“Religião Silvícola” e “Politeísmo”

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1- Noção de “Religiões Silvícolas
As Religiões silvícolas entram na categoria das Religiões Panteísticas, a primeira classe das Religiões (a par do Politeísmo, Monoteísmo e Ateísmo).
Sob certos aspectos contam-se no grupo das Religiões Panteístas as religiões da civilização mesopotâmica, europeia e asiática, e as religiões das culturas das Américas, África e Oceânia, fazendo parte delas o xamanismo, as religiões célticas, o druidismo, as religiões amazónicas, as religiões dos indígenas norte-americanos, as religiões africanas e muitas outras de tempos imemoriais.
Sob o ponto de vista cronológico as Religiões Panteístas são as mais antigas, dominando em sociedades menores e mais “primitivas”, também conhecidas por “povos selvagens”.
O termo “selvagem”, porém, neste trabalho é utilizado impropriamente, uma vez que não tem, na sua origem, o mesmo significado que hoje apresenta, ou seja, algo bruto, sem cultura e sem educação. Na realidade, cada geração, no rodar dos séculos e milénios, possuía uma determinada cultura e uma educação própria ao seu tempo e ao seu grupo ou tribo. Por isso, vários e diferentes têm sido os significados dados à palavra “selvagem”.
Se para nós, modernos, e segundo os nossos dicionários mais actualizados, esse vocábulo se identifica com um aborígene ou uma pessoa que vive nas selvas, donde, também, o nome de “silvícola”, para os gregos, por exemplo, esse mesmo termo significava todo aquele que não falava grego e, praticamente, todo aquele que “não possuía linguagem e se caracterizava pela crueldade ou todo aquele que desconhecia a agricultura, relacionando-se, neste sentido, com o oikos (οἶκος, plural: οἶκοι) que, originariamente englobava todos os membros de uma família (homem, mulher, crianças e escravos), formando, por assim dizer, a unidade básica da sociedade, à frente da qual estava o homem, embora coubesse à Mulher o seu cuidado doméstico O oikos diferenciava-se da polis (πολισ), porquanto a polis era o agregado de todos os Cidadãos ao qual também pertencia o senhor do oikos (kyrios – κύριος “mestre”) que, sendo simultaneamente a cabeça do oikos (ou família”), lhe conferia a protecção legal.
Assim, entre os gregos, estas noções serviam mais para denotar e construir a sua própria identidade do que para os distinguir da noção de civilização, uma vez que para denotar esta última expressão eles usavam as palavras/conceitos polis (cidade) e hermeros ηρμερος (domesticado), sendo a partir da combinação destes dois conceitos que forjaram as ideias de ordem e de cidade governada por leis justas. Tal distinção foi assumida tão fortemente que, para um grego instruído, fora da cidade (polis) não poderia existir senão desordem, tirania, brutalidade e selvajaria.
Foi na base destas noções que os gregos chegaram a opor “civilizado” a “selvagem” e a servir-se desta antinomia para, posteriormente, a projectarem sobre povos específicos, como nos povos inimigos e nos povos primitivos.
Na antropologia moderna encontra-se uma outra divisão dos povos ou tribos. Normalmente as diversas tribos existentes no globo subdividem-se em duas grandes classes, a saber: “as tribos silvícolas e as campineiras” vivendo as primeiras nas áreas florestais, alimentando-se da caça, pesca e agricultura, como os “índios silvícolas” e as segundas (as campineiras) nos “cerrados e nas savanas, executando uma agricultura menos complexa”, mas caracterizando-se preferencialmente pelo artesanato, sobretudo “a cerâmica, trançado e tecelagem”.
Sob o ponto de vista religioso, estes povos silvícolas eram panteístas, uma vez que prestavam culto tanto a animais e vegetais, como aos antepassados e às forças divinizadas da Natureza. Assim, os próprios elementos da natureza tais como o sol, a lua, o trovão, o raio e outros entravam na categoria de seres animados, ou seres dotados de uma “anima” inteligente e divina, vivificadora dos humanos.
