Provas da Ignorância e Maldade de Allan Kardec.

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Por Ana Burke.

Segundo Kardec somente os brancos (Raça Adâmica) são evoluídos. Vamos verificar se isto é verdade.
A História prova que Allan Kardec era uma pessoa totalmente ignorante e maldosa. Podemos confirmar aqui as falas de Kardec e verificar a história dos povos que ele afirma que não eram evoluídos.

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Falas de Allan Kardec.

“a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. A Gênese no la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual”(A Gênese » Capítulo XI – Gênese espiritual – Raça adâmica)

“Os negros, pois, como organização física, serão sempre os mesmos; como Espíritos, sem dúvida, são uma raça inferior, quer dizer, primitiva; são verdadeiras crianças às quais pode-se ensinar muita coisa;” (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)

a raça negra, enquanto raça negra, corporeamente falando, jamais alcançará o nível das raças caucásicas; (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)

“seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados” (Allan Kardec, A Gênese, ed. LAKE p. 187).

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Observação:

Falando dos Sumérios – Todos negros

A Suméria, os mesopotâmios, núbios, fenícios, e egípcios por exemplo deixaram legados com valores incalculáveis para a humanidade e nenhum deles pertencia à “Raça Adâmica” e não falando aqui também nos povos do Vale do Indo, chineses, Japoneses e nativos das américas.

O Sumeriólogo Samuel Noah Kramer afirma que “Nenhum povo tem contribuído mais para a cultura da humanidade do que os sumérios”. E eram todos negros. Nesta época não existiam brancos no planeta. Quem entende o que é “RAÇA” sabe que os brancos não são uma raça, mas uma sub-raça originada de povos que os precederam.

A Matemática ensinada, incluia habilidades mais simples, como adição e multiplicação, mas também passou através das raízes mais complexas, tais como geometria e quadrados. O professor suméria era conhecido como um ummia.

Há sempre uma discussão, para saber se foram os sumérios, os egípcios ou pessoas do vale do Indo, a inventar a escrita, a matemática, calendários, etc. Basta dizer que os Sumérios tinham desenvolvido um sistema complexo comercial, incluindo contratos, subvenções de crédito, empréstimos com juros e parcerias comerciais. Além disso, o planejamento das grandes obras públicas sob seu controle, levou os sacerdotes a desenvolver a matemática útil, incluindo tanto a notação decimal e um sistema numérico baseado em 60, o que nos deu o nosso sexagésimo segundo minuto, a nossa hora de sessenta minutos e a nossa divisão do círculo em 360 graus. Eles inventaram tabelas matemáticas e usaram equações de segundo grau. Eles estudaram os céus, tanto para fins religiosos e agrícolas, e criaram um calendário lunar, com um dia de 24 horas e uma semana de sete dias. Acredita-se também que os Sumérios inventaram a roda e a carroça, assim como o barco a vela.

A casa típica rica dos sumérios incluía salas de recepção, cozinhas, banheiros e, talvez, uma capela privada. A música era uma parte importante da vida, os instrumentos incluíam harpas, tambores, pandeiros, e tubos. Poemas e canções dedicadas aos deuses também eram muito comuns.

Os Sumérios foram os primeiros a fabricar barcos e muitas das suas invençoes foram depois aperfeiçoadas por outros povos como por exemplo, tanto os barcos, como a cerveja foram melhoradas pelos egípcios NEGROS).

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Falando dos EGÍPCIOS – Todos Negros

Em O Legado do Antigo Egito, o egiptólogo Warren R. Dawson, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, cita papiros médicos datados de até mais de 40 séculos atrás retratando procedimentos médicos e remédios usados até hoje por profissionais da área de saúde. Substâncias como óleo de rícino, ácido acetilsalicílico, própolis para cicatrização e anestésicos já eram conhecidas. Os documentos descrevem cirurgias delicadas, o engessamento de membros com ossos quebrados e todo o sistema circulatório do corpo humano.

Os egípcios dominavam métodos avançados para amputação de membros e cauterização e davam pontos para fechar incisões… Os dentistas já usavam brocas, drenavam abscessos e faziam próteses de ouro.

A medicina não foi a única ciência em que os egípcios se desenvolveram. Eles foram engenheiros notáveis em química, construção civil, naval e hidráulica.

Eles criaram os melhores barcos militares e a frota mais veloz. A chamada nau de Quéops, com 47 metros de comprimento e datada da Quarta Dinastia (2589 a 2566 a.C.), é a mais antiga embarcação desse porte encontrada até hoje. Num barco ainda maior, durante o governo do Necho II (610 a 595 a.C.), eles já haviam realizado a circunavegação da África.

Quem acredita que o primeiro navegador a dobrar o cabo das Tormentas, no sul da África, foi o português Bartolomeu Dias, em 1488, precisa rever seus conceitos.

