Análise das Profecias Bíblicas

A humanidade herdou das tradições religiosas alguns livros tidos como “sagrados” e “divinamente inspirados”, que refletem, segundo seus seguidores, a Verdade Absoluta em suas incomparavelmente sábias linhas. Uma característica significativa desses livros é a existência de profecias em profusão. O que, em certo sentido, é proveitoso, visto que as profecias são passíveis de comprovação experimental.

A Bíblia, assim como os outros livros fundamentais de outras crenças religiosas, contém profecias. Essa constatação é evidente a qualquer leitor, inclusive o pouco atento. Constitui-se num fato digno de nota o uso freqüente das “profecias” bíblicas por parte de cristãos para uma “demonstração” da origem divina da Bíblia.

É oportuno, portanto, colocar-se a seguinte questão: podem ser consideradas legítimas as profecias contidas na Bíblia? Primeiramente, creio que, para uma profecia ser julgada legítima, é necessário que ela cumpra as seguintes condições:

  1. descreva um evento posterior à sua escrita;
  2. seja impossível ‘prever’ o evento futuro por meios naturais;
  3. o fato tenha realmente ocorrido de forma se não exata, pelo menos essencialmente semelhante à descrita pela profecia.

Assim, a questão acima é razoavelmente respondida tendo em vista que uma profecia que não satisfaça esses pré-requisitos não pode ser qualificada de ‘válida’. Não reinvidico em absoluto para esse método a virtude da originalidade, tampouco julgo-o provido de sutilezas intelectuais, porém julgo-o suficientemente simples e poderoso para meus propósitos.

Comecemos nossa análise com uma profecia célebre. O leitor já deve ter tido conhecimento (mesmo que não tenha lido a Bíblia, mas através de outros livros ou filmes) de um evento trágico narrado na Bíblia: a matança de crianças executada a mando do rei Herodes. Esse suposto evento é descrito de modo freqüente por nossos amigos cristãos como o cumprimento da profecia: “Eis o que diz o Senhor: Ouve-se em Ramá uma voz, lamentos e amargos soluços. É Raquel que chora os filhos, recusando ser consolada, porque já não existem” (Jeremias 31:15).

Quais os elementos dessa “profecia” são dignos de análise? Na realidade, devemos observar se o exemplo acima é realmente uma profecia que se concretizou. Eu não concordo que o seja, por diversas razões. Em primeiro lugar, ela é extremamente obscura, passível de inúmeras interpretações. O fato de uma mãe chorar o seu filho morto não nos leva a inferir, de forma alguma, que este foi morto a mando do rei, tampouco que este perverso rei denomina-se Herodes (não ignoro que minha incapacidade de constatar tal fato possa ser interpretada como sintoma de minha profunda degradação moral). Em segundo lugar, é possível que a matança tenha sido inventada para que se cumprisse a profecia (desse modo, efetuaria-se uma inversão do comumente aceito: o evento foi criado para que a profecia fosse legitimada).

Creio que esses argumentos acima não convenceriam nossos amigos cristãos, porque simplesmente estabelecem uma possibilidade alternativa, porém não garantem o que realmente ocorreu. Assim, para mostrar um argumento mais poderoso, é necessário que nos concentremos um pouco em um historiador judeu da época: Flávio Josefo. Seus escritos costumam ser usados pelos cristãos para tentar comprovar a existência de Cristo, pois em alguns trechos Josefo menciona Jesus. O desejo de comprovar uma existência do Messias fez com que os cristãos, precocemente na minha concepção, atribuíssem a Josefo uma característica: a imparcialidade, qualidade esta que seria necessária para que um judeu se referisse a Cristo sem criticá-lo.

Explico neste momento o porquê da minha crença de julgar apressada, por parte dos cristãos, a atitude de rotular Josefo como imparcial. Estudos de universidades alemãs na década de 90 indicam serem fraudes e alterações dos escritos originais os trechos que mencionam Jesus nos escritos de Josefo (digno de nota o fato de que Voltaire já esposava esta opinião). Exames mostram serem estes mais recentes que os textos restantes, e uma leitura atenta de Josefo também revela uma clara interrupção da lógica do texto quando há uma referência a Jesus, o que consiste, sem sombra de dúvida, numa evidência a mais de que houve um acréscimo posterior por parte de cristãos.

