Mais Plágios de Ellen G. White

 

O livro “A Mentira Branca” traz ainda mais plágios de Ellen G. White, que serão mostrados agora. Acho quase inacreditável como os adventistas ainda existem em profusão hoje, desconhecendo, usando de explicações mirabolantes ou não dando a mínima para os seus plágios, que retirariam qualquer possibilidade de serem oriundos de uma “inspiração divina”. Ela chegou a plagiar o próprio marido, James Springer White (em português conhecido como Tiago White), que também não era santo, já que seus próprios livros são plágios de outros. Não sei quem merece o título de maior plagiador do planeta, se Ellen White ou Chico Xavier. É páreo duríssimo! Ellen White por muito tempo foi tida como praticamente analfabeta, até descobrir-se que ela lia sim, e muito – tal qual o médium mineiro. Dito isso, vamos a mais um festival de cópias descaradas.

 

The Life of Christ  (1863),

 

de William Hanna

The Spirit of Prophecy, Tomo 2 (1877),  de E. G. White.

Ouvistes… nas orlas do rio, os céus se abriram por um momento por em cima de minha cabeça, e se viu ao Espírito descer sobre mim como pomba. Essa não era senão um sinal. Crede o que esse sinal se propunha confirmar; crede em mim como o Cordeiro de Deus, o Salvador do mundo, o que batiza com o Espírito Santo, e vossos olhos de fé serão estimulados, e vereis aqueles céus permanecerem continuamente abertos sobre minha cabeça – abertos por mim para vocês; e aos anjos de Deus… que levam a cabo o bendito ministério de reconciliação entre a terra e o céu, entre … os crentes abaixo e o Pai celestial acima… subindo e trazendo inumeráveis bênçãos, ascendendo e descendo sobre o Filho do homem…. Ver-me-eis nessa escada de toda engraçada comunicação entre a terra e o céu, fixando minha humanidade firmemente num extremo dessa escada à terra, em minha divindade no outro extremo dessa escada perdido entre os esplendores do trono. (p. 108) Cristo diz virtualmente: Nas margens do Jordão, os céus se abriram diante de mim, e o Espírito desceu sobre mim como pomba. Essa cena no Jordão não era senão um sinal para evidenciar que eu era o Filho de Deus. Se crerdes em mim como tal, vossa fé arderá mais intensamente, e vereis abrirem-se os céus, e nunca se fecharão. Eu os abri para vocês, e os anjos de Deus, que estão unidos comigo na reconciliação entre a terra e o céu, unindo aos crentes na terra com o Pai no alto, ascenderão, levando as orações dos precisados e os afligidos desde a terra até o Pai no alto, e descendo, trazendo bênçãos… para os filhos dos homens.

Os anjos de Deus estão sempre se movendo para acima e para abaixo desde a terra até o céu, e desde o céu até a terra. Todos os milagres de Cristo foram levados a cabo a favor dos afligidos e os sofrimentos pelo poder de Deus através do ministério dos anjos. Cristo condescendeu a assumir a humanidade, e assim, une seus interesses com os caídos filhos e filhas de Adão aqui abaixo, enquanto sua divindade se asse do trono de Deus. E assim Cristo abre a comunicação entre o homem e Deus, e entre Deus e o homem.  (p. 67)

Night Scenes in the Bible

 

(1868 – 1870) de Daniel March

 

The Spirit of Prophecy, Tomo 2 (1877),

 

de E. G. White.

Por sete dias consecutivos, Jerusalém estava atestada de milhares de fiéis em Israel… Viviam em choupanas ou tabernáculos de ramos verdes, construídas sobre os tetos das casas, nas ruas e vagas públicas, nos pátios do templo e das casas privadas, e para acima e para abaixo nos vales e ladeiras além dos muros da cidade. Todo o Morro Sião… estava tão espessamente sombreado por ramos verdes que à distância semelhava um bosque de palmas e pinheiros, de oliveiras e de mirtos. Sete dias estavam consagrados… (p. 363) A Festa dos Tabernáculos se celebrava para comemorar o tempo em que os hebreus habitaram em lojas durante a peregrinação no deserto. Enquanto durava este grande festival, ao povo se lhe requeria que deixasse suas casas e vivesse em choupanas feitas de ramos verdes de pinheiro ou palmeira. Estas frondosas estruturas se erigiriam algumas vezes sobre os tetos das casas, e nas ruas, nos vales, e ao longo das ladeiras. Dispersas em todas as direções, estes verdes acampamentos apresentavam um aspecto muito pitoresco.  (p. 343)

A festa durava uma semana, e durante todo esse tempo o templo era uma cena festiva de grande regozijo. (p. 344)

Night Scenes in the Bible

 

(1868 – 1870) de Daniel March

Prophets and Kings (1916)

 

E. G. White.

Vindo da agreste terra montanhosa de Gileade… Não sabiam nada de povos ou aldeias… (p. 193)

Foi mantido separado das moradas dos homens e os… ternos afetos da vida doméstica…. (p. 196)

Elias recordava a história que Israel tinha esquecido… a libertação no Egito … E cria que a casa apóstata de Acabe e de todo Israel estava… nas mãos do Deus vivente…  (p. 197)

Os sacerdotes de Baal tinham estabelecido o culto à Natureza…

Ao povo se lhe tinha ensinado que estas deidades pagãs governavam os elementos da terra e o fogo e o água por meio de seus conjuros místicos. Mas Elias ainda cria que o sol e as nuvens,… os ribeiros e as fontes estavam em mãos de Jeová. (p. 198)

Entre as montanhas de Gileade… habitava … um homem de fé… bem afastado de qualquer cidade de renome.

Ao ver Elias que Israel se submergia mais e mais na idolatria, sua alma se angustiou…. Deus tinha feito grandes coisas por seu povo. Tinha-o livrado da escravatura… (p. 119)

Porquanto os adoradores de Baal afirmavam que os tesouros do céu, o orvalho e a chuva, vinham, não de Jeová, senão das forças que governam a natureza, e que era através da energia criadora do sol que a terra era enriquecida e produzia em abundância, a maldição de Deus teria de descansar pesadamente sobre a terra contaminada. (p. 120)

Passa um ano inteiro e começa outro, e não há chuva. Termina-se um segundo e um terceiro, e… não se forma nenhuma nuvem nem cai nenhum orvalho…

A terra abrasada está toda queimada como por fogo. Os campos, uma vez frutíferos, convertem-se como em cinzas de um forno. (p. 205)

O vento quente seca a umidade das verdes folhas e da carne vivente e as sufocantes tormentas de pó varrem as colinas como o vento muito quente que sopra do deserto… Os pequenos troncos de madeira não dão sombra, e as árvores do bosque estendem seus esqueléticos braços… O balido das ovelhas se volta mais e mais débil… (p. 206 )

A fome entra aos lares… A mãe se volta com horror… e o pai… descobre que as bocas… já não choram mais… (p. 206 )

E toda esta terrível calamidade foi trazida sobre Israel por misericórdia, para salvá-los do mal maior de negar e abandonar ao Deus de seus pais… Não importava o que lhes custasse recuperar essa fé… era melhor sofrer… que viver sem Deus….

