Panteísmo

0

.
1- Derivação do termo”Panteísmo”
As palavras “panteísta” (adjectivação), e “panteísmo” (forma nominal) provêm da junção de duas palavras gregas: πᾶν (pan), que significa tudo, e θεός (theos) que, por sua vez, significa Deus.
Não obstante a doutrina que se encontra encerrada nestes dois termos ser muito antiga, esta terminologia é bastante recente. Primeiramente, veio John Toland (1670-1722) que, em 1705, a partir da sua afirmação Deus é a cabeça da totalidade, e o mundo é o seu corpo, adoptou a forma objectivada “panteísta”. De seguida Jacob Fay criticou a filosofia de John Toland e introduziu a forma nominal “Panteísmo”.
His Pantheisticon, sive formula celebrandae sodalitatis socraticae (Pantheisticon, or the Form of Celebrating the Socratic Society), of which he printed a few copies for private circulation only, gave great offence as a sort of liturgic service made up of passages from heathen authors, in imitation of the Church of England liturgy. The title also was in those days alarming, and still more so the mystery which the author threw around the question how far such societies of pantheists actually existed. The term “pantheism” was coined by Toland to describe the philosophyof Spinoza.
Estamos perante um fenómeno de pesquisa universal no intuito de definir as relações existentes entre o Homem e Deus, como bem o diz Quiles (1969, vol. 2, p. 335) por meio destas palavras:
“Pantheism is not a specie and self-contained phenomenon in the history of religions, but a constantly recurring tendency which appears in almost all religions, cultures and philosophies: the tendency to define the relationship of God or the absolute to the world and the cosmos as that of unity”.
Estamos, portanto, perante um sistema filosófico que identifica Deus Criador com todas as suas criaturas, formando com estas um todo único. Estaríamos, por outras palavras, perante uma doutrina filosófica segundo a qual a mente e a matéria formam uma única coisa, ou uma unidade que é considerada divina, ou seja: estaríamos perante o monismo e perante a afirmação de que o finito e o infinito se tornam uma e a mesma coisa. Desta forma, o universo seria concebido como auto-existente, sem começo, mas sujeito a modificações constantes.
E por mais que queiramos simplificá-lo, encontramos sempre uma grande dificuldade porquanto esse fenómeno não encontra a mesma definição nem em todos os sistemas filosóficos, nem em todas as religiões. Disso estava consciente o mesmo autor, explicitando a sua posição desta forma:
It is difficult to reduce its various manifestations to one common definition, since they developed in each case on the basis of various concepts of God and the world and in its terms of various epochs in the history of thought (Ibidem).
Mas, para o simplificar, o melhor que pôde, acabou por dizer que:
The basic structure of all types of pantheism is the negation of an essential difference between God and the world, or the affirmation of their complete unity in a being, which underlies the whole of reality (Ibidem).
.
2- Formas de Panteísmo
Ainda que o panteísmo não acredite num Deus transcendente ou pessoal, criador do Universo, ele não pode correctamente ser conotado com o teísmo nem com ateísmo. No entanto, nas várias divisões que se fazem dele, aparecem ambos esses termos (panteísmo teísta e panteísmo ateísta) mas terão uma explicação plausível, como veremos de seguida.
.
2.1- Panteísmo Hilozoísta
Procedente do grego hyle, matéria, e zoe, vida – é uma doutrina filosófica segundo a qual toda a matéria do universo é viva, sendo o próprio cosmos um organismo material integrado, que possui, por sua vez, características próprias a um ser vivente, como: animação, sensibilidade ou consciência.
.
2.2- Panteísmo dos filósofos gregos
Os principais filósofos que trataram deste tema foram Xenofonte (Ξενοφῶν, translit. Xenophō̃n), (430-355 a.C.), Parménides de Eleia, em gr. Παρμενίδης (515 – 450 a.C.), e Plotino (Πλωτῖνος, 205 – 270 D.C.).