A roda para bombear água movida a tração animal também vem do Egito, no tempo dos romanos, entre 30 a.C. e 395 d.C.

Na construção civil, os egípcios foram grandes mestres. Construções como as grandes pirâmides, a esfinge e as estátuas no Vale dos Reis estão entre as estruturas mais belas e requintadas da Antiguidade, mas os exemplos do impressionante uso da pedra, da marcenaria e da fabricação do vidro estão por todo o Egito.

Na Terceira Dinastia, por volta de 2700 a.C., já se cortavam pedras no tamanho e no formato dos tijolos atuais.

Os egípcios criaram também os primeiros serrotes de metal. Eram utilizados em rochas menos duras, como o calcário.

A primeira barragem pluvial de que se tem notícia data do final da Segunda Dinastia (2750 a.C.) […] A engenharia egípcia também foi a primeira a utilizar réguas, esquadros e prumos. Eles foram os inventores do vidro moldado, processo ainda presente em alguns setores da fabricação de vidro opaco. A técnica do sopro foi desenvolvida posteriormente na Mesopotâmia. A base da tecnologia da fundição do bronze e de outros metais no mundo todo também veio do Antigo Egito.

Os egípcios eram caprichosos joalheiros e marceneiros. Já produziam móveis dobráveis e foram os precursores das camas com estrado.

A indústria da panificação também vem dos egípcios, bem como a adição de frutas e temperos aos pães”

O mapeamento celeste foi feito por egípcios e mesopotâmicos. Aos egípcios coube o reconhecimento das estrelas para contar as horas de noite e a montagem do primeiro calendário solar, com 365 dias em 12 meses. Foram eles também que dividiram o dia em 24 horas, 12 para a noite e 12 para o dia. Identificaram planetas como Vênus e Marte e estrelas como Sirius e Órion e localizaram o norte pelo posicionamento das estrelas.

Os egípcios foram químicos valiosos. Pioneiros na indústria de perfumes e excelentes técnicos na área de cosméticos

Instrumentos como harpa, flauta, trombeta de metal, oboé e dois tipos de alaúdes, o menor com um som parecido ao do violino, também são originários da terra dos faraós, bem como jogos de tabuleiro e brincadeiras infantis como cabra-cega e amarelinha.

No mundo dos faraós as mulheres tinham poder e direitos de dar inveja a diversas sociedades contemporâneas.

Conquista como o divórcio, que, no Brasil, só aconteceu na década de 1970, era uma prática aceita naquela sociedade, inclusive quando solicitado pela própria mulher, afirma a professora Margaret Bakos. A poligamia não era proibida, mas a responsabilidade financeira que um egípcio tinha com suas mulheres o fazia pensar muito antes de ter mais de uma esposa. A egiptóloga diz que não havia qualquer referência nos papiros em relação à virgindade ou à restrição do sexo apenas com finalidade de procriação.“Há registros de pessoas que foram incriminadas por terem conduzido um aborto que resultou na morte da mulher.” Havia sacerdotisas, agricultoras, escribas e donas de seus próprios negócios (padarias, peixarias) e galgavam com méritos próprios posições hierárquicas. Pelos registros encontrados, o valor do pagamento por seus trabalhos era igual ao dos homens. O homem e a mulher tinham posição de igualdade perante a lei. A mulher podia herdar, deixar heranças, trocar e vender propriedades e escravos.

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Todos os povos antigos eram negros, inclusive os INDIOS DAS AMÉRICAS.
Basta ver as suas contruçoes. Os íncas faziam cirurgias no crânio, os aztecas inventaram o chocolate, usavam água encanada e faziam maravilhosas obras de arte.

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Kardec era um ignorante

Toda a teoria sobre a evolução espiritual de Allan Kardec é uma grande mentira e uma grande farsa. São inúmeros os erros nos quais ele se embasou para escrever e fundar a sua doutrina que nunca pode se chamar ciência. O que existe é a proposta de uma grande divisão de classes e de pessoas promovendo a desigualdade entre elas, ao mesmo tempo em que promove o racismo e a discriminaçao. Nenhum ser humano tem competência para classificar pessoas em inferior e superior espiritualmente , ficicamente e de nenhuma maneira. Ninguém pode dizer também coisa alguma, ou determinar quem é ou não, evoluído espiritualmente.

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FONTES para consultas:

Phrénologie spiritualiste et spirite. Perfectibilité de la race nègre. Revue Spirite. Journal d‟etudes psychologiques. 5º année, avril, 1862.

La Phrénologie et la Physiognomonie. Revue Spirite. Journal d‟etudes psychologiques. 3º année, juillet, 1860.

La tête de Garibaldi. Revue Spirite. Journal d‟etudes psychologiques. 4º année, mars, 1861.

Allan Kardec. A Gênese. Rio-RJ: FEB, 1995.

