles. É um crime entre eles matar qualquer criança recém-nascida. Eles sustentam que as almas de todos que morrem em uma  batalha ou pelas mãos do carrasco são imortais. Assim, existe uma paixão em propagar sua raça e desprezo pela morte. Eles estão acostumados a enterrar, em vez de queimar os seus mortos, e seguindo o costume egípcio, eles conferem o mesmo cuidado aos mortos, e possuem a mesma crença que eles no mundo inferior. Muito diferente é a sua fé sobre as coisas divinas. Os egípcios adoram muitos animais e imagens de forma monstruosa, e os judeus têm concepções puramente mentais da Divindade, como um em essência. Eles chamam de profanos aqueles que fazem representações de Deus na forma humana e a partir de materiais perecíveis. Eles acreditam que para ser supremo e eterno, não pode existir a capacidade de representação, nem decadência. Eles, portanto, não permitem quaisquer imagens em suas cidades, muito menos em seus templos. Mas esta honra não se aplica aos seus reis, e nem aos nossos imperadores. De fato, no entanto, os seus sacerdotes costumavam cantar ao som da música de flautas e címbalos, e usavam guirlandas de hera, sendo que uma videira de ouro foi encontrada no templo, levando alguns pensar que eles adoravam pai Liber, o conquistador do Oriente, embora as suas instituições não condiz com esta teoria, pois Liber estabeleceu um culto festivo e alegre, enquanto a religião judaica é de um extremo mau gosto.

Verificação da existência ou não do rei Bocchoris

O rei egípcio Bocchoris, citado por Tácito realmente existiu. Segundo ele este rei recolheu todas as pessoas doentes, portadoras de lepra e as deixou no deserto. Entre estas pessoas doentes estava Moisés que veio então a ser o seu líder, fundando uma nova religião.

Bakenranef , conhecido pelos gregos antigos como Bocchoris,  foi brevemente um rei da Vigésima quarta dinastia do Egito. Baseado em Sais no Delta ocidental, ele governou o Baixo Egito a partir de c. 725-720 aC. Embora o historiador ptolomaico egípcio do período Manetho considera-o o único membro da Vigésima quarta dinastia, os estudiosos modernos incluem seu pai Tefnakht nessa dinastia. Apesar de Sexto Júlio Africano citar Manetho afirmando que “Bocchoris” governou por seis anos, alguns estudiosos modernos diferem novamente e atribui-lhe um reinado mais curto, de apenas cinco anos, com base em evidências em uma stela sobre o enterro de um touro Apís. É estabelecido que o reinado de Bakenranef só terminou no início de seu sexto ano de reinado que, sob o sistema de datação egípcio, significa que ele teve um reinado de cinco anos completos. O prenome de Bakenranef ou nome real, Wahkare, significa “Constante é o Espírito de Re” em egípcio.

Manetho é a fonte para dois eventos do reinado de Bakenranef. A primeira é a história que um cordeiro que proferiu a profecia de que o Egito seria conquistado pelos assírios, uma história mais tarde repetida por autores clássicos como Cláudio Eliano (De Natura Animalis 12,3). A segunda foi que Bakenranef foi capturado por Shabaka, um rei da vigésima quinta dinastia, que executou Bakenrenef queimado-o vivo.

Portanto, O Velho Testamento nunca existiu antes do rei Bocchoris, ou seja, antes de 725 a. C. Considerando todo o tempo em que erraram pelo deserto, pode ter sido escrito muito mais tarde que isto. Assim, é certo que a maioria dos relatos contidos nele, não passam de lendas.

Quem era  o Rei Bocchoris?