O primeiro dizia que o mundo das aparências era absorvido pelo “Ser-que-abarca-todos-os-seres”, o qual, segundo Parménides é imutável e idêntico ao Mundo. Já Plotino sustentava uma divisão do próprio Ser imutável e Absoluto, considerando-o um composto de Alma (Nous) e de um Corpo (Matéria) que procedem do mesmo UM ABVSLUTO por uma necessidade intrínseca (Quiles, 1969, vol. 2, p. 33).
Esta doutrina será seguida nos fins do século V e inícios do século VI, pelos escritos (Corpus Areopagiticum) de Dionísio, cognominado o Areopagita, que, devido a ter-se apresentado como ateniense e o único convertido por São Paulo em Atenas, no século I (cf. Actos dos Apóstolos, cap. 17, 34), terá sido confundido com São Dinis de Paris.
Este Dionísio (ou Dinis) não tem nada a ver com o Dionísio do tempo de Paulo, nem com o Dionísio (ou Dinis) de Paris.
Em primeiro lugar foi considerado e seguido como sendo discípulo de Paulo porque esse escritor se apresentou nos seus escritos como o primeiro convertido de Paulo em Atenas, daí terem tido no Cristianismo dos dezasseis primeiros séculos, um valor, quase apostólico. Porém, no século XVI surgiram as primeiras controvérsias a respeito da sua autenticidade. Argumentava-se que os textos continham marcada influência de Próclo, da escola neoplatónica de Atenas, e portanto não poderiam ser anteriores ao século V. Começou a pensar-se que tais escritos tenham sido obra de um teólogo bizantino sírio do século V ou inícios do século VI, originariamente em língua grega, sendo traduzido, no século IX, para a língua latina pelo filósofo católico do renascimento carolíngio, João Escoto Erigena, uma vez que este teólogo irlandês nasceu em 810 e faleceu em 877.
Em segundo lugar nada tem a ver com o Dionísio (ou Dinis) de Paris, pois este, de origem italiana, foi um missionário, enviado, em 250, pelo Papa Fabiano, à antiga Gália do Norte para a evangelizar que viria a fundar, aí, então, a primeira comunidade católica em Lutécia Parisiorum, actual Paris, onde foi eleito o seu primeiro bispo. Juntamente com o Sacerdote Rústico e o Diácono Eleutério, Dionísio ou Dinis viria a ser martirizado e enterrado no local que hoje é conhecido por Montmartre (isto é, “Colina do Mártir”) e onde viria a ser edificada uma basílica, junto à qual o Rei Dagoberto mandaria construir, em 630, a Abadia de São Dinis de Paris que seria utilizada como Panteão dos Ris de França.
Eis a razão porque, a partir daí, surgiu a confusão que foi feita entre este mártir (Dinis), o Dinis Areopagita ou discípulo de São Paulo e um célebre escritor Dinis, oriundo de Alexandria.
Daí adviria, posteriormente, a velha e arraigada tradição referente a este bispo, Dinis que, depois de lhe terem decepado a cabeça, ele próprio, a teria carregado até o local onde ele deveria ser enterrado. A sua festa é celebrada a 9 de Outubro, e permaneceu o único padroeiro da França até chegar Santa Joana d’Arc para participar com ele nessa honra patriótica.
.
2.3- Panteísmo Imanentista
Segundo esta filosofia Deus faz parte do mundo como um ser que lhe é imanente e do qual é inseparável. Com respeito a este sistema filosófico Sérgio Sodré faz esta bela descrição:
«O Panteísmo Imanentista é uma filosofia interessante e sedutora na medida em que defende que Deus gerou o Universo a partir da sua própria substância e, deste modo, não o criou a partir do Nada. O Universo é gerado e não criado. Assim, parece ficar resolvido e ultrapassado o problema do Nada.
É que do Nada não pode surgir alguma coisa a não ser que o Nada seja tratado como sendo alguma coisa. A criação a partir do Nada, quer seja por Deus, quer seja pelo Acaso dos ateus materialistas, levanta uma contradição lógica, pois o Nada para “ser” Nada não pode ser “alguma coisa” e do verdadeiro Nada sai ou se produz ou se cria. O Nada é a ausência e a impossibilidade da Existência. Deste modo, é filosoficamente sedutor ver o Mundo como derivado da substância do próprio Deus, conquanto ele não seja Deus».