Cada um desses seres animados e inteligentes era escolhido para Protector de um determinado grupo ou tribo, tornando-se o seu Totem, passando este a cimentar a união grupal e a tornar-se, por isso, o intermediário e símbolo unitário da Tribo, constituindo o seu Antepassado heróico. Um Totem pode ser um corvo, um lobo, uma águia, uma árvore, um animal, uma serpente, um astro, etc. O totem não pode ser morto, destruído, comido, tocado. Ele torna-se um tabu, porque é uma coisa inviolável e sagrada; tem de ser venerado e a ele se devem fazer oferendas e prestar culto, normalmente pelo intermédio de feiticeiros e feiticeiras que se tornam em médiuns e intermediários dos homens perante a sua divindade. Na hierarquia desses seres animados entram deuses, génios, semideuses, etc.
Entre alguns povos, por exemplo, no Peru, os indígenas crêem-se descendentes de águias, de condores; na África, julgam-se descenderem de rinocerontes, elefantes, hipopótamos, enquanto noutros existe a crença totémica de que muitos, ou pelo menos alguns, descendem de mulheres que se uniram aos totens animais, protectores do clã ou da tribo. E outros se dizem descendentes de aves, de peixes, ou ainda de pinheiros, de carvalhos e de palmeiras. O totem é sempre um tabu, salvo no caso de fome quando, então, preenchidas certas regras, pode ser tocado e comido.
Entre as suas crenças gerais, existem também outras referentes à infracção das leis totémicas que, neste caso concreto, o infractor pode adoecer ou mesmo morrer, mesmo se o fez involuntariamente.
No que respeita à sacralidade do Totem, alguns Chefes tribais podem declarar sagrada a totalidade do Totem ou apenas uma das suas partes, como por exemplo, a cabeça. Desta forma, os homens do grupo ou tribo podiam comer as outras partes do Totem sem serem atingidos pelo castigo de participarem na sua destruição.
Relativamente à imutabilidade do Totem, alguns povos acreditavam que certos homens se podiam transformar em Totens dum Clã ou duma Tribo, ou seja, num animal, num vegetal ou no objecto que era o Totem venerado, acreditando numa certa reencarnação.
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2- Politeísmo
2.1- Noção
Politeísmo (do grego πολυ-, muito, e θεός, deuses) é um termo que caracteriza as religiões, preferencialmente as da antiguidade, nas quais os crentes acreditavam na existência de vários deuses que, normalmente, eram organizados numa determinada hierarquia: pai, mãe, filhos, etc.; superior médio, inferior. Nesta nomenclatura não se fala de uma diferença de nomes de uma única divindade, mas sim da multiplicidade de deuses, cada um com as suas própria características, perfeitamente individualizadas.
Exemplos do politeísmo podem ser encontrados nos povos civilizados da antiguidade, tais como: Egipto, Mesopotâmia, Assíria, Fenícia, Grécia, Roma, China, Japão (com os seus Kamis), etc.
Nuns e noutros povos, os deuses das suas religiões respectivas assumiam diversas funções, relacionando-se, muitos deles, com as forças da Natureza e era-lhes atribuído o funcionamento do universo.
Era comum atribuir-se a esses deuses, não apenas as virtudes, mas também os defeitos que se encontravam nos homens. Entre eles existiam o amor, o ódio, os ciúmes, as guerras, as traições, a misericórdia e o desprezo.
“A escola etnográfica de Viena, e em primeiro lugar o Padre W. Schmidt, autor da mais volumosa monografia dedicada à origem da ideia de divindade], procura até demonstrar a existência de um monoteísmo primordial, fundamentando-se essencialmente na presença dos deuses celestes entre as sociedades humanas mais primitivas” (Mircea Eliade, Tratado de História das Religiões 2004, p. 69).
A obra de W. Schmidt intitula-se Handbuch der vergleichenden Religionswissenschaft . Münster i.W., 1930.
