Os Homossexuais e o Sistema Religioso

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Por Ana Burke

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Na bíblia os homossexuais são condenados por “Deus” e em todas as igrejas este é um dos principais temas discutidos e preferidos dos ungidos do Senhor e suas ovelhas. Eles se julgam donos da moral e dos bons costumes. Ninguém aprende a amar e a ser tolerante dentro de uma igreja, mas a discriminar e a odiar. Ensinamentos insanos, maldosos e preconceituosos são repetidos e repetidos, continuamente, até que sejam inculcados na mente dos fiéis como sendo pecados que não merece perdão. Na bíblia e em todos os livros ditos sagrados só se cumpre as leis que interessam aos detentores da fé.

O ensinamento bíblico que diz que é “feliz é aquele que pegar os filhos e despedacar nas pedras” Salmo 137:9 deve ser cumprido assim como qualquer outra lei, ou deveria ser assim ou inúmeras outros ensinamentos bíblicos sobre o incentivo e conselhos para a prática de crimes hediondos tais como apedrejar filhos rebeldes, matar mulheres não virgens, usar meninas virgens sexualmente (pedofilia),  que o pai pode fazer sexo com as filhas como no caso de Ló, matar criancas recem-nascidas, velhos, etc. Crimes estes atribuídos à Deus. Não se vê pais cristãos por exemplo, pegar os seus filhos e arrebentar nas pedras, mas podemos ver constantemente cristãos perseguindo e condenando gays. Por quê um ensinamento de Deus é seguido a risca e outros não?

Muitos dos absurdos que supostamente vem de Deus é justificado pelos cristão que dizem que eram outros tempos e outra época e que agora eles seguem Jesus Cristo, isto é, só naquilo que convêm a eles, e aos “ungidos de Deus”.

Eu não entendo muito bem porque os mesmos que falam tais besteiras pagam dízimo, que é algo que nunca existiu na bíblia da forma como é cobrado nas igrejas e Jesus nunca falou sobre a necessidade de se  pagar dízimos que, no velho testamento, era o pagamento de uma herança aos levitas por não ter recebido o seu quinhão de terra.

Outra lei que nenhum cristão segue é a lei que proibe venerar ou adorar imagens. Mas isto tudo bem! Interessa às igrejas, atrai fiéis e elas ganham muito dinheiro com isto. E todos os cristãos praticam idolatria, tanto católicos como evangélicos.

É também contra as leis de Deus trabalhar no sábado, e é muito raro aquele que não trabalha no sábado. Não adianta dar desculpas esfarrapadas porque o seu pastor ou o seu padre mudaram as leis de Deus. Eles mudam o que quiserem mudar bastando dizer que foi por inspiracão do Espírito Santo. Mentira! Pra que existe este livro que chamam de “palavra de deus” se não é para ser seguido ou seguido apenas quando convêm encontrar nele leis que justifiquem a perseguição, disseminação do ódio, discriminação, racismo e todo o tipo de falcatrua possível como no caso do pagamento de dízimos?

Eles não dão muita ênfase às relacões sexuais envolvendo mulheres homosessuais. O importante é perseguir os homens homossexuais, mas isto não vêm de Deus não. Deus não tem nada a ver com isto. O motivo é bem outro. Os animais inferiores chamados “Ungidos do Senhor” precisam desesperadamente de fiéis, de ovelhas, e são capazes de matar por causa disto. E é o que está acontecendo em muitos lugares. Gays não produzem filhos para as igrejas e os charlatões da fé, Só os heterossexuais produzem montes de filhos, montes de futuras ovelhas e isto é inadmissível para os doutrinadores. Eles necessitam de pobres, miseráveis e ignorantes para explorar e eles sabem que os seus fiéis os apoiam naquilo que eles quiserem, e fazem aquilo ou qualquer coisa sugerida como, por exemplo, comer grama, fato acontecido na África. Basta falar que é vontade ou lei de Deus e estes homens maldosos conseguem de seus servos fiéis tudo o que quiserem. O objetivo destes “Senhores” é fazer com que os fiéis odeiem os gays e façam o seu trabalho sujo de perseguição e destruíção destas pessoas.

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Poligamia

Por quê algumas religiões incentivam a poligamia e condenam a homossexualidade ou os homossexuais?

Isto é óbvio. Porque um homem heterossexual produz de uma só vez quatro, cinco, seis …dez ou mais filhos.

