A historia sionista (The Zionist Story) completo

 

Uma Maravilhosa aula de História

Este é um dos melhores documentários sobre SIONISMO que eu já vi. Muito bem explicado, com imagens, comentários e de fácil entendimento. Muito bom. Vale a pena ver para poder realmente entender o que acontece entre Israel e Palestina.

3 comentários sobre “A historia sionista (The Zionist Story) completo

  1. 8 – RAZÕES PELAS QUAIS OS POVOS SAEM DE SUA TERRA E INUNDAM AS TERRAS ALHEIAS:

    …, não me parece estranho à matéria discorrer sobre os dois tipos de guerra que podem ser travadas. Uma é travada por ambição de príncipes ou repúblicas,…

    O outro tipo de guerra é aquela em que um povo inteiro, com todas as suas famílias, sai de um lugar, pela necessidade da fome ou da guerra, e vai procurar nova sede e novas terras, não para governá-las, mas para apoderar-se de tudo, expulsando ou matando seus antigos habitantes. Essas guerras são muito cruéis e pavorosas,…

    Porque um príncipe ou uma república que ataca uma região contenta-se em matar apenas aqueles que a comandam, mas estas últimas populações cumpre matar a todos, porque querem viver daquilo de que os outros viviam.

    Tais povos saem de suas terras, como se disse acima, impelidos pela necessidade: e a necessidade nasce da fome ou da guerra e da opressão que estejam sofrendo em suas pátria, pelo que são obrigados a procurar novas terras. Esses povos às vezes são numerosos, e entram com violência nas terras alheias, matando seus habitantes, tomando posse de seus bens, criando um novo reio e mudando o nome do lugar: foi o que fizeram Moisés e os povos que ocuparam o Império Romano. Porque os novos nomes que hà na Itália e nas outras províncias existem porque foram dados pelo novos ocupantes: …

    Moisés deu o nome de Judéia à parte da Síria por ele ocupada. E, visto ter dito, acima, que às vezes tais povos são expulsos de suas próprias terras pela guerra, sendo então obrigados a buscar novas terras, gostaria de aduzir o exemplo dos mauritanos: estes, antigamente, habitavam na Síria, mas , ao saberem da chegada dos povos hebraicos e acreditando que não poderiam resistir-lhes, consideraram melhor salvar-se deixando suas próprias terras do que tentar salvá-las perdendo a vida; e, saindo com suas famílias, foram para a África, onde constituíram sua sede, expulsando os habitantes que encontraram naqueles locais. E, assim, eles, que não tinham conseguido defender sua prórpria terra, conseguiram ocupar a alheia. E Procópio, que escreve sobre a guerra travada entre Belisário e os vândalos, que ocuparam a África, conta que leu em certas colunas, encontradas nos lugares onde tais mauritanos moravam, as seguintes inscrições; “Nos Maurusii, qui fugimus a facie Jesu latrois filii Nave.” ( “Nós, mouros, que fugimos diante do ladrão Josué, filho de Nava.” ). Donde se vê o motivo de trem saído de Síria. Tais povos são, portanto, muito temíveis, porque expulsos por necessidade extrema, e, se não deparam boas armas, nunca são contidos. Mas, quando não são numerosos, os que são obrigados a abandonar a pátria não oferecem tanto perigo quanto os povos dos quais acabamos de falar; porque não podem usar de tanta violência, mas precisam ocupar o lugar com arte e nele manter-se graças a amigos e aliados:..

    .
    Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio
    Livro Segundo
    Cap. 8
    Niccolò Machiavelli
    .