Seu caráter real é desconhecido, mas como ele deixou uma profunda impressão sobre as memórias de seu povo, é natural concluir que ele mostrou, às vezes, tanto capacidade como administrador como energia. Muitas lendas relacionadas com elementos milagrosos prevaleceram e circularam a respeito dele. Ele era, de acordo com essas contas, fraco no corpo e insignificante na aparência, mas compensava pela capacidade mental e bom senso. Ele foi creditado por ter sido simples no seu estilo de vida, e foi reconhecido como um dos seis grandes legisladores produzidos pelo Egito. A lei sobre a dívida e as taxas de juro legal, foi atribuída a ele, que também ficou famoso pela retidão de seus juízos, os quais foram considerados como vindos de inspiração divina. Isis concedeu a ele uma serpente, que, enrolando-se em volta de sua cabeça quando ele se sentava na cadeira de juiz, o cobria com sua sombra, e advertia-lhe para não esquecer por um momento os princípios inflexíveis de equidade e de verdade.

Uma coleção das decisões famosas nas quais o Rei Bocchoris tomou parte existiram no período greco-romano, e um deles foi o caso entre duas mães que disputavam a posse de uma criança. Lowy reconhece que as lendas de Bocchoris em relacão à disputa das mães pela criança, apresentam as mesmas característcas do caso ilustrado na bíblia, o famoso julgamento de Salomão (1 Reis III, 16-28).

Os dois textos abaixo são fragmentos da enciclopédia britânica sobre Bocchoris.

A lei egípcia , a lei que se originou com a unificação do Alto e do Baixo Egito sob o rei Menes (c. 2925 a. C.) e cresceu e se desenvolveu até a ocupação romana do Egito (30 a. C.). […] O código formal egípcio de lei foi preservado, apesar de vários faraós , como Bocchoris ( 722 a. C. – 715 a. C.), conhecidos como legisladores . A autoridade final na solução de controvérsias era do faraó, cujos decretos eram supremos. Por causa da natureza complexa da administração legal , o faraó delegava poderes aos governadores provinciais e outros funcionários. Ao lado do faraó, o indivíduo mais poderoso era o vizir , que dirigia todos os ramos administrativos do governo. Ele sentava-se no julgamento em processos judiciais …

Depois que Piye voltou a Cush , Tefnakhte reafirmou sua autoridade , no norte, onde , de acordo com Manetho , ele acabou sendo sucedido por seu filho Bocchoris como o único rei da dinastia 24 (722 a.C – 715 a. C.). O irmão de Piye Shabaka entretanto fundou a dinastia rival 25 e trouxe todo o Egito sob seu domínio (719-703 a. C.). Ele havia Bocchoris queimados vivos e removeu todos os outros pretendentes para a realeza .
Neste período, a política interna do Egito foram afetados pelo crescimento do Império Assírio . Na Palestina e na Síria freqüente…

CONCLUSÃO:

A bíblia nunca menciona o nome de nenhum rei ou faraó do egito, o que é muito estranho. Se a bíblia fosse realmente um livro histórico, ela jamais omitiria algo tão importante.

O deus dos hebreus era Saturno e por isto está justificado a proibição em representar este deus na forma humana.

Nunca existiram as pragas do Egito e Moisés não tinha uma vara mágica

Moisés e os hebreus nunca atravessaram o mar vermelho, mas foram deixados no deserto por estarem doentes. O rei do Egito nunca os perseguiu, apenas tomou uma providência considerada normal na época para que as pessoas saudáveis não fossem infectadas com a lepra.

 

Exemplos bíblicos sobre a preocupação dos Hebreus com a LEPRA.