Estas crianças serão levadas para a igreja ou mesquita ou outro templo qualquer para serem adestradas: levanta…senta…reza…ajoelha…pede perdão pelos seus pecados porque você já nasceu pecador(a), use tal roupa, repita o gesto ou a frase…novamente…novamente…siga a procissão…carregue a cruz… Faça penitências… Quantas vezes você rezou o terço hoje? Nele estão todos os dogmas da igreja Católica que você precisa decorar…Se arraste no chão…se não obedecer você vai para o inferno ser queimado e torturado eternamente, mas se você se comportar bem você terá o paraíso…Deus está vendo tudo o que você faz, tome cuidado…você é incapaz e só Deus pode te ajudar…Não tenha iniciativa própria e tudo o que você desejar é só pedir pra Deus… Use intercessores para falar com o seu “Pai” que está no céu…Estes intercessores são uma espécie de secretários de Deus e sómente eles podem levar o seu recado até o seu “pai” que está no céu, sentado num trono…Você não pode usar a razão e não deve conhecer o mundo porque o seu mundo é a sua igreja e fora dela não há salvação…Não leia outros livros, sómente o seu livro sagrado porque os outros estão contaminados pelos demônios…não dê ouvidos a ninguém que pense diferente de você porque eles são apóstatas e héreges…não aceite que alguém fale de Deus porque este é um blasfemo e merece a morte, não terá salvação e já está condenado…compre velas, água ungida, meias ungidas, imagens de santos, crucifixos, terços, faça peregrinação a lugares que eu estou dizendo para você que são santos…idolatre os defuntos ou partes dos defuntos que eu digo à você que são santos, castigue o seu corpo porque o sofrimento santifica, etc…etc…etc…

E todos os pais religiosos submetem os filhos, netos e futuras geracões a esta tortura, que vai marcá-los pela vida toda condenado-os à escravidão perpétua.

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Casamento de homossexuais e a religião

Na verdade os hipócritas dos templos, das sinagogas, das mesquitas e etc. não têm nada contra os homossexuais em si, só pelo fato de serem homossexuais. Os padres pedófilos sempre deram preferência a meninos ou adolescente homens.

Lisa Miller, escritora americana, em um texto em Newsweek Magazine,  discute  o argumento apresentado pelo Reverendo Richard A. Hunter, Ministro Metodista, quando este diz que:

“The Bible and Jesus define marriage as between one man and one woman. The church cannot condone or bless same-sex marriages because this stands in opposition to Scripture and our tradition.”

Ou seja, Hunter, repete o que a maioria dos líderes religiosos vem repetindo sempre, ou seja, que a bíblia e Jesus definem casamento como sendo entre um homem e uma mulher, e a igreja não pode abençoar casamentos de pessoas do mesmo sexo porque vai contra as escrituras e a tradição. Mas, segundo Miller, enquanto a bíblia e Jesus falam muitas coisas importantes sobre amor e família, nem a bíblia e nem Jesus falam de forma categórica, que o casamento tem que ser, necessariamente, entre um homem e uma mulher. E acrescenta que, na sociedade moderna, nenhuma pessoa sensível gostaria de um casamento ou uma família, como descreve a bíblia, citando aí uma série de razões mostradas a partir da própria bíblia.  Ela cita, também,  o ocorrido na  Califórnia, quando foi legalizado o casamento gay, após uma batalha travada por mais de uma década. E o que aconteceu foi que, devido a tanta polêmica, aprovaram um plebiscito e proibiram isto, voltaram atrás na decisão, como se pode ver a seguir:  “since California legalized gay marriage and then, with a ballot initiative in November, amended its Constitution to prohibit it”

 Segundo ela, existem vantagens oferecidas por um casamento civil e um casamento religioso a considerar, tais quais:

“As a civil institution, marriage offers practical benefits to both partners: contractual rights having to do with taxes; insurance; the care and custody of children; visitation rights; and inheritance. As a religious institution, marriage offers something else: a commitment of both partners before God to love, honor and cherish each other—in sickness and in health, for richer and poorer—in accordance with God’s will. In a religious marriage, two people promise to take care of each other, profoundly, the way they believe God cares for them. Biblical literalists will disagree, but the Bible is a living document, powerful for more than 2,000 years because its truths speak to us even as we change through history. In that light, Scripture gives us no good reason why gays and lesbians should not be (civilly and religiously) married—and a number of excellent reasons why they should”.

Tem ocorrido que certas igrejas cristãs dos Estados Unidos, do Canadá e da Suécia abençoam uniões entre parceiras ou parceiros homossexuais e algumas outras vem aceitando os homossexuais, até como membros da igreja, como é o caso de Gene Robinson, gay assumido, que foi eleito bispo, em New Hampshire, na Igreja Episcopal dos Estados Unidos.

Mas será que esta “aceitação” é abençoada por Deus? Jesus Cristo aprovaria esta aceitação dos homossexuais pelas igrejas? Poderia se dizer que estas igrejas continuam sendo cristãs?

“As afirmações e orientações do Antigo Testamento são confirmadas por Jesus Cristo. Seu silêncio sobre a homossexualidade, muitas vezes destacado e enfatizado na atual discussão, é, na realidade, um silêncio muito eloqüente, que de forma alguma pode ser interpretado como aprovação ou como indício de que a questão é irrelevante para seu pensar, agir e ensinar.”