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2.2- Politeísmo na Antiguidade
Na antiguidade o politeísmo tomava formas e possuía características, tanto de objectos existentes na Natureza (árvores, ervas sagradas), como de animais e híbridos de animais e de humanos. Também eram, frequentemente, apresentados com características e formas humanas.
A crença na multiplicidade de divindades possivelmente teve a sua origem na existência de espíritos vagamente identificados e definidos como espíritos maus (demónios) e forças sobrenaturais, tais como génios, anjos bons, etc. Tais sistemas de crenças assemelham-se ao animismo, à adoração dos antepassados e ao totemismo.
Todas essas forças sobrenaturais foram sendo personificadas e organizadas numa grande família cósmica, advindo daí a multiplicidade de genealogias de cada um desses seres divinizados.
Tanto a multiplicidade de deuses, como as suas genealogias, surgiram distintamente em cada grupo humano, país ou região ou foram sendo assimilados e/ou impostos a outros grupos, países ou regiões, fenómeno que poderia ter sido originado por meio das migrações voluntárias ou impostas por diferentes razões (fome, guerras, alianças, etc.). Aliás, bem conhecidas são as várias e frequentes trocas de território, nas antigas civilizações mesopotâmicas, assírias, egípcias, fenícias, semitas, greco-romanas, indo-europeias, africanas e americanas.
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2.3- Politeísmo na Actualidade
No mundo actual, à excepção de três grandes religiões (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) todas as outras são politeístas, na minha opinião. Com efeito, as crenças em muitos deuses são próprias, não apenas ao Hinduísmo, Budismo Mahayana, Confucionismo, Taoísmo, e Xintoísmo, do Ocidente, mas também às religiões tribais contemporâneas da África e das Américas.
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3- Opiniões sobre a origem do Politeísmo
Tem-se discutido sobre a questão crucial em saber que forma de religião teria sido a primeira a existir: se o monoteísmo ou, o politeísmo. Nesta questão distinguem-se duas correntes: aquelas que são de cariz evolucionista e a sua contrária.
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3.1- Corrente evolucionista
A esta corrente pertence, em primeiro lugar, E. Garrie, segundo o qual, o politeísmo situar-se-ia entre duas fases: a fase do polidemonismo (que se caracterizava pela natureza da adoração prestada) e a fase do monoteísmo (caracterizado pelo número singular do objecto ao qual se prestava a adoração)
Outros, como Kurt Goldammer (1980, p. 632) e ainda outros mais, querendo ser mais precisos dirão que, até chegar ao monoteísmo, se passou por várias fases, tais como o polidemonismo, o politeísmo, o henoteísmo/monolatría[9].
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3.2- Teorias contrárias às evolucionistas
3.2.1- Monoteísmo foi a forma original
Contrariamente às teorias evolucionistas temos as teorias que defendem ter sido a forma monoteísta a forma original da religião, degenerando para o politeísmo por uma autêntica degradação. Assim, por exemplo, Wilhelm Schmidt no seu livro ‘The Origin and Growth of Religion’, publicado, primeiro, em 1937 e reimpresso dois anos depois (1939).
Com esta teoria concorda o ensaísta, escritor e filósofo teísta francês François Marie Arouet, conhecido por Voltaire (1694 -1778) como parece manifestá-lo na sua obra famosa,Dictionnaire philosophique, que foi publicado em 1764 e no qual tem esta frase contra David Hume, dizendo que primeiro se “começou a adorar apenas um Deus e que só depois é que a fraqueza humana adoptou vários outros (deuses)”.