Depois o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se grandemente se houver estendido na pele, o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
Mas se a mancha parar no seu lugar, e na pele não se estender, mas se recolher, inchação da queimadura é; portanto o sacerdote o declarará por limpo, porque inflamação é da queimadura.
E, quando homem ou mulher tiver chaga na cabeça ou na barba,
E o sacerdote, examinando a chaga, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e pêlo amarelo fino há nela, o sacerdote o declarará por imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.
Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, e eis que, se ela não parece mais funda do que a pele, e se nela não houver pelo preto, então o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.
E o sacerdote examinará a praga ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se tiver estendido, e nela não houver pelo amarelo, nem a tinha parecer mais funda do que a pele,
Então se rapará; mas não rapará a tinha; e o sacerdote segunda vez encerrará o que tem a tinha por sete dias.
Depois o sacerdote examinará a tinha ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se houver estendido na pele, e ela não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote o declarará por limpo, e lavará as suas vestes, e será limpo.
Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,
Então o sacerdote o examinará, e eis que, se a tinha se tem estendido na pele, o sacerdote não buscará pêlo amarelo; imundo está.
Mas, se a tinha ao seu ver parou, e pêlo preto nela cresceu, a tinha está sã, limpo está; portanto o sacerdote o declarará por limpo.
E, quando homem ou mulher tiver manchas lustrosas brancas na pele da sua carne,
Então o sacerdote olhará, e eis que, se na pele da sua carne aparecem manchas lustrosas escurecidas, é impingem que floresceu na pele, limpo está.
E, quando os cabelos do homem caírem da cabeça, calvo é, mas limpo está.
E, se lhe caírem os cabelos na frente da cabeça, meio calvo é; mas limpo está.
Porém, se na calva, ou na meia calva, houver praga branca avermelhada, é lepra, florescendo na sua calva ou na sua meia calva.
Havendo, pois, o sacerdote examinado, e eis que, se a inchação da praga, na sua calva ou meia calva, está branca, tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne,
Leproso é aquele homem, imundo está; o sacerdote o declarará totalmente por imundo, na sua cabeça tem a praga.
Também as vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e a sua cabeça será descoberta, e cobrirá o lábio superior, e clamará: Imundo, imundo.
Todos os dias em que a praga houver nele, será imundo; imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.
Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho,
Ou no fio urdido, ou no fio tecido, seja de linho, ou seja de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de peles,
E a praga na roupa, ou na pele, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou em qualquer coisa de peles aparecer verde ou vermelha, praga de lepra é, por isso se mostrará ao sacerdote,
E o sacerdote examinará a praga, e encerrará aquilo que tem a praga por sete dias.
Então examinará a praga ao sétimo dia; se a praga se houver estendido na roupa, ou no fio urdido, ou no fio tecido ou na pele, para qualquer obra que for feita da pele, lepra roedora é, imunda está;
Por isso se queimará aquela roupa, ou fio urdido, ou fio tecido de lã, ou de linho, ou de qualquer obra de peles, em que houver a praga, porque lepra roedora é; com fogo se queimará.
Mas, o sacerdote, vendo, e eis que, se a praga não se estendeu na roupa, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles,
Então o sacerdote ordenará que se lave aquilo no qual havia a praga, e o encerrará segunda vez por sete dias;
E o sacerdote, examinando a praga, depois que for lavada, e eis que se ela não mudou o seu aspecto, nem se estendeu, imundo está, com fogo o queimarás; praga penetrante é, seja por dentro ou por fora.
Mas se o sacerdote verificar que a praga se tem recolhido, depois de lavada, então a rasgará da roupa, ou da pele ou do fio urdido ou tecido;
E, se ainda aparecer na roupa, ou no fio urdido ou tecido ou em qualquer coisa de peles, lepra brotante é; com fogo queimarás aquilo em que há a praga;
Mas a roupa ou fio urdido ou tecido ou qualquer coisa de peles, que lavares, e de que a praga se retirar, se lavará segunda vez, e será limpa.
Esta é a lei da praga da lepra na roupa de lã, ou de linho, ou do fio urdido, ou tecido, ou de qualquer coisa de peles, para declará-la limpa, ou para declará-la imunda. Levítico 13:1-59

http://www.sacred-texts.com/cla/tac/h05000.htm

http://www.britannica.com/EBchecked/topic/180740/Egyptian-law # ref70850

http://www.britannica.com/EBchecked/topic/180468/ancient-Egypt/22333/The-24th-and-25th-dynasties#ref306831