Miller afirma que, na bíblia não se fala nada a respeito de o casamento deva ser entre um homem e uma mulher, ou de pessoas do mesmo sexo, mas outras correntes de pensamento interpretam que o silêncio a respeito do assunto por Jesus Cristo não significa aceitação. Porque algumas igrejas  estão indo contra os ensinamentos da bíblia, sendo que eles pregam que se deve seguir estes ensinamentos à risca? O motivo podem ser vários, mas pode também existir aí, um motivo de interesse financeiro. Os homossexuais, na sua maioria, tem dinheiro e, não se casando, não terão descendentes e não tendo família para deixar os seus bens, estes bens serão muito bem vindos em qualquer igreja, afinal, o dinheiro não pode ser discriminado.

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Paulo apóstolo, afirma:

“Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.” Epístola aos Romanos, 1:26-27.

Durante a alocução por ocasião do Ângelus, em 9 de Julho de 2000, o Papa João Paulo II, dirigindo-se aos fiéis na praça de São Pedro disse o seguinte:

“Em nome da Igreja de Roma, não posso deixar de exprimir profunda tristeza pela afronta ao Grande Jubileu do Ano 2000 e pela ofensa aos valores cristãos de uma Cidade, que é tão querida ao coração dos católicos do mundo inteiro.

A Igreja não pode deixar de falar a verdade, porque faltaria à fidelidade para com Deus Criador e não ajudaria a discernir o que é bem daquilo que é mal.

A respeito disto, desejaria limitar-me a ler quanto diz o Catecismo da Igreja Católica que, depois de ter feito observar que os actos de homossexualidade são contrários à lei natural, assim se exprime – “Um número não desprezível de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais. Eles não escolhem a sua condição de homossexuais; essa condição constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza.

Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da Cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição “(n. 2358).’Papa João Paulo II)”

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Ordenação de padres gays

“Desde o Concílio Vaticano II até hoje, diversos documentos do Magistério, e especialmente o Catecismo da Igreja Católica, confirmaram o ensinamento da Igreja sobre a homossexualidade. O Catecismo distingue entre os atos homossexuais e as tendências homossexuais. Quanto aos atos, ensina que, na Sagrada Escritura, esses são apresentados como pecados graves. A Tradição considerou-os constantemente como intrinsecamente imorais e contrários à lei natural. Por conseguinte, não podem ser aprovados em caso algum…À luz de tal ensinamento, este Dicastério, de acordo com a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, considera necessário afirmar claramente que a Igreja, embora respeitando profundamente as pessoas em questão, não pode admitir ao Seminário e às Ordens sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay. “…” O Sumo Pontífice Bento XVI, no dia 31 de Agosto de 2005, aprovou a presente Instrução e ordenou a sua publicação.

A igreja Católica, tem se mostrado muito confusa e contraditória em relação aos gays. Enquanto alguns setores são renitentes na aceitação dos homossexuais e a ordenação dos mesmos para sacerdotes, existem estudos que apontam grande quantidades de gays em seu ministério, e quem afirma isto, na maioria das vezes, são os próprios membros da igreja, como no exemplo que se segue:

“Em uma entrevista à revista Spiegel, a 25 de novembro de 2005, o jesuíta H. Kügler classificou a Igreja Católica Romana como a “maior organização gay transnacional” (cf. H. KÜGLER, “Katholische Kirche ist die grösste transnationale Schwulenorganisation”)”

Ou, como afirma GoodBye, p. 92

“De acordo com ex-seminaristas e sacerdotes novos, essa subcultura homossexual, em certos seminários, é tão acentuada que essas instituições receberam apelidos como Notre Flame (para o Seminário de Notre Dame, em Nova Orleães) e Theological Closet (para o Theological College na Universidade Católica da América, em Washington, D.C). O Seminário de St. Mary em Baltimore recebeu a alcunha de “The Pink Palace” (ROSE, GoodBye, p. 92).

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G. NASINI, Um espinho na carne. Má conduta e abuso sexual por parte de clérigos da Igreja Católica do Brasil, Aparecida 2001, p. 115s, mostra bem a hipocrisia instalada na Igreja Católica em relação aos gays, transcrito no texto a seguir:

“Quando comparamos essas características de personalidade e formas de comportamento com aqueles presbíteros e religiosos homossexuais que trabalham no Brasil, identificados por G. Nasini à base de questionários, diálogos e observações pessoais, não há como deixar de notar convergências nos pontos essenciais. Logo, não se trata, de forma alguma, de observações isoladas, impossíveis de generalizar, mas de concretizações confirmadoras. Nasini cita, inicialmente, um sacerdote psicólogo do sul do Brasil, que descreve sacerdotes de tendências homossexuais em pleno exercício do ministério da seguinte maneira: “Usualmente, esses ministros (sacerdotes-religiosos ativos no ministério) são descritos por seus colegas como inteligentes, de muita capacidade criativa e realizadora. Conquistam facilmente as pessoas em geral. Sabem envolver os que estão à sua volta, pois geralmente são simpáticos e prestativos. Mas, por outro lado, agem furtivamente, sempre por baixo dos panos, deixando transparecer insatisfações internas, frustrações afetivas e descontroles psico-emocionais. Buscam preencher freneticamente os vazios através desse comportamento sexual. Eles parecem ser pessoas espiritualistas e reflexivas, efeminados nos seus gestos e com tendência à passividade, aceitam as coisas como elas se apresentam. São pessoas muito informadas e com muitas influências. Gostam de bajular os poderosos, de disfarçar e fingir. Na visão de um padre que respondeu à pesquisa, a homossexualidade entre o clero constitui um comportamento marcado pela violência, preguiça e farisaísmo. Tal comportamento é escandaloso e toda a comunidade é a primeira a saber: Lamentavelmente, essa coisa não é só de padres, mas também de bispos. O relacionamento com determinadas pessoas que são subalternas é demasiadamente intenso e freqüente. Pessoa desconfiada, o ministro homossexual mede as palavras e passa medo e desconfiança. Autoritário e centralizador, é apegado ao dinheiro para beneficiar seus familiares. Se ativo em sua orientação sexual, o ministro não é bem-aceito onde trabalha. Pode tornar-se dependente de álcool e passar facilmente da euforia à tristeza e depressão. Faz-se vítima, pode causar divisões, negar a realidade dos fatos e esconder seus problemas. Isolado, pode viver na superficialidade e ser agressivo com os colegas. Movido mais pelo impulso que pela razão, alguns ministros continuam em seus relacionamentos homossexuais até morrerem de Aids sob o olhar de seus bispos. Há um crescente corporativismo entre clérigos homossexuais, caracterizado por carreirismo eclesial e busca de poder econômico: paróquias ricas” (G. NASINI, Um espinho na carne. Má conduta e abuso sexual por parte de clérigos da Igreja Católica do Brasil, Aparecida 2001, p. 115s).” Pesquisa em 07/02/2013 – http://www.presbiteros.com.br/site/homossexualidade-e-ministerio-ordenado/

Para a Alemanha e a área de abrangência do idioma alemão, bem como para o Brasil, as estimativas estão ao redor de 20 a 25%, com tendência de alta. “Por isso, os conhecedores dizem sarcasticamente que a maior organização gay internacional seria, afinal, a própria Igreja Católica Romana. Se todos se assumissem e depois fossem expulsos”, diz N. Katzenbach, do grupo de trabalho ecumênico ‘Homossexualismo e Igreja’, “o Vaticano poderia fechar as portas.

Diante da pergunta pelas conclusões que se devem tirar dos dados oferecidos pelos relatórios John Jay, de 2002, confeccionados a pedido da Conferência Episcopal norte-americana, 80 a 90% dos padres, que nos últimos 52 anos abusaram sexualmente de menores, se envolveram com rapazes adolescentes entre 14 e 17 anos – efebofilia – e não com meninos pré-pubescentes – pedofilia – R. Fitzgibbons, eminente representante da Associação Médica Católica dos EUA e recém-nomeado consultor da Congregação para o Clero, respondeu: “Os relatórios John Jay mostraram claramente que não existe na Igreja uma crise de pedofilia, mas de homossexualismo. A maioria das vítimas não era de crianças, mas de jovens adolescentes. Espero que esse esclarecimento, para considerar o homossexualismo como problema básico causador da crise, leve a uma série de novos passos para proteger a Igreja, o sacerdócio, bem como os jovens e as crianças”.

Fontes: 

http://www.spiegel.de/panorama/0,1518,386709,00.html

Pesquisa em 07/02/2013 [http://www.presbiteros.com.br/site/homossexualidade-e-ministerio-ordenado/]

Pesquisa feita em 08/02/2013 em: [http://www.thedailybeast.com/newsweek/2008/12/05/our-mutual-joy.html%5D.

[http://pt.wikipedia.org/wiki/Homossexualidade_e_religião]. Pesquisa feita em 07/02/2013.

Um comentário sobre “Os Homossexuais e o Sistema Religioso

  1. Dizem “A igreja é a casa de Deus”…
    Ah… Então Deus tem muitos imoveis os quais loca para vários eventos festivos(missas e tal).Como é um ser soberano e rico pede para seus representantes legais aqui na terra(Padres, pastores etc.) que cobrem o que lhe é devido.

    “Não tenho nada contra as igrejas, contanto que não interfiram na obra de Deus.”
    ― Justin Brooks Atkinson

    Frases – http://kdfrases.com

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