Porém, por caridade, concedamos a Josefo (ou melhor, aos escritos imputados a Josefo), por uns instantes somente, a virtude da imparcialidade. Então, logo após este ato de caridade, vislumbraremos impressionados um fato constrangedor: Josefo não menciona nenhuma tragédia de matança de crianças ! Um historiador atento e brilhante como ele certamente não deixaria de mencionar esse evento do qual era muito próximo temporalmente, que teria sido considerado uma tragédia, e seria digno, sem sombra de dúvida, de muitos comentários. Este fato é inclusive reconhecido por muitos historiadores cristãos. E para que não se argumente que Josefo tinha de alguma forma receio de revelar a crueldade de Herodes, pode-se observar que ele relata pormenorizadamente eventos muito menos importantes e jamais revela a mínima pretensão de esconder a extrema maldade do famigerado rei. Nesse instante, somos capazes de compreender em maior profundidade a posição moderna adotada pelo menos pela ala mais liberal da Igreja Católica: ao manter sua crença na imparcialidade de Josefo, ela pronuncia, coerentemente, que, provavelmente , a matança de meninos de menos de dois anos consiste numa simbologia, uma lição a ser aprendida pelo cristãos: de que, irremediavelmente, a vinda do Messias estava assegurada, sendo ineficaz qualquer tentativa de impedi-la (pelo menos essa foi a interpretação que ouvi de um padre).

Não é necessária grande inteligência para que notemos que essa crença simplesmente derruba toda a consistência da defesa de legitimidade da profecia, pois, se não houve o cumprimento da profecia, não é preenchido um pré-requisito essencial para que essa seja considerada verdadeira.

Outra “profecia” famosa encontraria-se em Isaías 7:14: “Por isto, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará a luz um filho, e o chamará ‘Deus Conosco'”. O cumprimento dessa profecia encontraria-se em Mateus 1:18 : “Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que ela concebeu por virtude do Espírito Santo”. Sou capaz até de vislumbrar por uns momentos o sorriso de superioridade dos cristãos ao mostrarem aos céticos essa profecia, satisfeitos pela “demonstração insofismável” da validade de sua crença.

Será então que realmente estamos diante de uma legítima profecia? Em meu modesto julgamento, não; primeiramente, poderia argumentar que não sabemos se a história contada em Mateus corresponde à realidade, podendo ter sido inventada para que se cumprisse a profecia. Porém não vou concentrar-me neste foco (mesmo porque este argumento é ineficaz para os cristãos, que julgam a Bíblia um espelho da verdade), irei desviar-me com a devida permissão do leitor para deter-me por uns instantes nos judeus. Como todos sabem, os judeus detém os originais em hebraico do Antigo Testamento (para o leitor que ignora, Isaías encontra-se no Antigo Testamento). No manuscrito original em hebraico, em posse dos judeus , lê-se “uma mulher” onde agora lemos “uma virgem” . Os cristãos dizem que os judeus mentem para não admitir a divindade de Cristo, e os judeus respondem que os cristãos adulteram a antiga lei para atender aos seus propósitos. Porém, se nos manuscritos originais lemos “uma mulher” , o leitor há de convir que há uma real possibilidade de que a profecia nem exista, pois certamente não constituiria um ato de suprema inteligência se prever que um homem nascerá de uma mulher (pelo menos sou incapaz de conceber o contrário). Desse modo, pode haver duas explicações muito naturais para esta profecia: a falsibilidade do Novo Testamento ou a adulteração do Antigo.

Em Miquéias 5:2 lemos:

“E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo”.

E, acreditando-se no Novo Testamento, Jesus nasceu em Belém. Esse fato é amplamente utilizado pelos cristãos para “provar” que Jesus realmente foi o Messias esperado. Todavia, coloquemos a questão de outra forma: definitivamente, o fato de uma pessoa nascer em Belém não indica que ela seja o “rei” de Israel. Essa conclusão faz com que essa profecia não seja, estritamente falando, uma prova lógica. Porém certamente isso não convenceria nossos irmãos cristãos. Então, penetremos mais a fundo neste tema. O evangelista Lucas faz-nos o favor de acrescentar, a título de explicação, que José e Maria foram obrigados a viajar até a Belém por causa de um censo “ordenado quando Quirino era governador da Síria”. Porém, os registros romanos provam, sem sombra de dúvida , que o governador Quirino só assumiu o cargo 12 anos após o nascimento de Jesus! Além de que nunca se ouviu falar de um censo que obrigasse as pessoas a deslocarem-se provisoriamente para outra cidade; tal ordem é absurda e, sem dúvida, geradora de tamanho caos para um estado que nenhum imperador ousaria pô-la em prática. Assim a previsão de Miquéias perde muito de sua credibilidade e vigor que tanto impressiona os cristãos.
Desse modo, forneci os três exemplos mais famosos de profecias bíblicas, e creio que demonstrei serem elas pelo menos dignas de melhor análise. Contudo, há muitas outras, cujos eventos preditos jamais ocorreram , e, inexplicavelmente (ou compreensivelmente?), foram ignoradas por nossos amigos cristãos… Passemos em revista algumas delas.