.
2.4- Panteísmo Monista absoluto
Deus é tanto absoluto quanto idêntico com o mundo; ou, seja: tudo é um. Tudo é uma e a mesma coisa. Nesta ordem de ideias O mundo é real e mutável. Sendo assim, Deus é imutável e não é afectado pelo mundo; O homem é parte de Deus; Deus e o mundo são, em última instância, idênticos. Deus é a energia do universo. Deus não é um ser com personalidade; não é um Deus Pessoal.
.
2.5- Panteísmo Acósmico
Deus é absoluto e constitui a totalidade da realidade; o mundo, ou o cosmos é uma aparência e, na verdade, imaginário – não real.
.
2.6- Panteísmo ateísta
Por panteísmo ateísta entende-se aquela vertente do panteísmo que considera o mundo como a única realidade verdadeira, suprimindo toda a intervenção e actividade de Deus.
Deus não seria mais do que a unidade do mundo, ou seja, o princípio da Natureza considerado como o princípio orgânico que, em última análise, seria o fim da própria Natureza, entendida como a auto-consciência do mundo.
.
2.7- Panteísmo de Espinosa e Quiles
Espinosa defendeu o seguinte princípio: Deus ou natureza, pelo qual identificou Deus e a natureza. Negou, portanto, que Deus fosse Pessoal.
Assim, o afirma, também, Quiles (1969, vol. 2, p. 336): “The philosophy of Spinoza is a pantheistic monism. There is only one substance, in which al beings are identical. Earthly empirical things are only modi of this substance”.
.
2.8- Panteísmo na Idade Média
Todas essas noções de panteísmo viriam a ser ressuscitadas na Idade Média, quer pela Escola de Chartres, por meio de Amalrich von Bena e David de Dinant (ca. 1160 – ca. 1217), quer pela escola de Espinosa.
Mais tarde, viria a ter novo renascimento no célebre Idealismo e Literatura romântica da Alemanha, quando e onde esteve muito presente a busca de uma visão compreensiva do mundo de da história. Assim, se par Fichte o Ser Absoluto era o unificador do EU e do Não-Eu, para Schelling esse Ser seria não a Identidade total e indiferenciada, mas, ao mesmo tempo, o objecto.
Por sua vez, Hegel via o Mundo e a História como o Absoluto na sua explicitação dialéctica, enquanto Herder, Goethe, Schleiermacher e o Romantismo substituíram a “piedade natural” ou sentimento panteístico para com o Mundo, pela atitude religiosa do Cristianismo (Ibidem).
2.9- Resumo do Panteísmo
DEUS no Sistema:
1º- Panteísta Acósmico é o Absoluto e toda a realidade
2º- Estóico e Panteísta psicológico é a Força vital e a Alma do Mundo
3º- Neoplatónico é a Causa e Princípio do Universo
4º- Espinosiano é a Soma de quanto existe; não é pessoal
5º- Panteístico-científico é o Cosmos
6º- Monista absolutista é Idêntico ao Mundo
7º- Hilozoísta é a Vida de todos os seres
8º- Imanentista é algo imanente ao mundo
9º- Ateísta é não interveniente nem activo no mundo
Em vez de Deus, segundo:
1º- Bergson, existe a Vida;
2º- Espinosa, existe a Substância imutável;
3º- Hegel, existe o Ser abstracto indeterminado;
4º- Fichte, existe o Absoluto;
5º- Schopenhauer, existe a Vontade cega;
6º- Hartmann, existe a Ideia e a Vontade
.
3- Religiões modernas consideradas panteístas
.