Assim creu Elias, e… esperou … que o coração de seu povo apóstata se voltasse de novo por meio da aflição. (p. 207)

 A terra está abrasada como por fogo. O ardente calor do sol destrói a pouca vegetação que sobreviveu. Os ribeiros se secam, o gado que muge e os rebanhos que balam, vagam daqui para lá em angústia. Os campos que uma vez floresceram se converteram em ardentes areias do deserto, um ermo desolado. Os pequenos troncos de madeira, dedicados à adoração de ídolos não têm folhas; as árvores do bosque, demarcados esqueletos da natureza não dão sombra. O ar é seco e sufocante; as tormentas de pó cegam os olhos e quase detêm o alento… A fome, com todos seu horrores, acerca-se. (p. 124)

Passou o segundo ano de fome, e ainda os implacáveis céus não davam sinais de chuva… Os pais e as mães, impotentes para aliviar o sofrimento de seus filhos, viram-se obrigados a vê-los morrer… (p. 127)

Ele (Deus) tratava de ajudá-los a recobrar a fé perdida, e tinha que trazer sobre eles grande aflição…

Não tinha senão um só remédio – voltar-se dos pecados que tinham trazido sobre eles a mão castigadora do Todo-poderoso, e voltar-se ao Senhor com o pleno propósito do coração. (p. 128)

Eliha the Tishbite (1848)

 

F. W. Krummacher.

Prophets and Kings (1916)

 

E. G. White.

Em conseqüência, Acabe, com sentimentos que é melhor imaginar do que expressar, foi encontrar-se com Elias… (p. 63)

“És você o que inquieta a Israel?” disse o iracundo monarca, e assim jogou sobre o profeta toda a culpa dos severos juízos de Deus sobre a terra. (p. 64)

Em suas primeiras e vacilantes palavras: “É você o que inquieta a Israel?”, ele [Acabe] inconscientemente revela os mais íntimos sentimentos de seu coração. Acabe sabia que tinha sido pela palavra de Deus que os céus se tinham convertido em bronze. No entanto, tratou de culpar ao profeta pelos severos juízos que tinham caído sobre a terra. (p. 139)
Escusa-se? … Recorre à lisonja ou ao artifício? … Sequer trata de moderar o desagrado do rei anunciando-lhe a boa nova da chuva que se acerca? … “Não inquietei a Israel: senão você, e a casa de teu pai, em que abandonastes os mandamentos do Senhor, e seguido aos Baalins.” (p. 66) Elias não faz nenhuma tentativa de escusar-se ou de lisonjear ao rei. Nem procura evitar a ira dando-lhe as boas novas de que a seca quase terminou… “Não inquietei a Israel” afirma Elias audazmente, “senão você, e a casa de teu pai, em que abandonastes os mandamentos do Senhor, e seguido aos Baalins.” (p. 140)
Linguagem como este rara vez se ouve na terra…

Deveríamos ver maiores coisas, se não fosse porque a saudação terrível: “Você é esse homem!” Não fora tão desconhecido entre nós… Se Elias, ou Paulo, ou João Batista, estivessem aqui, ouviríamos à trombeta dar um som bem diferente… Mais de um publicano: “Não exijas mais do que te corresponde.” Mais de um Herodes: “Não te é lícito ter a mulher de teu irmão.” Quantos… que na atualidade só escutam suaves palavras … Fiéis servos de Deus… não estão dispostos a sofrer o pecado sobre eles – os tais são raros em verdade. ¡Oh, vocês, ministros de Cristo, grandes e pequenos, não nos queixemos do pouco fruto de nossos labores até que primeiro nos tenhamos queixado de nosso próprio e demasiado grande amor pelos louvores dos homens! (p.  67)

  Hoje há necessidade de uma voz que fale em severo reproche… Os suaves sermões que com freqüência se pregam não causam uma impressão duradoura; a trombeta não dá um som verdadeiro.

Muitos professos cristãos… fariam bem em se perguntar: Por que teve João Batista que lhes dizer aos fariseus: “Geração de víboras!?” … (p. 140)

Por que teve que provocar a ira de Herodias dizendo-lhe a Herodes que era ilegal que vivesse com a mulher de seu irmão?

“Você és esse homem.”… Palavras tão inconfundivelmente claras como estas que Natã lhe disse a David rara vez se ouvem desde os púlpitos hoje, e rara vez se vêem na imprensa. Se não fossem tão raras, veríamos mais do poder de Deus revelado entre os homens. Os mensageiros de Deus não deveriam queixar-se de que seus esforços sejam sem fruto, até que se arrependam de seu próprio amor pela aprovação e seu desejo de agradar aos homens que os conduz a suprimir a verdade. (p. 141)

 Bem poderíamos humilhar-nos, todos e cada um, por nossa falta de sinceridade e por comprazer aos homens, ao permitir-nos exclamar: “Paz, paz, quando não há paz.”… é a falta de verdadeiro amor ao próximo, e a indulgência de nossa própria indolência e comodidade. Que o Senhor acenda uma chama mais pura em nossas almas, e nos dê um melhor amor, um amor que, onde o requer a verdade, a honra de Deus, e a salvação de nossos irmãos, possa falar e atuar desinteressadamente e negando-se a si mesmo. (p. 68) Os ministros que comprazem aos homens clamando: Paz, paz, quando Deus não falou de paz, deveriam humilhar seus corações diante de Deus, pedindo perdão por sua falta de sinceridade e por sua falta de valor moral. Não é por amor ao próximo que eles suavizam a mensagem que lhes foi confiado, senão porque são auto-indulgentes e amadores das comodidades. O verdadeiro amor procura primeiro a glória de Deus e a salvação das almas. (p. 141)
Meus amigos! Fariam bem em orar para que lhes seja dado a vossos ministros fazer um melhor uso da liberdade que lhes foi divinamente confiada como uma terrível e responsabilíssima esperança, “para redargüir, repreender, e exortar com toda paciência e doutrina.” … Nós mensageiros de Deus no lugar de Cristo, como mordomos dos mistérios de Deus. Falamos não de nós mesmos, senão dAquele, que é maior do que todos, manda-nos do que falemos. Vamos para adiante, rodeados por uma nuvem de testemunhas, como embaixadores do Rei de reis, e temos direito a anunciar nossa mensagem aos pecadores em nome de Deus, com um “Assim diz o Senhor!”… Oh… a santidade de nosso ofício! Oh, oxalá que nos penetrasse mais completamente, e fôssemos como Elias, ou Natã, ou o Batista, ou o apóstolo Paulo. (p. 67) Oxalá que cada ministro se desse conta do sagrado de seu ofício e da santidade de seu trabalho, e mostrasse o valor que mostrou Elias! Como mensageiros designados pelo céu, os ministros estão numa posição de terrível responsabilidade. Têm de “redargüir, repreender, e exortar com toda paciência”… No lugar de Cristo, têm de trabalhar como mordomos dos mistérios do céu… Têm de ir para adiante por fé, recordando que estão rodeados por uma nuvem de testemunhas. Não têm de falar suas próprias palavras, senão as daquele, que é maior do que os potentados da terra, ordenou-lhes do que falem. Sua mensagem tem de ser: “Assim diz o Senhor.” Deus chama a homens como Elias, Natã, e João Batista. (p. 142)

Night Scenes in the Bible (1868-1870)

 

 

Daniel March

Prophets and Kings (1916)

 

E. G. White.

Acabe… está tão maravilhado… pela presença do profeta que só lhe obedece em seguida… como se Elias fora rei e Acabe fora súdito e escravo.

Enviam-se rápidos correios por todo o reino com a convocatória, e cada povo e cada aldeia e cada família prazerosamente envia seu representante à grande assembléia… (p. 208)

Se levantam nuvens de pó… enquanto as longas filas … convergem para as boscosas alturas do Carmelo. Os oitocentos cinqüenta profetas de Baal e Astarote de Jezabel marcham como um só corpo desde seu grande templo… A carruagem de Acabe passa rapidamente… (p. 209)

 Acabe obedeceu a [Elias] em seguida, como se o profeta fora um monarca, e o rei um súbdito. Enviaram-se rápidos mensageiros por todo o reino com a convocação para reunir-se com Elias e os profetas de Baal e Astarote. Em cada povo e cada aldeia, a gente se preparou para reunir-se… (p. 143)

No cume de um dos mais altos morros… estava o altar quebrado de Jeová…

Os profetas de Jezabel marcham em imponente ordem. Com real pompa, o rei aparece e ocupa seu lugar… (p. 144)

O homem sobre quem o reino inteiro tinha posto o peso de sua desolação e de sua agonia, permanece de pé diante deles, sem temor, indefeso, só.

Sobre o mais alto espinhaço da montanha, onde o altar de Jeová tinha estado alguma vez e tinha sido derrubado… sai o profeta e tomada sua posição. (p. 209)

Por todas partes para abaixo da boscosa vertente… estão reunidos os milhares.. esperando e contendo o alento com admiração e expectação…

Mas não há ninguém em toda a multidão que se atreva a pronunciar uma palavra de aprovação ou dar um sinal de assentimento a uma proposta tão clara… (p. 210)

Aquele sobre quem o reino inteiro carregou o peso de sua aflição está agora ante eles, aparentemente indefeso em presença do Monarca de Israel…

Sem sentir-se envergonhado, impávido, o profeta permanece de pé diante da multidão.