_________. O Livro dos Espíritos. Rio-RJ, 1995.

Sites e revistas:

FEDELI, Orlando. Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro. MONTFORT Associação Cultural: http://www.montfort.org.br/; capturado em 09/01/2006.

SOBRINHO, Paulo da Silva Neto. Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro?!?: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/paulosns/allan-kardec-um-racista.html

FIGUEIREDO, Paulo Henrique de. O polêmico texto de Kardec sobre a raça negra. Revista Universo Espírita. Ano 2, nº 24, 2005.

Bibliografia

APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai: a África na filosofia da cultura. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

CAVALCANTI, M. L. O Mundo Invisível: Cosmologia, Sistema ritual e noção de pessoa no espiritismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

DAMAZIO, Sylvia F. Da elite ao povo: advento e expansão do Espiritismo no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.

DARMON, Pierre. Médicos e assassinos na Belle Époque: a medicalização do crime. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.

GIUMBELLI, Emerson. O cuidado dos mortos: uma história da condenação e legitimação do Espiritismo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1997.

SANTOS, Patrícia Teixeira. “A África ou a morte!”: o projeto civilizatório católico para a África Central. (1864-1881). Mimeo.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

SILVA, Eliane Moura. O Espiritualismo no século XIX: reflexões teóricas e históricas sobre correntes culturais e religiosas. Campinas: Editora da Unicamp, 1997.

SILVA, Fábio Luiz. Espiritismo: história e poder (1938-1949). Londrina: EDUEL, 2005.

STOLL, Sandra Jacqueline. Espiritismo à brasileira. São Paulo: Edusp, 2003

http://www.exsurge.com.br/apologeticas/espiritas/textos%20espiritas/oracismodeallankardec.htm

Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 126, 127.

Allan Kardec, A Gênese, Cap. XI – Gênese Espiritual, 29-32.

Allan Kardec, Obras Póstumas, retirado dehttp://www.amplasistemas.com.br/sites/kardec/htmlpublico/kardec001/ppo2191.htm.

http://www.mempphis.edu/egypt/main.html

http://www.egipto.com/museo/

http://www.egyptianmuseum.gov.eg/

http://super.abril.com.br/ciencia/fantastica-ciencia-antigo-egito-444035.shtml

 

7 comentários sobre “Provas da Ignorância e Maldade de Allan Kardec.

  1. A ignorância é mãe de todos os males. Não foi Kardec quem “falou” tudo isso. Foram transcrições de mensagens que ele recebeu de espíritos. Portanto, não adianta colocar que “ele” foi uma pessoa “ignorante e maldosa”. Acho que quem está sendo ignorante e maldoso aqui é você, quando atribui ao decodificador (= escrever em linguagem clara e comum um texto escrito em código) , veja bem: DECODIFICADOR do Espiritismo, falas que não são dele! Pra escrever sobre os assuntos é preciso ter conhecimento sobre eles.

    • Agora me diz como é que você segue uma doutrina ditada por espíritos criminosos, racistas, maldosos e ignorantes? Se Allan Kardec não era ignorante porque ele fundou uma doutrina ignorante e para ignorantes?

      • Se um “espírito” assim me aparecesse dizendo para escrever que negros não prestam, hotentotes não prestam etc. etc. … Eu sei que chamaria Sam e Dean (da época da 1ª e 2ª temporada quando era legalzinho e eu assistia… hehe) pra darem um tiros de sal e ferro pra ver se eles tomam jeito e partem de uma vez pro quinto dos infernos!
        Ademais: boa pergunta! Como em pleno Séc. XXI alguém que se diz caridoso e evoluído escuta asneiras contraditórias e malignas desse quilate?! Esse Kardec não me parece muito diferente de Hitler.

      • Acho q vc tem que aprender a ler e interpretar: Kardec não fundou absolutamente nada! Ele apenas DECODIFICOU (passou (mensagem codificada) para outro código, em linguagem inteligível; mudou um código em outro; interpretou o significado de palavra ou sentença de uma dada língua natural, considerada como código). Entendeu? Ou precisa desenhar? Acho que o ignorante aqui não é ele!

  2. CELESTE, AQUI É UMA DEMOCRACIA SUA ANTA! O DONO DO BLOG POSTA O QUE ELE QUISER, ELE FALA O QUE ELE BEM ENTENDER. SE VOCÊ ESTÁ COM RAIVINHA, VAI LÁ NO BLOG DE ESPIRITISMO LAMBER O SACO DO SEU “MESTRE JESUS” OUTRO RACISTA IDIOTA. VAI SE F….SUA CRETINA.

    • Realmente, o dono do blog posta o que quiser, é dele! Entretanto, se deixa aberto para comentários, tb tem que aceitar o que os leitores “quiserem” comentar. Democracia é isso, aprenda!

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