3.1- Cronologicamente
As Religiões, hoje, consideradas Panteístas são:
As mais antigas, dominando em sociedades menores e mais “primitivas”, tanto nos primórdios da civilização mesopotâmica, europeia e asiática, quanto nas culturas das Américas, África e Oceânia.
o São próprias de culturas ágrafas, as quais não possuem em geral qualquer forma de base escrita, sendo transmitidas por tradição oral. Nestas:
o Acredita-se que a Natureza e todos os seres e elementos da natureza são divinos e possuidores de uma inteligência espiritual (assim a água, o fogo, o vento, as plantas, os animais, etc.).
o O ser humano depende intimamente do ecossistema e depende dele, enquanto todos os elementos da Natureza estão presentes em toda a parte para prestarem a omnisciência ao espírito.
o Perante o facto da reprodução generalizada, chaga-se à admissão da existência de dois elementos complementares: o feminino (a Mãe-Terra) e o Masculino (o Universo ou Céu).
o Neste sistema mais primitivo, a mulher tinha maior preponderância. Daí a presença de sacerdotisas, bruxas e feiticeiras na antiguidade.
.
3.2- Na mitologia
Deus é o próprio mundo; tudo está interligado num equilíbrio ecossistémico e místico. Crê-se em espíritos e geralmente na reencarnação, sendo comum, também, o culto prestado aos antepassados. Procura-se manter a harmonia com a natureza, e o mundo, comummente, é tido como eterno.
.
3.3- Simbologia -Totens (ou Tótemes) e Rituais
Totens: Nessas sociedades utilizam-se totens e alguns outros fetiches, sendo comum o uso de vegetais, ossos, animais vivos ou mortos.
Um Totem ou tóteme, segundo Grylo – Comunicação Visual que segue a mesma definição, mais ou menos, que aquela que encontramos no Dicionário da língua portuguesa contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (2001, vol 2, p. 3595):
Um totem ou tóteme é qualquer objecto, animal ou planta que seja cultuado como Deus ou equivalente por uma sociedade organizada em torno de um símbolo ou por uma religião, a qual é denominada totemismo”.
Também os Rituais estão, geralmente, ligados à natureza e realizam-se em contacto com esta. É comum o uso de infusões de ervas, danças, transes, oráculos e cerimónias ao ar livre. Estes ritos, são ou de agradecimento pelas dádivas naturais, ou pedidos dirigidos às divindades da Natureza, requisitando, nalguns casos, a autorização inclusive para o consumo da caça que, embora seja obtida pelo esforço humano, é considerada permitida, se não ofertada, pelos seres espirituais da própria Natureza.
.
3.4- Exemplos de Religiões Panteístas
Nesta categoria encontram-se as religiões silvícolas, religiões xamânicas (o xamanismo), religiões célticas, religiões druídicas, religiões amazónicas, religiões indígenas norte americanas, religiões africanas, etc.
.
4- Crítica ao Panteísmo
Todas essas concepções opõem-se:
1º À filosofia Neo-platónica, segundo a qual Deus é absoluto em todos os aspectos, encontra-se sobreposto ao mundo e transcende-o de modo absoluto.
2º À doutrina Bíblica, segundo a qual o panteísmo peca por três motivos:
a) Por negar a transcendência ou super-eminência de Deus;
b) Por defender a Sua imanência radical, enquanto que a Bíblia apresenta um equilíbrio, onde Deus é activo na história e na sua criação, e não é idêntico a ela.
c) Por tender a identificar Deus com o mundo material, negando, assim, o carácter pessoal de Deus. Ora, nas Escrituras, Deus é retratado supremamente como um Ser Pessoal.
Whitehead, Alfred North (1929). Process and Reality (New York: Macmillan, 1967).
As sociedades ágrafas são aquelas que desconhecem a escritura e que, consequentemente, se mantêm relativamente alheias à civilização considerada sob o nosso ponto de vista. Notemos estas culturas são as mais envoltas em obscuridade e mistérios, não tendo deixado nenhum registos escritos. Para as conhecermos restam-nos, além das suas tradições orais, alguns vestígios que nos são fornecidos pela Arqueologia.
A reencarnação é uma ideia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos. Segundo ela, uma porção do Ser substitui-se à morte do corpo. “Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do Karma ”. [Online] [Consult 30-08-2011] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Reencarna%C3%A7%C3%A3o.