Em ansiosa expectação, o povo espera que fale…

O povo não lhe responde nem uma palavra. Ninguém naquela vasta assembléia se atreve a revelar sua lealdade a Jeová… (p. 147)

Os sacerdotes de Baal… põem a lenha e a vítima, e depois começam a cantar e a ulular, nas selvagens orgias de seu culto idólatra… saltando, lançando e rasgando seus… roupas … É depois de meio dia, e ainda, esperando ganhar tempo e encontrar algum truque ou jogo de mãos pelo qual possa acender-se o fogo, continuam com seus gritos, cortando-se suas carnes, saltando sobre o altar, manchando seus rostos e suas roupas com seu próprio sangue, ganindo e expelindo espuma pela boca…

Durante todo esse tempo, Elias permanece de pé, só, esperando e sabendo perfeitamente que, se por meio de algum engano ou alguma astúcia, eles acendem o altar, o povo se lhes uniria e o despedaçariam ali mesmo… Mas todo é em vão para os frenéticos e desmaiados sacerdotes de Baal… O povo está cansado das vãs repetições e o terrível demonismo da idolatria. (p. 211)

Os falsos sacerdotes preparam seu altar, dispondo a lenha e a vítima; e depois começam seus conjuros. Seus agudos gritos reverberam uma e outra vez através dos bosques e as alturas circundantes, ao invocar o nome de seu deus, dizendo: “Oh, Baal, escuta-nos!” Os sacerdotes se reúnem ao redor de seu altar, e dando saltos, retorcendo-se, e gritando, atirando-se dos cabelos, e cortando-se a carne, suplicam a seu deus que os ajude.

Não se ouve nenhuma voz, nem nenhuma resposta a suas frenéticas orações…

Enquanto eles continuam suas frenéticas devoções, os astutos sacerdotes estão continuamente tratando de inventar algum meio pelo qual possam acender fogo no altar e fazer que a gente cresse que o fogo veio diretamente de Baal… (p. 149)

Elias continua observando atenciosamente; porque sabe que, se por qualquer truque os sacerdotes tivessem sucesso em acender o fogo de seu altar, instantaneamente seria despedaçado…

Os profetas de Baal estão cansados, desmaiados, confundidos… (p. 150)

E então, à hora do sacrifício da tarde, o profeta se adianta só… A grande multidão está pálida e sem alento com a terrível expectação… Sua acalmada e singela oração, bem como seu pacífico comportamento, são mais impressionantes do que a espumante fúria… (p. 212) Todo o longo dia, o povo presenciou as demonstrações… e teve a oportunidade de reflexionar na estupidez da adoração dos ídolos. Muitos na multidão estão cansados das exibições de demonismo; e agora esperam com profundo interesse os movimentos de Elias.

É a hora do sacrifício da tarde…

Os desiludidos sacerdotes de Baal, esgotados por seus vãos esforços, esperam para ver o que Elias vai fazer… O povo, temeroso também, e quase sem alento com a expectação, observa… (pgs. 150-1)

Nem bem tinha falado, quando o rugente fogo desce dos claros céus como a cintilação de um relâmpago… A súbita labareda cega os olhos da multidão e alumia toda a encosta da montanha… O povo, que observa desde longe, sobre os tetos das casas em Jezreel e em Samaria, e nos cerros de Efraim e Galiléia, assustam-se do que vêem. Parece-lhes como se a coluna de fogo que guiou a seus antepassados no deserto tivesse descido sobre o morro Carmelo. A multidão na montanha cai ao solo sobre seus rostos… (p. 212)   Não bem termina a oração de Elias quando chamas de fogo, como brilhantes relâmpagos, descem do céu… lambendo a água da valeta … A brilhantez da labareda alumia a montanha e deslumbra os olhos da multidão. Abaixo nos vales onde muitos observam em expectação os movimentos dos a mais acima, o descenso do fogo se vê claramente, e todos se assombram do que vêem. Parece-se à coluna de fogo que no Mar Vermelho separava aos filhos de Israel da hoste egípcia.

O povo na montanha se prostra em admiração diante do Deus invisível. (p. 152)

O povo confessou ao Deus de seus pais, e os falsos profetas foram mortos, é tempo de que vinga a chuva e que a terra abrasada reviva novamente com renovada vida… Mas é suficiente. Elias, a quem… as nuvens e o céu lhe foram familiares desde sua juventude, já pode ouvir o som da tempestade que vem… (p. 213)

Como um moderno árabe, não quis entrar, senão que permaneceu fora dos muros e se arrojou sobre a terra nua, em meio da tormenta, para seu repouso da noite. O profeta tinha envergonhado ao rei diante de seu povo no Carmelo, e correu diante de sua carruagem como um ato de homenagem para mostrar que ainda o reconhecia como seu soberano… Ainda estava disposto a executar o humilde serviço de correr na chuva e na escuridão diante da carruagem de seu rei… (p. 214)

Os juízos do céu tinham sido executados; o povo tinha reconhecido ao Deus de seus pais como o Deus vivente; e agora a maldição do céu tinha de ser retirada, e renovadas as bênçãos temporárias da vida. A terra tinha de ser refrescada com a chuva… (p. 155)

Isto foi suficiente… Naquela pequena nuvem contemplou por fé uma chuva abundante…  (p. 156)

Elias, quem, como profeta de Deus, tinha humilhado esse dia a Acabe diante de seus súbditos e matado a seus sacerdotes idólatras, ainda o reconhecia como rei de Israel; e agora, como ato de homenagem, e fortalecido pelo poder de Deus, correu diante da carruagem real… (p. 158)

E, no entanto, depois de seu triunfo assinalado… estava disposto a executar o trabalho de um servo … (p. 159)

O profeta, escolhendo permanecer fora dos muros, envolveu-se em seu manto e se deitou a dormir sobre a terra nua… (p. 159)

Tal é a reação que não é raro que siga ao mais atrevido esforço e ao sucesso mais deslumbrante. Tal é o desalento que algumas vezes pressiona fortemente sobre a fé mais sublime e mais heróica nas mentes mais puras e mais nobres… (p. 216) Mas uma reação como a que com freqüência segue à fé profunda e ao sucesso glorioso fazia pressão sobre Elias. Temia que a reforma iniciada no Carmelo não fora duradoura, e a depressão se apoderou dele… (p. 161)
Longe dos lares dos homens e as caridades da vida doméstica, com gosto teria dado seu corpo para que fora coberto pelas cambiantes areias… Preferiria morrer na escuridão e na solidão que voltar a ver o rosto ou ouvir a voz de seu próximo outra vez. (p. 190)

As palavras que a aflição e a escuridão arrancavam dos lábios do paciente profeta da Antigüidade: “Pereça o dia que nasci.” (p. 191)

Fugitivo, longe dos lugares habitados pelos homens, seu ânimo achatado por amargo desengano, desejava não voltar a ver nunca o rosto de nenhum homem…

O fiel Jó, no dia de sua aflição e escuridão, declarou: “Pereça o dia em que nasci.” (p. 162)

Paulo foi arrebatado ao terceiro céu em visões de glória… e então, pouco depois, orava com súplicas repetidas três vezes. (p. 216) O apóstolo Paulo testemunhou: “E disse-me: Basta-te minha graça, porque meu poder se aperfeiçoa na debilidade.” (p. 165)

Walks and Homes of Jesus (1856)

 

Daniel March.

The Desire of Ages (1898)

 

 

Ellen G. White.