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3.2.2- Politeísmo foi a forma original
Contra estas duas teorias outros defendem que o primeiro estádio da religião foi o politeísmo, destacando-se:
. David Hume que viveu entre 1717-1776, foi um filósofohistoriador e ensaísta escocês, da Igreja Calvinista que publicou a obra Treatise of Human Nature, primeiramente sob o anonimato antes de ele atingir os trinta anos (1739, 1740) e depois, com o seu próprio nome, em 1757, mas com o título The Natural History of religion;
· Jean Jacques Rousseau (1712 – 1778), também ele filósofo e escritor, mas teórico político e compositor, que, embora nascido em Genebra, era de origem francesa e que manifestou essa sua posição na sua obra Émile (ou “de l’ Éducation »), editada em 4 volumes, no mesmo ano de 1762, por duas editoras: uma francesa e outra alemã.
Dificilmente poderemos defender uma ou outra teoria. O que parece mais consentâneo é admitir que, tanto o Politeísmo, como o Monoteísmo são formas religiosas, manifestações do religioso ou estruturas religiosas que devem ser estudadas como tal, diacronicamente.
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4- Variantes do Politeísmo
A partir das características fundamentais de cada politeísmo, em particular, podemos distinguir, entre outras, três variantes do Politeísmo, ou seja: Politeísmo puro, Monolatria e Henoteísmo.
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4.1- Politeísmo Puro
Cada manifestação religiosa politeísta é independente de outras que existam. Cada um tem a sua própria teologia e coexiste com a teologia de outro politeísmo que exista num mesmo povo, povoado ou continente. O sistema filosófico ou ético de um politeísmo coexiste independentemente de outros, seus vizinhos. O culto das divindades de um politeísmo não interfere no culto dos outros sistemas politeístas.
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4.2- Monolatria
A palavra “Monolatria” tem a sua origem no grego: μόνος, transl. mónos, “único”, e λατρεια, latreuo que significa “adorar”). Latria é um termo usado na teologia Católica e Ortodoxa para significar o culto de adoração prestado somente a Deus, isto é, à Santíssima Trindade.
Exemplo concreto da Monolatria encontrava-se em Israel, durante quase toda a sua história, porquanto se adorava a Iavé como o Deus supremo de Israel, embora existissem outros deuses e existissem muitos israelitas que os adoravam também, sobretudo muitos entre aqueles que viviam no Exílio.
O culto da monolatria (e o de latria) é distinto do culto de dulia (do grego δουλεια, douleuo que significa “honrar”), que é que se presta aos Santos e do culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra (usualmente atribuído à Mãe de Jesus) e que, de maneira nenhuma atinge o culto de adoração.
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4.3- Henoteísmo
Henoteísmo (do grego εν θεός, “um deus”) é um termo criado pelo orientalista e estudioso das religiões Max Müller (1823-1900) para designar a crença num deus único, mesmo aceitando a existência possível de outros deuses, isto é: embora se preste a adoração a um Deus suposto o Deus supremo de um determinado grupo, tribo ou povo,
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Consultas

http://www.dicio.com.br/selvagem/.
http://pt.thefreedictionary.com/selvagem.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-77012000000100002&script=sci_arttext.
http://www.infoescola.com/cultura/indigena/.
http://www.comunidadeespirita.com.br/religioes/17%20totemismo.htm.
http://books.google.pt/books?id=HRM-XhSuLfcC&pg=PA107&lpg=PA107&dq=E.+Garrie+%2B+polidemonismo&source=bl&ots=_org-gXRIQ&sig=orF8aa1upR2uE_47FEXG9gNKS3A&hl=pt-PT#v=onepage&q=E.%20Garrie%20%2B%20polidemonismo&f=false.
http://books.google.pt/books?id=HRM-X+Garrie+++monote%C3%ADsmo&source=bl&ots=_org0aYMKN&sig=ZSCaq_NZyI-EsJvahSxqadnDLs&hl=pt-PT#v=onepage&q=E.%hSuLfcC&pg=PA107&lpg=PA107&dq=E.20Garrie%20%20%20monote%C3%ADsmo&f=false..
http://books.google.pt/booksid=pMyem0a_o3sC&pg=PA204&lpg=PA204&dq=K.+Goldammer+++polytheism+monotheism&source=bl&ots=PfI5FqBTTz&sig=nBQB0REAWGnxcXW0Abzevyb8FIw&hl=pt-PT#v=onepage&q&f=false.