  • Gênesis 15:18: “Naquele dia, o Senhor fez aliança com Abrão: ‘Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes, desde a torrente do Egito até o grande rio Eufrates: a terra dos cineus, dos ceneseus, dos cadmoneus, dos heteus, dos ferezeus, dos amorreus, dos cananeus, dos gergeseus e dos jebuseus’.”

O trecho acima consiste claramente numa promessa de posse, pelo povo de Israel, de uma extensa faixa de terra muito bem delimitada. Porém, um estudo histórico-geográfico imparcial nos demonstra que o território israelita nunca se estendeu até o Eufrates e é muito duvidoso que, dadas as condições político-diplomáticas atuais ele se estenda até mesmo para o Nilo…

  • Gênesis 17:3-8: “Abrão prostrou-se com o rosto por terra. Deus disse-lhe: ‘Este é o pacto que faço contigo: serás o pai de uma multidão de povos. De agora em diante não te chamarás mais Abrão, e sim, Abraão, porque farei de ti o pai de uma multidão de povos. Torna-te-ei extremamente fecundo, farei nascer de ti nações e terá reis por descendentes. Faço aliança contigo e com tua posteridade, uma aliança eterna, de geração em geração, para que eu seja o teu Deus e o Deus de tua posteridade. Darei a ti e a teus descendentes depois de ti, a terra em que moras como peregrino, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o teu Deus”
  • Gênesis 13:12-15: “Abrão fixou-se na terra de Canaã, e Lot nas cidades da planície, onde levantou suas tendas até Sodoma. Ora, os habitantes de Sodoma eram perversos, e grandes pecadores diante do Senhor. O Senhor disse a Abrão depois que Lot o deixou: ‘Levanta os olhos, e do lugar onde estás, olha para o norte e para o sul, para o oriente e para o ocidente: toda terra que vês, eu a darei a ti e aos teus descendentes para sempre’.”
  • Êxodo 32:13: “Lembrai-vos de Abraão, de Isaac e de Israel, vossos servos, aos quais jurastes por vós mesmos de tornar sua posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e de dar aos seus descendentes esta terra de que falastes, como uma herança eterna”.

Canaã consistia na terra a oeste do Rio Jordão e o Mar Morto, entre essas águas e o Mediterrâneo, a região mais tarde chamada Palestina. Por um problema histórico, os Judeus não receberam toda Canaã para uma possessão perpétua. Revoltas dos Judeus contra Roma em 132-135 d.C. levaram ao seu dispersamento pelo mundo. Por 18 séculos turcos, persas e árabes ocuparam a Palestina. Os Judeus começaram a retornar em número significativo apenas em 1921, um pouco antes da criação do moderno estado de Israel em 1948…

Salmos 89:4-5:
“Concluí, dizeis vós, uma aliança com o meu eleito;
Liguei-me por juramento a Davi, meu servo.
Conservarei sua linhagem para sempre,
Manterei teu trono em todas as gerações…”

Salmos 89:36-37:
“Jurei uma vez por todas pela minha santidade;
A Davi não faltarei jamais.
Sua posteridade permanecerá eternamente,
E seu trono, como o Sol, subsistirá diante de mim”

Observamos nos trechos acima que Deus promete que a descendência de Davi será perpétua. Seu trono durará para sempre, como o Sol. Entretanto, depois de Zedekiah não houve rei Davidiano por 450 anos. A linhagem real foi finalmente restaurada com Aristobolus, da dinastia Hasmoneana, mas ela também acabou. De acordo com uma profecia do Novo Testamento, Jesus receberá o trono de Davi e reinará para sempre (Lucas 1:32-33), mas mesmo assim a linhagem real foi interrompida e a profecia fracassou.
Deus havia prometido a Davi que sua linhagem real e seu trono durariam “de geração em geração”.

Isaías 17:1:
“Oráculo contra Damasco.
Damasco vai ser suprimida do número das cidades,
E será reduzida a ruínas abandonadas para sempre.
Suas cidades serão abandonadas aos rebanhos
Que virão repousar sem que ninguém os enxote.”

Esta passagem nos oferece mais uma oportunidade excepcional de avaliarmos a validade das declarações bíblicas. Após a Bíblia impugnar este destino terrível a Damasco, o que ocorreu? Segundo os textos sagrados, ela se tornaria um montão de ruínas, porém – apesar da maldição bíblica – Damasco, a capital da Síria (uma das cidades mais antigas do mundo), prospera hoje em dia. Ela tem sido continuamente habitada desde sua fundação. Ainda não se transformou em ruínas…