No entanto, nos faria muito bem passar revista, com freqüência e solenemente, às cenas finais da vida terrenal do Salvador… Aprenderemos muitas saudáveis lições recordando e passando uma hora, pensativos num esforço por fortalecer nossa fé e estimular nosso amor ao pé da cruz. (p. 313)  Seria bom que passássemos uma hora, cada dia, contemplando pensativos a vida de Cristo. Deveríamos considerá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação capte cada cena, especialmente as finais. Ao deter-nos em seu grande sacrifício por nós, nossa confiança nele será mais constante, nosso amor será estimulado, e estaremos mais profundamente imbuídos de seu espírito. (p. 83)

The Life of Christ (1863)

 

William Hanna

 

The Desire of Ages (1898)

 

 

Ellen G. White

 

“De verdadeiro, de verdade vos digo: De aqui em adiante, ou mais bem desde este momento em adiante, vereis o céu aberto, e aos anjos de Deus que sobem e descem sobre o Filho do Homem. Ouvistes que faz umas poucas semanas nas orlas do rio, os céus se abriram por um momento sobre minha cabeça, e se viu ao Espírito vindo sobre mim como pomba. Essa não era senão um sinal. Crede o que esse sinal se propunha confirmar; crede em mim como o Cordeiro de Deus, o Salvador do mundo, o que batiza com o Espírito Santo, e o olho de vossa fé será estimulado, e vereis esses céus abertos continuamente sobre minha cabeça – abertos por mim para vocês; e aos anjos de Deus – todos os seres e todas as coisas que levam a cabo o bendito ministério de reconciliação entre a terra e o céu… ascendendo e descendo sobre o Filho do Homem…. Me vereis nessa escada de toda engraçada comunicação entre a terra e o céu, minha humanidade fixando firmemente na terra um extremo dessa escada perdida em meio dos esplendores do trono.” (p. 108) “De verdadeiro, de verdade vos digo: De aqui em adiante vereis o céu aberto, e aos anjos de Deus que sobem e descem sobre o Filho do Homem”.  .

Aqui Cristo diz virtualmente: Na orla do Jordão, os céus se abriram, e o Espírito desceu como pomba sobre mim. Essa cena não era senão um sinal de que eu sou o Filho de Deus. Se vocês crêem em mim como tal, vossa fé arderá mais intensamente. Vereis que os céus estão abertos, e que nunca se têm de fechar. Eu os abri para vocês. Os anjos de Deus estão ascendendo e descendo, trazendo bênçãos e esperança, valor, ajuda, e vida, aos filhos dos homens. (p. 142)

Ao tomar sobre si a humanidade, nosso Salvador une seus interesses aos dos caídos filhos e filhas de Adão, enquanto por meio de sua divindade Ele se asse do trono de Deus. E assim Cristo é o meio de comunicação entre os homens e Deus, e entre Deus e os homens. (p. 143)

The Life and Epistles of the Apostle Paul (1852)

 

W. J. Conybeare/J. S. Howson.

 

The Spirit of Prophecy, Vol. 3. (1878)

 

Ellen G. White.

Subornaram a testemunhas falsas para acusá-lo de blasfemar contra Moisés e contra Deus. (p. 73) Alugaram testemunhas falsas para testemunhar que o tinham ouvido falar palavras blasfemas contra o templo e contra a lei. (p. 295)
E as testemunhas (que, de acordo com a Lei, requeria-se que arrojassem as primeiras pedras) despojaram-se de suas vestimentas exteriores e as puseram aos pés de Saulo… (p. 77)

E é evidente … quão profunda impressão tinha causado em sua [a de Paulo] memória a morte de Estevão… (p. 75)

Não parece que as autoridades romanas os restringissem em modo algum…

Há fortes razões para crer que, se não era membro do Sanedrín ao tempo da morte de Estevão, foi eleito membro do poderoso senado pouco depois – possivelmente como recompensa pelo zelo que tinha demonstrado contra os hereges. (p. 80)

Requereu-se-lhe às testemunhas que tinham acusado a Estevão que arrojassem as primeiras pedras. Estas pessoas puseram suas roupas aos pés de Saulo…

O martírio de Estevão causou uma profunda impressão em todos os que o presenciaram… (p. 299)

[Seu zelo [o de Paulo] por levar adiante a perseguição aterrorizava aos cristãosem Jerusalém. As autoridades romanas não fizeram nenhum esforço especial para deter a cruel obra…

Ele não foi membro do concílio do Sanedrín senão até depois a morte de Estevão, quando foi eleito para ser membro desse corpo em consideração do papel em que tinha atuado nessa ocasião. (p. 300)

Sua educação rabínica e farisaica agora era usada para sustentar a causa que tinha vindo destruir. (p. 95) A educação rabínica e farisaica de Paulo agora teria de ser usada em boa conta pregando o evangelho e sustentando a causa para destruir a qual tinha uma vez feito todos os esforços. (p. 317)

The Great Teacher  (1836)

 

John Harris  (edit. de 1870)

 

The Acts of the Apostles (1911)

 

E. G. White.

 

Ele decidiu que a igreja seja seu próprio pecúlio; é a única fortaleza que ele tem num mundo em rebeldia… de maneira que, abrir suas portas para dar entrada a qualquer dos rebeldes, por especioso que seja o pretexto, é traição à mais sagrada confiança, e traição à grande causa de Cristo. (p. 157) A igreja é a fortaleza de Deus, sua cidade de refúgio, que ele tem num mundo rebelde. Qualquer traição à igreja é traição contra Aquele que comprou à humanidade com o sangue de seu Filho Unigênito… Ele enviou a seus anjos para ministrar a sua igreja, e as portas do inferno não puderam prevalecer contra seu povo. (p. 11)
Mas a igreja de Cristo, por débil e defeituosa que seja, é o único objeto sobre a terra ao qual confere seu supremo cuidado… É o palco de sua graça, no qual faz experimentos de misericórdia sobre os corações humanos, e efetua transformações. (p. 160) Por débil e defeituosa que seja, a igreja é o único objeto ao qual Deus confere seu supremo cuidado. É o palco de sua graça, no qual se deleita revelar seu poder para transformar os corações. (p. 12)
Porque, enquanto alguma figura monstruosa, de ferocidade e poder brutos, considerava-se símbolo apropriado de cada monarquia precedente… enquanto eles prevaleciam pelo domínio do poder físico, toda arma carnal e todo instrumento de coação deveria ser desterrado de seu reino… (p. 152) Não podia usar os reinos do mundo como comparação. Na sociedade, não encontrou nada com o que compará-lo. Os reinos da terra governam pelo domínio do poder físico; mas toda arma carnal, todo instrumento de coação está desterrado do reino de Cristo. (p. 12)

Night Scenes in the Bible (1868-1870)

 

 

Daniel March.

The Acts of the Apostles (1911)

 

E. G. White.

Dezesseis soldados armados, todos os quais respondiam com suas vidas pela vigilância, e uma cela feita de rocha maciça, e duas correntes e três portas vigiadas e aparelhadas de ferrolhos… demonstram-nos que o poder empregado na defesa da religião de Jesus é maior que os exércitos dos reis. (pgs. 459-60) Pedro foi confinado a uma cela lavrada na rocha cujas portas tinham gordos ferrolhos e barrotes; e os soldados de guarda foram fatos responsáveis pela vigilância dos prisioneiros… Mas os ferrolhos e os barrotes… só fariam mais completo o triunfo de Deus na libertação de Pedro. (p. 146)

Life Incidents (1868)

Tiago White

Disponível em inglês aqui.

The Great Controversy (1888)

 

E. G. White – edição de 1911

 

Disponível em português aqui.