Wilhelm Schmidt was born in 1868 in Hörde, Westphalia, and died in 1954 in Fribourg, Switzerland. He joined the Divine Word Missionaries (Societas Verbi Divini, or S.V.D.) in 1883 and was ordained a priest in 1892. Wilhelm Schmidt was born in 1868 in Hörde, Westphalia, and died in 1954 in Fribourg, Switzerland. He joined the Divine Word Missionaries (Societas Verbi Divini, or S.V.D.) in 1883 and was ordained a priest in 1892. Wilhelm Schmidt was born in 1868 in Hörde, Westphalia, and died in 1954 in Fribourg, Switzerland. He joined the Divine Word Missionaries (Societas Verbi Divini, or S.V.D.) in 1883 and was ordained a priest in 1892. Wilhelm Schmidt was born in 1868 in Hörde, Westphalia, and died in 1954 in Fribourg, Switzerland. He joined the Divine Word Missionaries (Societas Verbi Divini, or S.V.D.) in 1883 and was ordained a priest in 1892. Wilhelm Schmidt was born in 1868 in Hörde, Westphalia, and died in 1954 in Fribourg, Switzerland. He joined the Divine Word Missionaries (Societas Verbi Divini, or S.V.D.) in 1883 and was ordained a priest in 1892.
Eis como a Wikipédia descreve a iniciação de Voltaire na Maçonaria. “Iniciado maçom no dia 7 de março de 1778, mesmo ano de sua morte, numa das cerimónias mais brilhantes da história da maçonaria mundial. A Loja Les Neuf SœursParis, inicia ao octogenário Voltaire, que ingressa no Templo apoiado no braço de Benjamin Franklinembaixador dos EUA na França nessa data. A sessão foi dirigida pelo Venerável Mestre Lalande na presença de 250 irmãos. O venerável ancião, orgulho da Europa, foi revestido com o avental que pertenceu a Helvetius e que fora cedido, para a ocasião, pela sua viúva. Chamado a Paris em 1778, foi recebido em triunfo pela Academia e pela Comédie-Française, onde lhe ofereceram um busto. Esgotado, morreu a 30 de Maio de 1778” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire).
http://www.cfh.ufsc.br/~conte/txt-fieser4.pdf.
Na sua obra Émile ele defende a doutrina segundo a qual “a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína. Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares.
A primeira – exposta pormenorizadamente no Émile (1762) – respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.
A segunda, no âmbito da filosofia política – e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares”.http://www.infopedia.pt/$jean-jacques-rousseau.
http://www.ecured.cu/index.php/Polite%C3%ADsmo .5- Bibliografia
David Hume (1889).The Natural History of Religion [1757]. With an Introduction by John M. Robertson (London: A. and H. Bradlaugh Bonner.
Goldammer, Kurt (1980). Magie. Historisches Wörterbuch der Philosophie. Bd. 5. Darmstadt.
Harkness, Geórgia (1954). The Sources of Western Morality from Primitive Society Through the Beginnings of Christianity. New York: Charles Scribner’s Sons.
Hume, David (1757). (1995) The Natural History of religion (História Natural da religião) Copyright, James Fieser.
Mircea Eliade (1919 e 2004). Tratado de História das Religiões. Reimpresso em 2010 por São Paulo: Martins Fontes, (com 479 pp.).
Novikov, M. P. (1981). Breve diccionario de ateísmo. Editorial de Ciencias Sociales, La Habana,.
Rousseau, Jean Jacques (1762). Émile (ou De L’education). A Amesterdam: ChezJean Néaulme, Libraire .
Voltaire (2002). Dicionário Filosófico. São Paulo: Martin Claret.
Wilhelm Schmidt (1937 e 1939). The Origin and Growth of Religion.

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