“Totem” é uma palavra dos Peles Vermelhas e designa simplesmente o “Brasão” ou as “Armas” que causa e transmite aos seus descendentes O “Brasão” era pintado ou cravado na maioria dos objectos usados pelo proprietário.
“Fetichismo” ou “Feiticismo” (do latim, facticius, «artificial», e do português feitiço, «magia», «mania»; do francês fétiche) é uma parafilia (isto é um desvio sexual no qual a fonte do prazer não se encontra na cópula mas noutra actividade que consiste na excitação erótica ou na facilitação e na aquisição do orgasmo através de um talismã ou objecto fetiche, substância ou parte do corpo, em particular. O feiticismo sexual considera-se uma prática inofensiva, salvo no caso daquele que provoque mau estar clinicamente significativo ou problemas à pessoa que o sofre ou a terceiros, podendo, neste caso, chegar a considerar-se um transtorno patológico propriamente dito [Online] [Consult 30-08-2011] Disponível em:http://es.wikipedia.org/wiki/Fetichismo_sexual.
“Entre las Parafilias (desvíos sexuales) más usuales, puede mencionarse a la altocalcifilia (excitación por los zapatos con tacones altos), la asfixiofilia (estrangulación erótica), elbestialismo (actos sexuales que involucran a los animales), la coprolalia (estimulación sexual mediante el uso de palabras soeces), el fetichismo (deseo a partir del uso de objetos o partes del cuerpo en la relación sexual), el masoquismo (placer ligado a la propia humillación el sufrimiento físico), la pedofilia (atracción hacia personas menores de edad), la podofilia (excitación por los pies) y el sadismo (placer erótico al provocar dolor o humillación a la pareja) “[Online] [Consult 30-08-2011] Disponível em: http://definicion.de/parafilia/. Cf. Lista de Parafilias em: [19] Zudonna (Lunes, 25 de octubre del 2010). [Online] [Consult 01-09-2011] Disponível em:http://www.elblogdesexo.com/parafilias-descubrelas-todas-949955.
5- Bibliografia
Armstrong, A. H (ed.). (1967). The Cambridge History ofLater Medieval Philosophy. Cambridge: Rousset;
Armstrong, A. H. (ed.) (1967). The Cambridge History of Later Greek and Early Medieval. Oxford: University Press;
Asveld, Peter. (1933). La pensée religieuse du jeune HegelLiberté et aliénation. Lund;
Asveld, Peter., (1953). La pensée religieuse du jeune Hegel. Liberté et aliénation, Paris, Louvain : Diss.1953;
Barrow, John D. & Tipler, Frank J. (1986). The Anthropic Cosmological Principle (Oxford: Clarendon Press;
Bouyer, Louis. (1988). Cosmos: The World and the Glory of God (Petersham, MA: St. Bede’s Publications;
Capra, F. (2000). The Tao of Physics: An Exploration of the Parallels between Modern Physics and … Shambhala Publications, Inc. (first published 1975);
Capra, Fritjof. D. & Steindl-Rast, (1991). Belonging to the Universe: Explorations on the Frontiers of Science and Spirituality. San Francisco: Harper;
Catholic Encyclopedia on Cd-Rom : (Pantheism in Jacob Fay): [On line] [Consult 18-10-2011] Disponível em:http://www.newadvent.org/cathen/11447b.htm;
Curley Edwin M, (1969). The Collected Works of Spinoza. Cambridge, Massachusetts: Harvard University. Press;
Davies, Paul.C. (1987). The Cosmic Blueprint (London: Heinemann;
Davies, Paul.C. (1992). The Mind of God: Science and the Search for Ultimate Meaning. London: Simon & Schuster;
Dicionário da língua portuguesa contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (2001). Lisboa: Verbo;
Femiano, Salvatore. 1965). Lo spiritualismo di T. Campanella, 2 vols. (Napoli: Istituto Editoriale del Mezzogiorno;