 “Em sua temporã meninice [a de William Miller] se manifestaram os sinais de uma fortaleza intelectual e uma atividade mais do que ordinárias. Uns poucos anos fizeram estes signos mais notáveis… Possuía uma forte constituição física… e um caráter moral irreprochável… Tinha desfrutado das vantagens da escola de distrito.” (p. 28) Ele [William Miller] tinha uma constituição física saudável, e … uma mais do que ordinária fortaleza intelectual. Ao envelhecer, isto se voltou mais marcado… Não desfrutava das vantagens de uma educação superior… Possuía um caráter moral irreprochável. (p. 317)
 “Mas os homens com os quais se associava … estavam profundamente afetados por … teorias deístas … bons cidadãos … humanos e benévolos.” (p. 30) Foi lançado à sociedade dos deístas … a maioria bons cidadãos e homens de disposição humana e benévola. (p. 318)
“Disse que o período de sua vida deísta foi de doze anos.” (p. 30) Continuou sustentando estes pontos de vista … por cerca de doze anos. (p. 318)
“Descobriu que seus pontos de vista anteriores não davam nenhuma certeza de felicidade além da vida presente. Além da tumba todo era escuro e tenebroso.” (p. 30) Não encontrou em sua crença anterior nenhuma certeza de felicidade além da tumba. O futuro era escuro e tenebroso. (p. 318)
 “A aniquilação era um pensamento frio e gélido, e a responsabilidade significava uma segura destruição para todos. Os céus eram como bronze sobre minha cabeça, e a terra como ferro sob meus pés. ¡A eternidade! – Que era? E a morte – por que existia?’ Quanto mais raciocinava, mais me afastava de uma evidência concludente. Quanto mais pensava, mais dispersas eram minhas conclusões… mas meus pensamentos não queriam ser controlados. Sentia-me verdadeiramente miserável, mas não entendia a causa. Murmurava e me queixava, mas não sabia contra quem nem de quem. Sabia que tinha algo incorreto, mas não sabia como ou onde encontrar o correto. Lamentava-me, mas sem esperança.” (p. 31)  “A aniquilação era um pensamento frio e gélido, e a responsabilidade significava uma segura destruição para todos. Os céus eram como bronze sobre minha cabeça, e a terra como ferro sob meus pés. A eternidade – que era? E a morte – por que existia? Quanto mais raciocinava, mais me afastava de uma evidência concludente. Quanto mais pensava, mais dispersas eram minhas conclusões. Tratei de deixar de pensar, mas meus pensamentos não queriam ser controlados. Sentia-me verdadeiramente miserável, mas não entendia a causa. Murmurava e me queixava, mas não sabia contra quem nem de quem Sabia que tinha algo incorreto, mas não sabia como ou onde encontrar o correto. Lamentava-me, mas sem esperança. (p. 318)
 “‘De repente,” diz, “minha mente se impressionou vividamente com o caráter de um Salvador”. Pareceu-me que era possível que tivesse um ser tão bom e compassivo como para expiar ele mesmo nossas transgressões, e, portanto, salvar-nos de sofrer o castigo pelo pecado. Imediatamente senti quão adorável devia ser um ser assim; e imaginei que eu podia arrojar-me em seus braços, e confiar na misericórdia de alguém assim. Mas surgia a pergunta: Como pode provar-se que existe um ser assim? Descobri que, aparte da Bíblia, não podia obter evidência da existência de um Salvador assim, e nem sequer de um estado futuro…  (p. 31)  “De repente,” diz, “minha mente se impressionou vividamente com o caráter de um Salvador”. Pareceu-me que era possível que tivesse um ser tão bom e compassivo como para expiar ele mesmo nossas transgressões, e, portanto, salvar-nos de sofrer o castigo pelo pecado. Imediatamente senti quão adorável devia ser um ser assim, e imaginei que eu podia arrojar-me em seus braços e confiar na misericórdia de alguém assim. Mas surgia a pergunta: Como pode provar-se que existe um ser assim? Descobri que, aparte da Bíblia, não podia obter evidência da existência de um Salvador assim, e nem sequer de um estado futuro… (p. 319)
 “‘Vi que a Bíblia sim apresentava a um Salvador assim, como eu o precisava; e me senti perplexo ao descobrir como um livro não inspirado desenvolvia princípios tão perfeitamente adaptados às necessidades de um mundo caído. Senti-me constringido a admitir que as Escrituras devessem ser uma revelação de Deus. Converteram-se em meu deleite; e em Jesus encontrei a um amigo. O Salvador se converteu para mim no principal entre dez mil; e as Escrituras, que antes eram escuras e contraditórias, agora se converteram em lustre a meus pés e lâmpada no meu caminho. Minha mente se serenou e ficou satisfeita. Descobri que o Senhor Deus era uma Rocha em meio do oceano da vida. Agora a Bíblia se converteu no objeto principal de meu estudo, e posso dizer verdadeiramente que a esquadrinhei com grande deleite. Descobri que jamais se me tinha dito nem a metade. Perguntei-me por que não tinha visto eu antes sua beleza e sua glória, e maravilhei-me de que alguma vez a tivesse rejeitado. Encontrei revelado todo o que meu coração pudesse desejar, e remédio para toda doença da alma. Perdi todo gosto por outras leituras, e apliquei meu coração a obter a sabedoria de Deus. (p. 32)  “Vi que a Bíblia sim apresentava a um Salvador assim, como eu o precisava; e me senti perplexo ao descobrir como um livro não inspirado desenvolvia princípios tão perfeitamente adaptados às necessidades de um mundo caído. Senti-me constringido a admitir que as Escrituras devessem ser uma revelação de Deus. Converteram-se em meu deleite, e em Jesus encontrei a um amigo. O Salvador se converteu para mim no principal entre dez mil; e as Escrituras, que antes eram escuras e contraditórias, agora se converteram em lustre a meus pés e lâmpada no meu caminho. Minha mente se serenou e ficou satisfeita. Descobri que o Senhor Deus era uma Rocha em meio do oceano da vida. Agora a Bíblia se converteu no objeto principal de meu estudo, e posso dizer verdadeiramente que a esquadrinhei com grande deleite. Descobri que jamais se me tinha dito nem a metade. Perguntei-me por que não tinha visto eu antes sua beleza e sua glória, e maravilhei-me de que alguma vez a tivesse rejeitado. Encontrei revelado todo o que meu coração pudesse desejar, e remédio para toda doença da alma. Perdi todo o gosto por outras leituras, e apliquei meu coração a obter a sabedoria de Deus.” S. Bliss, Memoirs of Wm. Miller, páginas 65-67. (p. 319)
 “Se a Bíblia é uma revelação de Deus, deve ser consistente consigo mesma; todas suas partes devem harmonizar… deve ter sido dada para instrução do homem e, em conseqüência, deve estar adaptada a seu entendimento. Disse… ‘Harmonizarei todas essas aparentes contradições a minha satisfação.’ (p. 33) Mas raciocinou que, se a Bíblia é uma revelação de Deus, deve ser consistente consigo mesma; e que, como foi dada para instrução do homem, devia estar adaptada a seu entendimento. Estava decidido a … averiguar se cada aparente contradição podia harmonizar-se. (p. 319)
 “Fez a um lado todos os comentários, e usou as referências marginais e sua Concordância como suas únicas ajudas… Decidiu fazer a um lado toda opinião preconcebida… ‘Comecei com Gênesis, e li versículo por versículo, procedendo a uma velocidade tal que a revelação do significado das variadas passagens me deixasse livre de toda incerteza com respeito a quaisquer misticismos ou contradições. Sempre que encontrava algo escuro, minha prática era compará-lo com todas as passagens colaterais… Depois, permitindo que cada palavra tivesse seu próprio lugar a respeito do tema do texto, se meu ponto de vista dele harmonizava com cada um das passagens colaterais na Bíblia, cessava de ser uma dificuldade.’ (p. 34) Esforçando-se por fazer a um lado toda opinião preconcebida, e prescindindo dos comentários, comparou texto com texto com ajuda das referências marginais e a concordância. Prosseguiu seu estudo de maneira regular e metódica; começando com o Gênesis, e, lendo versículo por versículo, procedeu a uma velocidade tal que a revelação do significado das variadas passagens me deixasse livre de toda incerteza. Quando encontrava algo escuro, acostumava compará-lo com todos os outros textos que pareciam referir-se ao assunto em consideração. Se lhe permitia a cada palavra ter sua própria relação com o tema do texto, e se seu ponto de vista a respeito de ele harmonizava com cada um das passagens colaterais, cessava de ser uma dificuldade. (p. 320)
 “‘Descobri que mediante uma comparação… todas as profecias, até onde se cumpriram, tinham-se cumprido literalmente; que todas as variadas figuras de linguagem, metáforas, parábolas, símiles, etc.,… ou estavam explicadas em seu contexto imediato, ou os termos nos quais estavam expressas estavam definidos em outras porções da palavra; e que quando estavam explicadas assim, tinham de entender-se literalmente… Desta maneira fiquei satisfeito de que a Bíblia é um sistema de verdades reveladas, dadas de maneira tão clara e tão simples, que o viajante, ainda que seja um tonto, não precisa errar em isso.’” (p. 35) Viu que as profecias, até onde se tinham cumprido, tinham-se cumprido literalmente; que todas as variadas figuras de linguagem, metáforas, parábolas, símiles, etc., ou estavam explicadas em seu contexto imediato ou os termos nos que estavam expressas estavam definidos em outras passagens, e que, quando estavam explicadas assim, tinham de entender-se literalmente. “Assim, fiquei satisfeito,” diz, “de que a Bíblia é um sistema de verdades, dadas de maneira tão clara e tão simples que o viajante, ainda que seja um tonto, não precisa errar em isso.” – Bliss, página 70. (p. 320)
Setenta semanas estão determinadas sobre teu povo… explicam o período dos 2300 dias? A resposta é: A palavra traduzida como determinadas significa literalmente cortadas … (p. 52)