  2. 8 – RAZÕES PELAS QUAIS OS POVOS SAEM DE SUA TERRA E INUNDAM AS TERRAS ALHEIAS:

    …, não me parece estranho à matéria discorrer sobre os dois tipos de guerra que podem ser travadas. Uma é travada por ambição de príncipes ou repúblicas,…

    O outro tipo de guerra é aquela em que um povo inteiro, com todas as suas famílias, sai de um lugar, pela necessidade da fome ou da guerra, e vai procurar nova sede e novas terras, não para governá-las, mas para apoderar-se de tudo, expulsando ou matando seus antigos habitantes. Essas guerras são muito cruéis e pavorosas,…

    Porque um príncipe ou uma república que ataca uma região contenta-se em matar apenas aqueles que a comandam, mas estas últimas populações cumpre matar a todos, porque querem viver daquilo de que os outros viviam.

    Tais povos saem de suas terras, como se disse acima, impelidos pela necessidade: e a necessidade nasce da fome ou da guerra e da opressão que estejam sofrendo em suas pátria, pelo que são obrigados a procurar novas terras. Esses povos às vezes são numerosos, e entram com violência nas terras alheias, matando seus habitantes, tomando posse de seus bens, criando um novo reio e mudando o nome do lugar: foi o que fizeram Moisés e os povos que ocuparam o Império Romano. Porque os novos nomes que hà na Itália e nas outras províncias existem porque foram dados pelo novos ocupantes: …

    Moisés deu o nome de Judéia à parte da Síria por ele ocupada. E, visto ter dito, acima, que às vezes tais povos são expulsos de suas próprias terras pela guerra, sendo então obrigados a buscar novas terras, gostaria de aduzir o exemplo dos mauritanos: estes, antigamente, habitavam na Síria, mas , ao saberem da chegada dos povos hebraicos e acreditando que não poderiam resistir-lhes, consideraram melhor salvar-se deixando suas próprias terras do que tentar salvá-las perdendo a vida; e, saindo com suas famílias, foram para a África, onde constituíram sua sede, expulsando os habitantes que encontraram naqueles locais. E, assim, eles, que não tinham conseguido defender sua prórpria terra, conseguiram ocupar a alheia. E Procópio, que escreve sobre a guerra travada entre Belisário e os vândalos, que ocuparam a África, conta que leu em certas colunas, encontradas nos lugares onde tais mauritanos moravam, as seguintes inscrições; “Nos Maurusii, qui fugimus a facie Jesu latrois filii Nave.” ( “Nós, mouros, que fugimos diante do ladrão Josué, filho de Nava.” ). Donde se vê o motivo de trem saído de Síria. Tais povos são, portanto, muito temíveis, porque expulsos por necessidade extrema, e, se não deparam boas armas, nunca são contidos. Mas, quando não são numerosos, os que são obrigados a abandonar a pátria não oferecem tanto perigo quanto os povos dos quais acabamos de falar; porque não podem usar de tanta violência, mas precisam ocupar o lugar com arte e nele manter-se graças a amigos e aliados:..

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    Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio
    Livro Segundo
    Cap. 8
    Niccolò Machiavelli
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    • Sionismo
      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Série Israel;

      O sionismo (em hebraico: ציונות Tsiyonut) é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).

      O sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente propõe a erradicação da Diáspora Judaica, com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel. O movimento defende a manutenção da identidade judaica, opondo-se à assimilação dos judeus pelas sociedades dos países em que viviam.

      O sionismo surgiu no final do século XIX na Europa Central e Oriental como um movimento de revitalização nacional e logo foi associado, pela maioria dos seus líderes, à colonização da Palestina. Segundo o pensamento sionista, a Palestina fora ocupada por estranhos.[1] Desde a criação do Estado de Israel, o movimento sionista continua a defender o estado judeu, denunciando as ameaças à sua permanência e à sua segurança.

      Em uma acepção menos comum, o termo pode também se referir ao sionismo cultural, proposto por Ahad Ha’am, e ao apoio político dado ao Estado de Israel por não-judeus, tal como no sionismo cristão.

      Os críticos do sionismo o consideram como um movimento colonialista ou racista.[2] Os sionistas rebatem essas críticas, identificando o antissionismo com o antissemitismo…

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Sionismo
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