Isaías 34:6-17:
“A espada do Senhor está coberta de sangue,
Está impregnada de gordura,
Do sangue dos cordeiros e dos bodes,
Da gordura dos rins dos carneiros.
Porque há um sacrifício ao Senhor em Bosra,
Uma grande carnificina na terra de Edom;
Em vez de búfalos, os povos aí tombarão,
Uma multidão de robustos guerreiros, em lugar de touros.
Sua terra embeber-se-á de sangue,
O chão impregnar-se-á de gordura.
Porque é para o Senhor um dia de vingança,
Um ano de desforra para o defensor de Sião.
As torrentes da terra mudar-se-ão em pez,
E sua terra em enxofre;
O chão torna-se-á pez que arderá dia e noite;
Jamais se extinguirá, sua fumaça subirá de geração em geração;
Ele será transformado em deserto por toda a eternidade,
E jamais alguém passará por ali,
Será domínio do mocho e da garça,
A coruja e o corvo habitá-la-ão.
O Senhor estenderá sobre ela o cordel da destruição,
E o fio de prumo da desolação.
Os sátiros farão aí sua morada, … seus covis.
Nela não mais se falará em rei,
E todos os seus príncipes terão desaparecido.
Os espinhos crescerão em seus palácios,
As urtigas e os cardos, em suas fortalezas;
Será o corvil dos chacais e o parque dos avestruzes.
Nela se encontrarão cães e gatos selvagens,
E os sátiros chamarão uns pelos outros;
O espectro noturno freqüentará esses lugares
E neles encontrará o seu repouso.
A serpente lá fará seu ninho e porá ovos,
Chocá-los-á e fará sair da casca os filhotes;
Lá também se ajuntarão os abutres, nenhum estará ausente.
Procurai no livro do Senhor e lêde: nem um só deles faltará,
Porque é a boca do Senhor que os mandou,
E Seu espírito que os ajuntou.
Foi Ele que lhes designou seu quinhão,
Foi sua mão que lhes repartiu a terra com o cordel.
Eles a possuirão para sempre,
Habitá-la-ão de geração em geração…”

Peço antecipadamente desculpas ao caro leitor pela longa e exaustiva passagem que escrevi. Julguei interessante copiá-la na íntegra pelos detalhes que contém. O Criador infinitamente misericordioso nos descreve minuciosamente a tragédia que cairá sobre Edom, nos detalha (com prazer?) todo o sofrimento que Ele imporá a criaturas que Ele próprio gerou. A terra de Edom, que fica entre o Mar Morto e o Golfo de Ácaba, se tornará pez ardente. As suas torrentes se converterão em pez, o pó do seu chão, em enxofre; a sua terra ficará reduzida a pez ardente, que não se apagará noite e dia; a sua fumaça subirá para sempre; de geração em geração subsistirá a ruína; pelos séculos dos séculos não haverá que passe por ela. Todavia, essa profecia, inexplicavelmente, jamais ocorreu, e pessoas continuam passando através de Edom até os dias de hoje.

Jeremias 9:10:
“Farei de Jerusalém um amontoado de pedras,
Um covil de chacais;
E das cidades de Judá um deserto,

Onde ninguém mais habitará.”

Observamos aqui uma profecia bem explícita: Jerusalém e as cidades de Judá se tornarão um monte de pedras, uma morada de chacais, desoladas, sem habitantes. Contudo, nem Jerusalém e tampouco Judá alguma vez estiveram desoladas e sem habitantes em algum período (nem durante a dispersão dos Judeus) e o Novo Testamento prediz que Jerusalém será uma cidade eterna.

Jeremias 42:15-18:
“…então, escutai a palavra do Senhor, sobreviventes de Judá: Eis o que disse o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Obstinando-vos em partir para o Egito pela espada que temeis, pela fome que vos aterroriza, e lá morrereis. Quantos se obstinarem em ir para o Egito perecerão pela espada, fome e peste, e nenhum escapará ao flagelo que contra eles lançarei. Porquanto, eis o que diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Assim como o furor de minha cólera se lançou sobre os habitantes de Jerusalém, também contra vós se lançará, se fôrdes para o Egito. Servireis de exemplo de execração, sereis objeto de horror, de maldição e vergonha, e jamais tornareis a ver destes lugares.”

De acordo com a “profecia” acima, todos os Judeus que retornarem para viver no Egito, lá morrerão pela espada, pela fome e pela peste. Ninguém sobreviverá. Mas muitos Judeus viveram no Egito pacificamente. Muitos residem lá atualmente. Consta que em Alexandria os Judeus estabeleceram um grande centro cultural no primeiro século D.C…

Jeremias 49:33:
“Asor tornar-se-á guarida de chacais,
Eterna solidão onde ninguém mais habitará,
E onde doravante nenhum ser humano permanecerá.”
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Lemos acima que Asor, uma antiga cidade de Israel, se tornará um abrigo de chacais (ou dragões, dependendo da tradução). Um deserto para sempre. Ninguém viverá mais ali, homem algum habitará nela. Mas as pessoas jamais pararam de morar na cidade de Asor, e atualmente ela é uma cidade populosa.

