A VERDADE sobre o holocausto contada por um Judeu.

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Norman G. Finkelstein
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Às vezes penso que a “descoberta” do holocausto nazista pela colônia judaica americana foi pior que o seu esquecimento. Claro, meus pais penaram privadamente; o sofrimento pelo qual passaram não foi avaliado em público […]

Antes que o holocausto nazista se tornasse “O Holacausto,” apenas alguns estudos universitários, como de Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews, e memórias como a de Viktor Frankl, Man’s Search for Meaning, e Ella Lingens Reiner, Prisoners of Fear, foram publicados sobre assunto. Mas esat pequena coleção de jóias é melhor do que a infinidade de prateleiras de sensacionalismo que hoje ocupam bibliotecas livrarias[….]

Meus pais muitas vezes me perguntaram por que eu teria crescido tão indignado com a falsificação e exploração do genocídio nazista . A resposta mais óbvia é que ele tem sido usado para justificar políticas criminosas do Estado de Israel e o apoio americano a tais políticas. Há também um motivo pessoal. Eu me importo com a memória da perseguição de minha família.

Além dessas preocupações, no entanto, estou convencido de que é importante preservar — lutar — pela integridade do registro histórico […] ao estudar o holocausto nazista, podemos aprender muito não só sobre “os alemães” ou “gentios”, mas também sobre todos nós.

Pesquisas mostram que um número maior de americanos é mais capaz de identificar O Holcausto do que Parl Harbor ou a bomba atômica sobre o Japão.

Do ponto de vista político, os intelectuais judeus americanos mostraram-se especialmente indiferentes ao destino de Israel. Em estudos detalhados sobre ala da esquerda liberal, intelectuais judeus americanos de Nova York nos anos 60 sequer mencionam Israel. Só pouco antes da guerra de junho, AJC patrocinou um simpósio sobre “A identidade judáica aqui e agora”. Apenas trê dos trinta e um “melhors crânios da comunidade judáica” aludiram Israel; dois deles, para descartar a sua relevância.

O desabafo, no início de 1979, do reverendo Jesse jackson, de que estava “enjoado e cansado de ouvir sobre o Holocausto ”, não foi, no entanto , tão prontamente perdoado e esquecido. Na verdade , os ataques das elites judáicas americanas a Jackson jamais cessaram, embora nã por suas “observações anti- semitas” mas sim pela “ adesão à causa palestina” (Seymour Martin Lipset e Earl Raab). […]

Há também fontes adicionais da indústria do Holocausto. A principais interpretações apontam para a recente emergência da “política de identidade”, de um lado, e da “cultura de vitimização”, do outro. Em essência, cada identidade formou-se numa história paticular de opressão; os judeus, em concordância, inserem a sua própria identidade étnica no Holocausto.

Apesar disso, entre os grupos que denunciam sua vitimização, incluindo negros, latinos, índios americanos, mulheres, gays e lésbicas, só o judeus não estão em desvantagem […] De fato, a política identidade e O Holocausto tiveram lugar entre os judeus americanos não por seu status de vítima, mas por eles NÃO serem vítimas.

… Assim que caíram as barreiras anti – semitas, logo após Segunda Gerra Mundial, os judeus se destacaram nos Estado Unidos. Segundo Lipset e Raab, a renda per capita dos judeus é quase o dobro dos não-judeus; dezesseis dos quarenta
americanos nos mais ricos são judeus; 40 por cento dos ganhadores americanos do prêmio Nóbel de ciência e economia são judeus, assim como o são 20 por cento dos professores das maiores universidades; e 40 por cento dos sócios das grandes firmas de advocacia de Nova York e Washington. A lista continua. Longe de constituir um obstáculo, a identidade judáica tornou-se o coroamento desse sucesso. Assim como muitos judeus mantiveram Israel à distância quando ele representou um risco e voltaram a ser sionistas quando isso constiuiu um benefício, também mantiveram a sua identidade étnica disfarçada quando ela representou um risco e voltaram a ser judeus quando isso constituiu um benefício.

Ao retornar de uma viagem aos Estados Unidos, o respeitado jornalista israelense Danny Rubinstein escreveu:
“Segundo a maioria das pessoas do meio judáico, a coisa mais importante é insistir cada vez mais nos perigos externos que ameaçam Israel. […] O agrupamento judáico da América precisa de Israel apenas como vítima do cruel ataque árabe. Para Israel como tal, consegue-se apoio, doaçoes, dinheiro. […] Todo o mundo conhece o rótulo oficial das contribuiçoes recolhidas pelo United jewish Appeal in America (Apelo Judáico unido da América), onde o nome de Israel é usado a metade da soma vai não para Israel, mas para instituiçoes judáicas americanas. Não é um cinismo maior? “ Como veremos a exploração feita pela indústria do Holocausto “das necessitadas vítimas do Holocausto” é a última e, indiscutivelmente, a pior manifestação deste cinismo.

… Norman Podhhretz, por exemplo, salientou que a nova resolução judáica, depois da guerra de Junho de 1967, era “resistir a quem quer que, de alguma forma, em qualquer nível e por qualquer razão tentasse nos prejudicar […] De agora em diante, iremos ocupar o nosso espaço”. Tal como os israelenses que, armados até os dentes… puseram valentemente os indisciplinados palestinos em seu lugar, também os judeus americanos, corajosamente, puseram os indisciplinados negros em seu lugar.

… Dois dógmas principais sustentam a estrutura do Holocausto:
(1) O Holocausto marca categoricament um acontecimento histórico único.
(2) O Holocausto marca o clímax do ódio irracional e eterno dos NÃO-JUDEUS pelos JUDEUS.

Nenhum destes dogmas figurou em qualquer discurso público antes da guerra de Junho de 1967, e, apesar de incluídos como temas centrais na literatura do Holocausto, nenhum deles faz parte dos verdadeiros estudos sobre o holocausto nazista. Por outro lado, ambos os dogmas forçam laços importantes com o judaísmo e o sionismo.

… Ao se aproximar de uma doutrina sionista, a rede do Holocausto lançou a Solução Final de Hitler como o clímax de um ódio milenar dos não-judeus, pelos judeus. Os judeus morreram porque todos os não-judeus fossem eles colaboradores criminosos ou passivos, queriam que eles morressem. “O mundo livre e “civilizado, segundo Wiesel, cedeu os judeus “ao seu algoz. Houve os matadores – os assassinos – e os que permaneceram em silêncio.” NÃO HÁ QUALQUER PROVA HISTÓRICA SOBRE O IMPULSO ASSASSINO DOS NÃO-JUDEUS.

Para responder ás críticas contra Israel, a escritora de ficção Cyntia Ozick tem uma réplica pronta: “O mundo quer eliminar os judeus […] o mundo sempre quis liquidar os judeus.” Se todo o mundo quer os judeus mortos, a verdade é que ainda estão vivos – e, ao contrário de uma grande parte da humanidade, não morrem de fome. Este dogma também conferiu total autoridade a Israel: como os não-judeus estão sempre querendo matar os judeus, eles têm todo o direito de se proteger ao menor ataque.

Leiam o livro dele, pesquisem e conheçam a incrível história desse Judeu e a verdade sobre a fabricação do Holocausto.

http://vho.org/aaargh/fran/livres9/FINKELport.pdf

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