Ganoczy, Alexandre. (1992). Suche nach Gott auf den Wegen der Nature (Düsseldorf: Patmos;
Garin, Eugenio. (1978). Storia della filosofia italiana. Dal Rinascimento alla Controriforma, vol. II (Torino: Einaudi;
Geisler, Norman L. (2000). “Panentheism,” in Baker Encyclopedia of Christian Apologetics(Grand Rapids, MI: Baker Books;
Guzzo, Augusto. (1980). Il pensiero di Spinoza (Firenze: La Nuova Italia;
Ingegno, Alfonso. (1978). Cosmologia e filosofia nel pensiero di G. Bruno (Firenze: La Nuova Italia;
Jaeger, Werner Wilhelm (1947). Theology of the Early Greek Philosophers. Oxford: Greenwood Press;
Jammer, Max. (1969). Concepts of Space: The History of Theories of Space in Physics, foreword by Albert Einstein. Cambridge, MA: Harvard University Press;
Jay, Jacob (1709). (ou Jacob de la Faye ou Jacob Fayus), Defensio Religionis necnon Mosis & gentis Judaïcae, contra duas dissertationes Joh. Tolandi quarum una inscribitur Adeisidæmon, altera verò Antiquitates Judaïcæ. Ghent University: G. Broedelet;
Levine, Michael. P. (1994). Pantheism: A Non-Theistic Concept of Deity. London – New York: Routledge;
Lindberg, David. C. R.L. Numbers (eds.) (1986). God and Nature: Historical Essays on the Encounter between Christianity and Science. Berkeley – London: University of California Press;
Lovejoy, Arthur (1983). La gran cadena del ser. Historia de una idea . Barcelona: Icaria Antrazyt. Traducción de Antonio Desmonts;
Lovelock, James. (2000). Gaia. A New Look at Life on Earth, reissued with new pref. and corrections. Oxford: Oxford University Press;
Moreau, Joseph. (1981). L’âme du monde de Platon aux stoïcien. Hildensheim-New York:G. Olms;
Muratore, Saturnino. (1993). L’evoluzione cosmologica e il problema di Dio. Roma: AVE;
Pace, Edward A. (1911). Panteísmo. La Enciclopedia Católica, Volumen XI. Online Edition Copyright © 1999 by Kevin Knight. Enciclopédia Católica Copyright © ACI-PRENSA. [Online] [Consult 30-08-2011] Disponível em: http://ec.aciprensa.com/p/panteismo.htm;
Penrose, Roger. (1989).The Emperor’s New Mind: Concerning Computers, Minds, and the Laws of Physics (Oxford: Oxford University Press;
Plumptre, Charles. E. (1878). History of Pantheism. Tomo II, p. 262; y Tomo I, p. 26. London: W. W. Gibbings;
Potter, Charles (1929). The Story of Religion as Told in the Lives of its Leaders, (pp. 595-596) New York: Garden City Publishing CO., INC.;
Puech, Henri-Charles (1970-1972). Histoire des religions, 2 vols. Paris: Gallimard;
Quiles, Ismael (1969). Pantheism. In Karl Rahner et all, Sacramentum Mundi, Vol. 2, pp.. Barcelona: Herder;
Ruyer, Raymond. (1974). La gnose de Princeton. Des savants à la recherche d’une religion. Paris: A. Fayard.
Smolin, Lee. (1997). The Life of the Cosmos (Oxford – New York: Oxford University Press;
Temple, William. (1934). Nature, Man and God. Ams Press;
Toland, John Pantheisticon, sive formula celebrandae sodalitatis socraticae (Pantheisticon, or the Form of Celebrating the Socratic Society),
Toland, John (last ed. 1837). View of the Principal Deistical Writers;
Tipler, Frank. J. (1994). The Physics of Immortality: Modern Cosmology, God, and the Resurrection of the Dead (New York: Doubleday;
Watts, Alan. (1959). Beat Zen, Square Zen and Zen (San Francisco: City Lights Books.

Publicada por José dos Montes Hermínios em: http://comatze.blogspot.com.br/2011/10/capitulo-2-panteismo.html

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s