Jeremias 51:24-31:
“Mas, à Babilônia e aos caldeus retribuirei, ante vossos olhos,
Todo o mal que fizeram a Sião – oráculo do Senhor.
É contra ti que me lanço, monte destruidor – oráculo do Senhor,
Tu que destróis toda a terra;
Contra ti vou estender a mão, para precipitar-te do alto dos
rochedos, e fazer de ti montanha em chamas,
De teus escombros não se poderá tirar pedra de ângulo, nem pedra
de alicerce,
Porque te hás de transformar em eterna ruína – oráculo do Senhor.”

Jeremias 51:37:
“Tornar-se-á a Babilônia um amontoado de pedras, covil de chacais,
Objeto de horror, lugar êrmo que será escarnecido.”

Vislumbramos realces de uma longa profecia sobre o violento desaparecimento da Babilônia e todos os habitantes da Babilônia ou Caldéia. Muitos inimigos a atacarão: os muros da Babilônia serão derrubados, suas portas serão abrasadas pelo fogo: ela será um monte de chamas, uma desolação perpétua. Evitei colocar essas “profecias” na sua integridade para não tornar o texto monótono, por isso, caso o leitor queira maiores detalhes, consulte o capítulo 51 de Jeremias.

Isaías 14:22-23:

“Levantar-me-ei contra eles, declara o Senhor dos exércitos,

Apagarei o nome e o vestígio de Babilônia,
Sua raça e sua posteridade, diz o Senhor.
Farei dela o domínio da garça real, um lodaçal.
Varrê-la-ei com a vassoura da destruição,
– palavra do Senhor dos exércitos.”

Outra profecia da destruição da Babilônia. Ela se tornará um lodaçal. Será varrida com a vassoura do extermínio. Apologistas bíblicos clamam que a pretensa realização desta profecia prova a veracidade literal da Bíblia. Entretanto a história mostra que a permanente e violenta destruição da Babilônia nunca ocorreu. O contexto da destruição profetizada indica que isto seria uma punição pelo domínio babilônico sobre os Israelitas, de 586 a 538 A.C.. Mas quando Babilônia finalmente morreu, foi pacificamente, não por um processo violento, no segundo século D.C., quando seus últimos habitantes a abandonaram, muito tempo depois que os cidadãos ainda poderiam ser considerados responsáveis pelo antigo tratamento que Babilônia deu à Israel.
Muitos inimigos marcharam contra Babilônia durante sua história, e de tempos em tempos um inimigo capturaria, ocuparia ou causaria algum dano, como ocorreu com a maioria das outras grandes cidades do período. Mas nunca houve um holocausto com danos permanentes. Em 538 A.C., por exemplo, os Persas conquistaram Babilônia. A cidade mais tarde se revoltou, então os Persas capturaram-na novamente, destruindo os muros da cidade no processo. Mas os muros foram reconstruídos e a cidade sofreu pouco dano. Em 330 A.C. Alexandre O Grande capturou Babilônia. A maioria dos seus habitantes se mudaram para a nova cidade de Selucia. Doravante, Judeus habitaram a cidade até o segundo século D.C., quando ela foi pacificamente abandonada. Babilônia é até mencionada no Novo Testamento: “A igreja escolhida de Babilônia saúda-vos, assim como também Marcos, meu filho” (I Pedro 5:13).

Ezequiel 26:3-4:
“Por isso, eis o que diz o Senhor JAVÉ:
Tiro, é contra ti que irei vou suscitar contra ti
Nações tão numerosas quanto as ondas que levantam o mar;
Elas destruirão os muros de Tiro e demolirão as torres,
Varrerei dela o pó, e dela farei uma rocha desnuda.”

Ezequiel 26:7-12:
“Eis o que diz o Senhor JAVÉ:
Do Norte, mando contra Tiro Nabucodonosor, rei de Babilônia, o rei dos reis
com parelhas, carros, cavaleiros e massa enorme de tropas.
Ele matará pela espada tuas filhas, que estão em terra firme,
comandará o bloqueio contra ti,
e contra ti empunhará o escudo.
Quebrará teus muros a golpes de aríetes,
com seus engenhos demolirá tuas torres.
Tão numerosos são os seus cavalos, que sua poeira te envolverá.
Tremerão as tuas muralhas,
aos embates de seus cavaleiros, das engrenagens de seus carros,
quando ele entrar por tuas portas,
como se entra em uma cidade conquistada.
Com os pés dos seus cavalos calcará todas as tuas ruas,
passará teu povo a fio de espada;
teus imponentes obeliscos religiosos serão arremessados por terra,
serão pilhadas as tuas riquezas, pilharão tuas mercadorias,
serão demolidas as tuas muralhas, arrasados os teus luxuosos palácios,
tuas pedras, tua madeira, tua caliça, serão lançadas ao mar.”