De qual período são divididas, ou cortadas, as setenta semanas? Porque não há nenhum outro período dado do qual possam tomar-se… (p. 53)

Então, se podemos localizar este mandamento definitivamente, temos o ponto de partida para o grande período dos 2300 dias…. (p. 53)

 “Setenta semanas estão determinadas sobre teu povo e sobre tua Santa Cidade.” A palavra traduzida aqui como “determinadas” significa literalmente “cortadas.”… Mas, de que foram cortadas? Como os 2300 dias são o único período de tempo mencionado no capítulo 8, este deve ser o período do qual foram cortadas as setenta semanas… Se a data deste mandamento pudesse encontrar-se, então poderia estabelecer-se o ponto de partida do grande período dos 2300 dias… (p. 326)
 “‘Ficou satisfeito de que… – um milênio temporário antes do fim do mundo, e o regresso dos judeus – não estão sustentados pela palavra de Deus… Encontrei que a Escritura ensinava claramente que Jesus Cristo descerá a esta terra novamente.’” (p. 38) Ficou satisfeito de que … – um milênio temporário antes do fim do mundo – não estava sustentado pela palavra de Deus… Miller encontrou que a vinda literal e pessoal de Cristo estava claramente ensinada nas Escrituras. (p. 321)
Depois, o anjo se dirigiu a Daniel e lhe disse: “Até dois mil e trezentos dias, e o santuário será purificado.” … (p. 49)

Em tempo simbólico, um dia significa um ano. Números 14:34; Ezequiel 4:6… Portanto, os 2300 dias dados aqui não podem ser dias literais; porque dias literais de jeito nenhum cobririam a duração de nenhum destes impérios…  (p. 50)

A chave do assunto está no capítulo nono… (p. 50)

Daniel 8:14: “Até dois mil e trezentos dias; depois o santuário será purificado.”… Miller aprendeu que um dia na profecia simbólica representa um ano. (Números 14:34; Ezequiel 4:6); viu que o período de 2300 dias proféticos, ou anos literais, se estenderia muito além. (p. 324)
Desmaiou e esteve adoentado alguns dias…. (p. 52) No capítulo oitavo de Daniel, não pôde encontrar nenhum indício quanto no ponto de partida dos 2300 dias… Daniel “desmaiou, e esteve adoentado alguns dias.” “E fiquei espantado da visão.” … (p. 325)
No capítulo sete de Esdras encontramos o decreto…. saiu no ano457 A. C.

Sessenta e duas semanas … 483 anos, teriam de estender-se até o Messias Príncipe. (p. 53)

Tomando o ano 457 A. C. … “Messias Príncipe serão sete semanas, e sessenta e duas semanas”… ou 483 anos. (p. 327)
 “Não preciso falar do gozo que encheu meu coração em vista da encantadora esperança, nem dos ardentes anseios de minha alma por participar no gozo dos isentados. A Bíblia era agora um novo livro para mim. Era em verdade uma festa da razão todo o que era escuro, místico, ou oculto para mim em seus ensinos, tinha-se dissipado de minha mente ante a clara luz que agora brilhava de suas sagradas páginas, e oh! Quão brilhante e gloriosa aparecia a verdade. Todas as contradições e inconsistências que antes tinha encontrado na palavra tinham desaparecido; e ainda que tinha muitas porções das quais não estava satisfeito de ter compreendido plenamente, tinha emanado tanta luz dela para alumiar minha até agora escurecida mente, que senti gozo ao estudar as Escrituras como antes não tinha suposto que se podia derivar de seus ensinos. (p. 38)  “Não preciso falar,” diz Miller, “do gozo que encheu meu coração em vista da encantadora esperança, nem dos ardentes anseios de minha alma por participar no gozo dos isentados. A Bíblia era agora um novo livro para mim. Era em verdade uma festa da razão; todo o que era escuro, místico, ou  oculto para mim em seus ensinos, tinha-se dissipado de minha mente ante a clara luz que agora emanava de suas sagradas páginas; e, oh! Quão brilhante e gloriosa aparecia a verdade. Todas as contradições e inconsistências que antes tinha encontrado na palavra tinham desaparecido; e ainda que tinha muitas porções das quais não estava satisfeito de ter compreendido plenamente, tinha emanado tanta luz dela para alumiar minha até agora escurecida mente, que senti tal gozo ao estudar as Escrituras como antes não tinha suposto que se podia derivar de seus ensinos.” Bliss, páginas 76, 77. (p. 329)
“Com as solenes convicções,” escreve o Sr. Miller, “de que tais acontecimentos de grande importância estavam preditos nas Escrituras que teriam de cumprir-se num curto espaço de tempo, vinha-me à mente com grande força uma pergunta relativa a meu dever para o mundo, em vista da evidência que tinha afetado minha própria mente.” (p. 54)  “Com a solene convicção de que devastes acontecimentos de grande importância estava predito nas Escrituras que teriam de cumprir-se num espaço de tempo muito curto, vinha a minha mente com grande força uma pergunta relativa a meu dever para o mundo em vista da evidência que tinha afetado minha própria mente.” Bliss, p. 81. (p. 329)
“Supus que suscitaria a oposição dos ímpios; mas nunca me passou pela mente que algum cristão se lhe oporia. Supus que todos os tais se regozijariam, em vista da gloriosa esperança, e que só seria necessário apresentar-se para que a recebessem. Meu grande temor era que, em seu gozo ante a esperança de uma gloriosa herança que teria de revelar-se tão cedo, recebessem a doutrina sem examinar as Escrituras o suficiente como prova de sua verdade. Portanto, temi apresentá-la, não fora a ser que, por alguma possibilidade, eu estivesse errado, e fora o meio para descarrilar a alguns.” (p. 54) Esperava encontrar oposição dos ímpios, mas confiava em que todos os cristãos se regozijariam na esperança de encontrar-se com o Salvador ao que professavam amar. Seu único temor era que, em seu grande gozo ante a esperança de uma libertação gloriosa que se teria de consumar tão cedo, muitos recebessem a doutrina sem examinar as Escrituras o suficiente como prova de sua verdade. Portanto, vacilou ao apresentá-la, não que estivesse errado e fora o meio para descarrilar a outros. (p. 330)
“Eu… continuei estudando a Bíblia… para ver se podia sustentar qualquer destas objeções…” (p. 54)

“Em seguida examinava o contexto”… (p. 55)

“Deste modo me ocupei desde 1818 até 1823 , sopesando as variadas objeções que se apresentavam a minha mente … depois de examiná-las à luz da divina palavra.” (p. 56)

