Hipocrisia na Igreja Católica em relação aos gays

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G. NASINI mostra bem a hipocrisia instalada na Igreja Católica em relação aos gays, transcrito no texto a seguir:

“Quando comparamos essas características de personalidade e formas de comportamento com aqueles presbíteros e religiosos homossexuais que trabalham no Brasil, identificados por G. Nasini à base de questionários, diálogos e observações pessoais, não há como deixar de notar convergências nos pontos essenciais. Logo, não se trata, de forma alguma, de observações isoladas, impossíveis de generalizar, mas de concretizações confirmadoras. Nasini cita, inicialmente, um sacerdote psicólogo do sul do Brasil, que descreve sacerdotes de tendências homossexuais em pleno exercício do ministério da seguinte maneira: “Usualmente, esses ministros (sacerdotes-religiosos ativos no ministério) são descritos por seus colegas como inteligentes, de muita capacidade criativa e realizadora. Conquistam facilmente as pessoas em geral. Sabem envolver os que estão à sua volta, pois geralmente são simpáticos e prestativos. Mas, por outro lado, agem furtivamente, sempre por baixo dos panos, deixando transparecer insatisfações internas, frustrações afetivas e descontroles psico-emocionais. Buscam preencher freneticamente os vazios através desse comportamento sexual. Eles parecem ser pessoas espiritualistas e reflexivas, efeminados nos seus gestos e com tendência à passividade, aceitam as coisas como elas se apresentam. São pessoas muito informadas e com muitas influências. Gostam de bajular os poderosos, de disfarçar e fingir. Na visão de um padre que respondeu à pesquisa, a homossexualidade entre o clero constitui um comportamento marcado pela violência, preguiça e farisaísmo. Tal comportamento é escandaloso e toda a comunidade é a primeira a saber: Lamentavelmente, essa coisa não é só de padres, mas também de bispos. O relacionamento com determinadas pessoas que são subalternas é demasiadamente intenso e freqüente. Pessoa desconfiada, o ministro homossexual mede as palavras e passa medo e desconfiança. Autoritário e centralizador, é apegado ao dinheiro para beneficiar seus familiares. Se ativo em sua orientação sexual, o ministro não é bem-aceito onde trabalha. Pode tornar-se dependente de álcool e passar facilmente da euforia à tristeza e depressão. Faz-se vítima, pode causar divisões, negar a realidade dos fatos e esconder seus problemas. Isolado, pode viver na superficialidade e ser agressivo com os colegas. Movido mais pelo impulso que pela razão, alguns ministros continuam em seus relacionamentos homossexuais até morrerem de Aids sob o olhar de seus bispos. Há um crescente corporativismo entre clérigos homossexuais, caracterizado por carreirismo eclesial e busca de poder econômico: paróquias ricas”

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Comentário

Só pra lembrar a todos os religioso machistas ou ignorantes…os Gays nasceram de pessoas como vocês. Nasceram de HETEROSSEXUAIS. Vocês produzem gays e depois querem que desapareçam? Se sentem envergonhados? Matariam os seus próprios filhos ou netos por serem gays? Vote num candidato homofóbico nas eleições e estarão, TALVEZ, condenando os seus próprios filhos no futuro. Pensar algumas vezes faz bem. Perseguir grupos diferentes,,,condenar…votar em criminosos que espalham discriminação e preconceito é próprio dos servos destes mesmos ignorantes.
Ana Burke.

(G. NASINI, Um espinho na carne. Má conduta e abuso sexual por parte de clérigos da Igreja Católica do Brasil, Aparecida 2001, p. 115s).” Pesquisa em 07/02/2013 – http://www.presbiteros.com.br/site/homossexualidade-e-ministerio-ordenado/

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