Ezequiel 27: 32: “Em sua aflição, entoarão uma ode fúnebre sobre teus males,

E a seguinte elegia:

‘Quem era semelhante a Tiro, agora emudecida no meio do mar?’ ”

Lemos acima “profecias” acerca da queda da cidade de Tiro. O rei Nabucodonosor da Babilônia virá com um exército, destruirá as muralhas e as torres, calcará todas as ruas com as patas de seus cavalos, matará todo o povo e lançará ao mar os escombros. Tiro teria, portanto, um fim terrível. Apesar da profecia, e a despeito de muito esforço (um cerco de treze anos!), a Babilônia falhou em capturar e destruir Tiro.
Fato digno de menção que a Bíblia admite que o esforço falhou. Então, Deus, para recompensar o esforço de Nabucodonosor de tentar destruir Tiro, deu-lhe o Egito. Podemos ler em Ezequiel 29:19-20: “Eis o que diz o Senhor Javé: Irei dar o Egito a Nabucodonosor, rei de Babilônia; ele pilhará suas riquezas; fará dele a sua presa, e repartirá os seus despojos; tal será o salário de seu exército. Por preço do trabalho feito contra Tiro, eu lhe dou o Egito, pois é para mim que trabalharam – oráculo do senhor JAVÉ.” Podemos observar um tanto estarrecidos o exercício da moralidade de Jeová: toda uma nação (o Egito) sofreria e seria despojada de suas riquezas para recompensar o rei Nabucodonosor por este ter se esforçado em destruir Tiro. Na realidade, conforme vamos ver posteriormente, nem essa nova promessa de conquista (do Egito) foi concretizada.
Para os interessados, a conquista de Tiro foi um feito reservado para Alexandre O Grande, 240 anos depois. Novamente, apesar de toda profecia, Tiro foi reconstruída e o Novo Testamento até a menciona (veja Lucas 10:13; Marcos 7:24, 31). Hoje em dia, Tiro (Sur) tem mais de 10.000 habitantes.

Ezequiel 29:9-12:
“O Egito se tornará um deserto e uma solidão; dessa forma se saberá que eu sou o Senhor. Pois dissese: o Nilo é meu, fui eu que o fiz, por isso vou arremessar-me contra ti, e contra os teus Nilos; farei do Egito um deserto e uma solidão, desde Migdol até Siene e até os confins da Etiópia. Nenhum pé humano passará aí, e também nenhum pé de animal; ele ficará inabitado durante quarenta anos. Farei do Egito um deserto entre os desertos e suas cidades ficarão desoladas durante quarenta anos; dispersarei os egípcios entre os povos e disseminá-los-ei entre outros países.”

O Egito será uma desolação e uma ruína e nenhum homem ou animal passará por ele. Ficará desabitado por quarenta anos. Os egípcios serão dispersados entre as nações. Nada disto ocorreu e a história mostra que o Egito têm sido continuamente habitado desde os dias da profecia.

Ezequiel 29:15:
“Será o Egito o mais modesto de todos os reinos, e não mais se erguerá acima das nações. Reduzirei sua população, para que ele não mais domine outras nações.”

O Egito será diminuído e nunca mais dominará outras nações. Entretanto em 1820 o Egito conquistou e dominou o Sudão. E desde a década de 60 têm sido uma potência econômico-militar naquela região.

Ezequiel 30:4-16:
“Sobre o Egito vai abater-se a espada, sobre a Etiópia vai reinar o terror, quando os mortos tombarem no Egito, quando se arrebatarem as riquezas da terra, e forem destruídos os seus fundamentos.

“Etíopes, gente de Put e de Lud, populações mescladas, gentes de Cub, assim como filhos da minha aliança cairão com eles sob a espada. Eis o que diz o Senhor: eles cairão, os sustentáculos do Egito, e o orgulho que lhe inspirava sua potência será humilhado: desde Migdol até Siene se sucumbirá sob o gládio – oráculo do Senhor Javé. O Egito será uma terra desolada entre todas, e suas cidades arruinadas entre as demais. Saber-se-á que sou eu o Senhor, quando eu tiver posto fogo no Egito e quando todos os seus aliados houverem fracassado.
Naquele dia, mensageiros de minha parte irão de navio para perturbar a segurança da Etiópia: sofrerá o terror, quando vier o dia do Egito; ora, ei-lo que vem. Eis o que diz o Senhor Javé: Eu vou aniquilar as multidões que povoam o Egito, pela mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia. Ele e seu povo, povo brutal entre todos, vão ser enviados para assolar a terra; desembainharão a espada contra o Egito e cobrirão a terra de cadáveres. Eu deixarei secos os braços do Nilo, entregarei a terra e celerados, saqueá-la-ei e a tudo quanto encerra por mão de bárbaros. Sou eu, o Senhor, que o digo. Eis o que diz o Senhor Javé: Farei desaparecer os ídolos e suprimirei os falsos deuses de Nof. Não haverá mais príncipe no Egito, e espalharei o terror nessa terra. Devastarei Patros, meterei fogo a Tânis, exercerei meus julgamentos sobre No; desencadearei o meu furor sobre Sin, a fortaleza do Egito; exterminarei a imensa população de No. Meterei fogo ao Egito. Sin se retorcerá no sofrimento. No será estraçalhada e Nof será assaltada em pleno dia.”