Foi levado … a considerar cuidadosamente cada dificuldade que se lhe apresentava a sua mente. Encontrou que as objeções se desvaneciam diante da luz da palavra de Deus… Cinco anos passados assim o deixaram convencido do correto de sua posição. (p. 330)
“‘Enquanto estava ocupado em minhas coisas, meus ouvidos ressoavam constantemente: Vê e fala-lhe ao mundo de seu perigo. Vinham-me constantemente à mente estas palavras: “Quando eu disser ao ímpio: Ímpio, verdadeiramente morrerás; se você não falares para que se guarde o ímpio de seu caminho, o ímpio morrerá por seu pecado, mas seu sangue eu a demandarei de tua mão. E se você avisares ao ímpio de seu caminho para que se aparte dele, e ele não se apartar de seu caminho, ele morrerá por seu pecado, mas você livraste tua vida.’ Ezequiel 33:8, 9. (p. 56) “Enquanto estava ocupado em minhas coisas,” disse, “meus ouvidos ressoavam constantemente com as palavras: ‘Vê e fala-lhe ao mundo do perigo em que está.’ Estas palavras me vinham à mente constantemente: ‘Quando eu disser ao ímpio: Ímpio, verdadeiramente morrerás; se você não falares para que se guarde o ímpio de seu caminho, o ímpio morrerá por seu pecado, mas seu sangue eu a demandarei de tua mão. E se você avisares ao ímpio de seu caminho para que se aparte dele, e ele não se apartar de seu caminho, ele morrerá por seu pecado, mas você livraste tua vida.’ Ezequiel 33:8, 9.” (p. 330)
“Ele… convenceu-se mais e mais de do que tinha um dever pessoal do que cumprir com respeito ao que ele entendia do que a Bíblia ensinava da proximidade do advento… (p. 56)

“‘Orava para que algum ministro pudesse ver a verdade, e se dedicasse a promulgá-la; mas ainda fazia pressão sobre mim.”‘ (p. 57)

As atividades públicas do Sr. Miller, de acordo com a melhor evidência disponível, datam do outono de 1831. (p. 60)

Começou a apresentar seus pontos de vista em privado segundo tinha oportunidade, orando para que algum ministro sentisse a força deles e se dedicasse a promulgá-los. Mas não podia desterrar a convicção de que tinha um dever pessoal que cumprir, dando a advertência … Por nove anos tinha esperado, a responsabilidade ainda fazendo pressão sobre sua alma, até 1831. (p. 330)
 “E vi outro anjo voar por em meio do céu, que tinha o evangelho eterno para pregá-lo aos que moram na terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo em alta voz: Temei a Deus e dai-lhe honra, porque a hora de seu juízo é vinda, e adorai àquele que fez o céu, e a terra, a mar, e as fontes das águas.” Apoc. 14: 6,7. (p. 216)

“A responsabilidade deste anjo teria de ser o mesmo evangelho que se tinha proclamado antes.” (p. 217)

Nenhuma proclamação da hora do juízo vindouro de Deus se fez em nenhuma idade passada. (p. 219)

As profecias … foram fechadas e seladas até o tempo do fim…. (p. 219)

Ninguém pôde mostrar jamais do que nenhuma proclamação desta classe se fez no passado. Os apóstolos não fizeram uma proclamação como esta. Pelo contrário, informam-nos claramente que o dia do Senhor não estava às portas nesse então. Martín Lutero não fez esta proclamação, porque pensava que o juízo ocorreria como trezentos anos no futuro. (p. 220)

Paulo entendeu que era necessário falar explicitamente a respeito de este ponto. Diz-lhes que a vinda de Cristo ao juízo não podia ter lugar antes  de que chegasse a grande apostasia; e como resultado dessa apostasia, o homem de pecado seria revelado, mostrando-se a si mesmo como Deus, e exaltando-se a si mesmo, sobretudo o que se chame Deus, ou que é adorado. Que este mistério de iniqüidade é a grande apostasia romana, ninguém senão um papista o negaria. Paulo lhes recorda aos tessalonicenses que se os tinha dito… (p. 222)

Apoc. 12 mostra que são… 1260 anos para seu triunfo. L supremacia papal começou no ano 538 , e terminou em 1798. (p. 223)

Se vê um anjo voando “por em meio do céu, tendo o evangelho eterno para pregá-lo aos que moram na terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo.” “Em alta voz proclama a mensagem: “Temei a Deus, e dai-lhe honra, porque a hora de seu juízo é vinda”. E adorai àquele que fez o céu, a terra, e a mar, e as fontes das águas.” Versículos 6, 7. (p. 355)

A mensagem de salvação se pregou em todas as idades… A Daniel se lhe disse que fechasse o livro e o selasse “até o tempo do fim.”… Mas no tempo do fim “muitos correrão de aqui para lá, e a ciência se aumentará.” Daniel 12:4. O apóstolo Paulo advertiu à igreja que não devia esperar a vinda de Cristo em seu tempo. “Esse dia não virá,” diz, “sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem de pecado.” 2 Tessalonicenses 2:3. Não podemos esperar a vinda de nosso Senhor sem que antes vinga a grande apostasia, e o longo período do reinado do “homem de pecado.” O “homem de pecado,” ao que também se lhe chama “o mistério de iniqüidade,” “o filho de perdição,” e “aquele ímpio,” representa ao papado, que, como estava predito na profecia, manteria sua supremacia por 1260 anos…. Paulo cobre com esta advertência toda a dispensação cristã até o ano de 1798. (p. 356)

Nenhuma mensagem como este se deu jamais nas passadas idades. Paulo, como vimos, não o pregou; assinalou a seus irmãos ao então futuro distante para esperar a vinda do Senhor…. Martín Lutero localizou o juízo como a trezentos anos no futuro a partir de seus dias. (p. 356)

 “‘Joseph Wolff… entre os anos 1821 e 1845, proclamou a pronta vinda do Senhor em… Egito… St. Helena… e na cidade de New York… Declara que pregou entre judeus, turcos, muçulmanos, parsis, indianos…” (p. 227) Durante os vinte e quatro anos que vão desde 1821 até 1845, Wolff viajou extensamente: em África, visitando Egito… Chegou a New York em Agosto de 1837… (p. 360)

Entre judeus, turcos, parsis, indianos, e muitas outras nacionalidades e raças, distribuiu a palavra de Deus nestas variadas línguas. (p. 361)