Ezequiel 30:22-26:
“E por isso, eis o que diz o Senhor Javé: É contra o Faraó, rei do Egito, que eu venho: Vou lhe romper também o braço são, do mesmo modo que aquele que já foi quebrado, e farei cair a espada de sua mão. Dispersarei os Egípcios entre as nações, eu os disseminarei por diversos lugares. Darei força ao braço do rei de Babilônia e lhe meterei na mão a minha espada, quebrarei o braço do Faraó, que soltará diante de si gemidos de um homem ferido de morte. Darei vigor ao braço do rei de Babilônia, a qual ele brandirá contra o Egito. Eu dispersarei os egípcios entre as nações, os disseminarei por diversos países. Assim reconhecerão que eu sou o senhor.”

Rei Nabucodonosor destruirá as multidões do Egito. Etiópia, Líbia e “populações mistas”, cairão com eles à espada. Os rios se tornarão secos, os egípcios serão espalhados por entre os povos e dispersados por entre as nações. Nunca mais haverá príncipe no Egito. Historicamente isto nunca ocorreu. Egípcios ainda vivem no Egito (a República Árabe do Egito): eles nunca foram espalhados ou dispersados. Nabucodonosor nunca destruiu o Egito ou conquistou a Etiópia, Líbia ou Lídia. Príncipes continuaram a governar o Egito muito tempo depois da morte de Nabucodonosor. Os rios do Egito jamais secaram.

Miquéias 7:13:
“A terra tornar-se-á um deserto, por causa de seus habitantes: tal será o fruto de suas obras.”

Sofonias 1:2-3:
“Destruirei tudo sobre a face da terra –
oráculo do Senhor,   farei perecer homens e animais, aves do céu e peixes do mar; exterminarei os ímpios com seus escândalos.
farei desaparecer os homens da superfície do mundo –         oráculo do Senhor.”

Sofonias 1:18:
“Nem sua prata, nem seu ouro poderão salvá-los
no dia da cólera do Senhor.   Toda a terra será devorada pelo fogo de seu zelo, porque ele aniquilará de repente toda a população da terra.”

Deus destruirá tudo sobre a Terra. Homens e gado, aves do céu e os peixes do mar. Toda a Terra será devorada, por causa dos atos perversos de seus habitantes. Naturalmente isto nunca ocorreu. E, sob à luz das promessas contidas no Novo Testamento, jamais ocorrerá…

Mateus 24:34:
“Em verdade vos declaro: Não passará esta geração antes que tudo isto aconteça.”

Marcos 13:30:
“Em verdade vos digo, não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.”

Lucas 21:32:
“Em verdade vos declaro, não passará esta geração sem que tudo isso se cumpra.”

Jesus antes das passagens citadas acima faz uma extensiva e detalhada descrição do fim do mundo e de sua segunda chegada. Depois acrescenta que tudo isto ocorrerá antes da passagem da presente geração. Alguns apologistas defendem estas passagens com a observação que a palavra “geração” poderia também ser traduzida como “raça”, na realidade extrapolando os princípios filológicos que regem os estudos de textos antigos.

João 5:25:
Em verdade, em verdade vos digo, vem a hora, e já está aí, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão”.

São muito freqüentes as passagens bíblicas nas quais Jesus declara que o fim do mundo está próximo. E dois milênios nos separam…

João 21:20-23:
“Voltando-se Pedro, viu que o seguia aquele discípulo que Jesus amava (aquele que estivera reclinado sobre o seu peito, durante a ceia, e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te há de trair?”.) Vendo-o, Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, e este? Que será dele?” Respondeu-lhe Jesus: “Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha? Segue-me tu.” Correu por isto o boato entre os irmãos de que aquele discípulo não morreria.”

Observamos aqui a existência de uma sugestão de Jesus, depois da Ressurreição, que ele retornaria ainda durante o tempo de vida de pelo menos um de seus discípulos. Note que o anônimo autor ou escriba do Livro de João reconheceu a falha ostensiva desta profecia e tentou explicá-la nos versos subsequentes.

I Tessalonicenses 4:15-17:
quot;Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: Por ocasião da vinda do Senhor, nós que ficamos ainda vivos, não precederemos os mortos. Quando fôr dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, o vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”

Outra declaração, por Paulo, que o retorno de Jesus ocorreria dentro do tempo de vida de alguns de seus contemporâneos.

I Pedro 4:7:
“O fim de todas as coisas está próximo. Sêde, portanto, prudentes e vigiai na oração.”

I Coríntios 7:29-31:
“Mas eis o que vos digo, irmãos: o tempo é breve.”

Hebreus 10:37:
“Ainda um pouco de tempo – sem dúvida, bem pouco -, e o que há de vir virá e não tardará.”

Declarações adicionais que o retorno de Jesus era iminente. Paulo até mesmo sugeriu na Epístola aos Coríntios que não se fizesse planos para o futuro. A leitura dessas passagens torna perfeitamente compreensível o curioso fato de que os primeiros cristãos acreditavam que o fim dos tempos estava próximo (esse fato é admitido inclusive pelos historiadores cristãos). Felizmente para nós, estavam equivocados… A maior parte dos cristãos advoga a opinião de que uma crença tem maior probabilidade de estar correta quanto mais próximo temporalmente estiver de Jesus o cristão que a possui (“estando próximos do tempo de Jesus, os primeiros cristãos bebem ainda da fonte imaculada da fé cristã, e essa pureza de doutrina reflete-se em seus escritos”, argumentam apologéticos bíblicos). A crença generalizada dos primeiros cristãos da proximidade do fim do mundo é prova eloqüente do contrário.

Isaías 52:1:
“Desperta, desperta, põe teus adornos, Sião, Veste teus trajes de gala, Jerusalém, cidade santa! Porque não mais verás penetrar em tua casa nem incurcisos nem impuros.”

Uma profecia que os “não-circuncidados e impuros” não mais entrariam na cidade de Jerusalém. A despeito desta profecia, os não-circuncidados e impuros viajam para Jerusalém nos dias de hoje.

Hebreus 11:13:
“Foi na fé que todos (nossos pais) morreram. Embora sem atingir o que lhes tinha sido prometido, viram-no e o saudaram de longe, confessando que eram só estrangeiros e peregrinos sobre a terra (Gen 23,4) ”

Observa-se acima a confissão de que uma promessa ou profecia de Deus, neste caso, falhou.

E aqui termino o “desfile” de profecias falhadas. Sei que muito provavelmente este texto será alvo de críticas cristãs – sem sombra de dúvida muito bem-intencionadas na piedade de salvaguardar sua fé em um Deus vivo – que demonstrarão com superioridade invejável que minhas análises são falsas e que a minha “interpretação literal” conduz a absurdos. Estranhamente, encaram essa constatação como um argumento contra mim, não contra a Bíblia, por meio de estranhos raciocínios que só aos mais puros e elevados é permitido compreender. Interessante notar serem eles – os comentadores dos textos bíblicos – capazes das mais profundas sutilezas e freqüentemente absurdamente hábeis para provar “incontestavelmente” fatos de que não possuem prova alguma. Seria, sem sombra e dúvida, muito produtivo que os nossos irmãos cristãos fossem capazes de raciocínios tão profundos em outros temas, porém este é o talvez seu estigma eterno, mais outro paradoxo companheiro das religiões: devotar o que de mais perfeito possuem: a razão – sacrificar o seu bem mais precioso – à serviço de toda uma crença fundada na fortaleza inexpugnável de uma irracionalidade infinda…

Fonte: http://www.mphp.org/religiao-e-seitas/uma-analise-das-profecias-biblicas..html

 

2 comentários sobre “Análise das Profecias Bíblicas

  1. Esta próximo o FIM da Igreja de Roma: profecias de Malaquias, João e Nostradamus
    Posted by Thoth3126 on 23/01/2017

    O FIM da Igreja de ROMA, as Profecias do monge Malaquias, Nostradamus e João no Livro do Apocalipse, FRANCISCO, o penúltimo Papa, depois dele virá o último papa, Pedro, o romano (será um papa francês…)

    Segundo conta a história, São Malaquias da Irlanda teria tido uma visão ao visitar o Papa Inocêncio II em Roma, em 1.139, que estava muito preocupado com os problemas da época…

    O que tem a ver o papa Bento XVI com as profecias de S. Malaquias, e do Apóstolo João, descritas no Livro do Apocalipse, se perguntará o desavisado leitor. O sucessor final (será um cardeal francês), após o pontificado do papa Francisco, tem tudo a ver com ambos os profetas, pois eles preveem o fim da igreja de Roma durante o papado de Pedro o sucessor de Francisco…

    https://thoth3126.com.br/o-fim-da-igreja-de-roma-profecias-de-sao-malaquias/
    .

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