 “Outro anjo lhe seguiu dizendo:  Caiu, caiu Babilônia, a grande cidade, porque fez beber a todas as nações do vinho do furor de sua fornicação.” Em Apocalipse 17:18, esta mesma cidade é chamada  uma mulher. Agora, quando se usa como símbolo nas Escrituras, uma mulher sempre representa organizações religiosas, sendo a verdadeira igreja representada por uma mulher virtuosa… O termo Babilônia, de Babel, onde Deus confundiu as línguas dos homens, significa mistura, confusão, sistemas corruptos de cristianismo. Iglesias protestantes. (p. 230) Em Apocalipse 14, o primeiro anjo é seguido por um segundo anjo, o qual proclama: “Caiu, caiu Babilônia, a grande cidade, porque fez beber a todas as nações do vinho do furor de sua fornicação.” Apoc. 14:8. O termo “Babilônia” se deriva de “Babel,” e significa confusão. Emprega-se nas Escrituras para designar as variadas formas da religião falsa ou apóstata. Em Apocalipse 17, Babilônia é representada como uma mulher, uma figura que se usa na Bíblia cúmulo símbolo de uma igreja, uma mulher virtuosa representando uma igreja pura, uma mulher vil uma igreja apóstata. Na Bíblia, o caráter sagrado e permanente da relação que existe entre Cristo e sua igreja está representado pela união do casal. (p. 381)
Paulo, escrevendo à igreja, diz em 2 Cor. 11:2: “Vos tenho desposado com um só esposo, para apresentar-vos como uma virgem pura a Cristo.” (p. 203) Paulo emprega a mesma figura no Novo Testamento quando diz: “Vos tenho desposado com um só esposo, para apresentar-vos como uma virgem pura a Cristo.” 2 Coríntios 11:2. (p. 381)
O Sr. Hopkins, num tratado a respeito do milênio, diz: “Não há razão para considerar que o espírito anticristão e as práticas anticristãs estão limitados ao que agora se chama a Igreja de Roma. As igrejas protestantes têm muito do anticristo nelas, e estão longe de ter-se reformado por completo de suas corrupções e maldades.” (p. 235) O Dr. Hopkins, em “A Treatise on the Millenium” [Um Tratado Sobre o Milênio], declara: “Não há razão para considerar que o espírito anticristão e as práticas anticristãs estão limitados ao que agora se chama a Igreja de Roma. As igrejas protestantes têm muito do anticristo nelas, e estão longe de ter-se reformado por completo de… corrupção e maldade.” Samuel Hopkins, Works, tomo 2, p. 328. (p. 384)
O Prof. S. C. Bartlett, de Chicago, no diário New York Independent, diz: “E a popularidade da religião tende a aumentar enormemente o número dos que querem obter seus benefícios sem fazer frente a seus deveres completamente. A igreja corteja ao mundo, e o mundo acaricia a igreja. A linha de separação entre o piedoso e o irreligioso se desvanece numa espécie de penumbra, e os homens zelosos de ambos os lados se afanam em apagar toda diferença entre seus modos de ação e desfrute.” (p. 239) E um escritor no diário Independent, de New York, fala assim concernente ao Metodismo como existe: “A linha de separação entre o piedoso e o irreligioso se desvanece numa espécie de penumbra, e os homens zelosos de ambos os lados se afanam em apagar toda diferença entre seus modos de ação e desfrute.” “A popularidade da religião tende a aumentar enormemente o número dos que querem obter seus benefícios sem fazer frente a seus deveres completamente.” (p. 386)
A tardança do esposo, a demora na parábola… o passar do ano judeu, 1843, o desengano. (p. 165) Mediante a tardança do esposo se representa o passo do tempo quando o Senhor era esperado, o desengano, e a aparente demora. (p. 394)
Mas os fanatismos são as obras da carne… Quando se leve a cabo a obra de Satanás no fanatismo … ver-se-á… seu contraste. (p. 170) Más ou menos por este tempo, começou a aparecer o fanatismo… Satanás procurava… opor-se e destruir a obra de Deus. (p. 395)
O fanatismo se secou ante a solene e esquadrinhadora mensagem do tempo de 1844, como o orvalho matinal diante do sol à metade do verão. (p. 163) Não foi a proclamação do segundo advento o que causou o fanatismo e a divisão. Estes apareceram no verão de 1844. (p. 398)

O fanatismo desapareceu… como o primeiro orvalho ante o sol nascente. (p. 400)

“E à meia-noite se ouviu um clamor: Tenho aqui vem o esposo.” Mat. 25: 1-7.  (p. 164)

Se sugeria que a noite de espera na parábola representava a metade do dia profético, ou seis meses, que se estendiam desde o passo do tempo na primavera, até o mês sétimo no outono, e que a então presente obra de acordar sob o clamor: “Tenho aqui vem o esposo, saí a receber-lhe” começou em Julio, na metade do tempo de espera, ou a meia-noite. (p. 165)

“A meia-noite se ouviu um clamor: ¡Aqui vem o esposo; saí a receber-lhe! Então todas aquelas virgens se levantaram, e arrumaram seus lustres.” Mateus 25: 6,7. No verão de 1844, amédio caminho entre o tempo quando primeiro se pensou que terminariam os 2300 dias, e o outono do mesmo ano, ao qual depois se soube que se estendiam, proclamou-se a mensagem nas mesmas palavras da Escritura: “Tenho aqui que vem o esposo!” (p. 398)
O corpo inteiro de crentes tinha estado unido, concordando com William Miller em que os 2300 dias datavam desde a saída do mandamento para restaurar e construir Jerusalém, no ano 457 A. C. Uma vez que este ponto se estabeleceu, a cifra de 1843 se encontrou em seguida… (p. 160)

Mas o orador mostrava um erro em seus cálculos. Disse que se requereriam 457 anos inteiros antes de Cristo, e 1843 anos inteiros depois de Cristo, para fazer 2300 anos inteiros, de maneira que, se os 2300 anos começavam com o primeiro dia do ano457 A. C., atingiriam ao primeiro dia do ano 1844 D. C. (p. 161)

O decreto de Artaxerxes para a restauração de Jerusalém, que formava o ponto de partida para o período dos 2300 dias, entrou em vigor no outono do ano 457 A. C., e não a começos do ano, como se tinha crido a princípio. Calculando desde o outono de 457, os 2300 anos terminam no outono de 1844. (p. 398)
Cristo foi oferecido como sacrifício pelos pecadores o dia quatorze do primeiro mês judeu, no mesmo dia do mesmo mês no qual o cordeiro pascal tinha sido morrido por quinze longos séculos. Que foi levantado de entre os mortos… foi levantado diante do Senhor. (p. 162) O dia quatorze do primeiro mês judaico, no mesmo dia do mesmo mês no qual por quinze longos anos tinha sido morrido o cordeiro pascal, Cristo, tendo comido a páscoa com seus discípulos, instituía a festa que teria de comemorar sua própria morte como “o cordeiro de Deus.” (p. 399)
Não se caracterizava pelos extremos que sempre se manifestam onde a emoção humana, e não a palavra e o Espírito de Deus, tem uma influência controladora. Estava em harmonia com esses períodos de humilhação, contrição de coração, confissão, e completa consagração de todos, que são matéria de história no Antigo Testamento, e matéria de dever no Novo. (p. 168) A obra estava livre dos extremos que sempre se manifestam quando há emoções humanas sem a influência controladora do Espírito de Deus. Era similar em caráter aos períodos de humilhação e regresso ao Senhor que no antigo Israel seguia às mensagens de repreensão de seus servos. Tinha as características que distinguem a obra de Deus em todos os tempos. (p. 400)
 “Não há nenhuma grande expressão de gozo; isto é, como se tivesse sido reservado para uma ocasião futura, quando todo o céu e toda a terra se regozijaram juntos com gozo indescritível e cheio de glória. Não há gritos; isso também está reservado para a aclamação desde o céu. Os cantores guardam silêncio; estão esperando unir-se às hostes angélicas, ao coro celestial… Não há conflito de sentimentos; todos são de um coração e uma mente.” (p. 178) “Não há nenhuma grande expressão de gozo; isto é, como se tivesse sido reservado para uma ocasião futura, quando todo o céu e toda a terra se regozijaram juntos, com gozo indescritível e cheio de glória. Não há gritos: isso também está reservado para a aclamação desde o céu. Os cantores guardam silêncio: estão esperando unir-se às hostes angélicas, ao coro celestial… Não há conflito de sentimentos: todos são de um coração e de uma mente.” Bliss, páginas 270, 271. (p. 401)
“Por todas as partes produziu o mais profundo esquadrinhamento de coração e a mais profunda humilhação de alma diante do Deus do céu. Causou o abandono de afetos para as coisas deste mundo, um saneamento de controvérsias e animosidades, uma confissão de erros, um quebrantamento diante de Deus, e súplicas penitentes e contritas pedindo que Deus lhes perdoasse e lhes aceitasse. Causou uma rebaixa de si mesmo e uma prostração de alma como nunca antes se tinha visto. Como Deus ordenou por meio de Joel quando o grande dia de Deus tivesse chegado, produziu um desgarramento de corações e não de vestidos, e um voltar-se ao Senhor com jejum, e choro, e lamentação. Como Deus disse por meio de Zacarias, um espírito de graça e súplica foi derramado sobre seus filhos; olharam àquele a quem tinham traspassado, teve grande lamento sobre a terra, cada família por separado e as esposas por separado, e os que procuravam ao Senhor afligiam suas almas diante dele.” (p. 178) “Por todas as partes produziu o mais profundo esquadrinhamento. Por todas as partes produziu o mais profundo esquadrinhamento de coração e a mais profunda humilhação de alma diante do Deus do céu. Causou o abandono de afetos para as coisas deste mundo, um saneamento de controvérsias e animosidades, uma confissão de erros, um quebrantamento diante de Deus, e súplicas penitentes e contritas pedindo que Deus lhes perdoasse e lhes aceitasse. Causou uma rebaixa de si mesmo e uma prostração de alma como nunca antes se tinha visto. Como Deus ordenou por meio de Joel quando o grande dia de Deus tivesse chegado, produziu um desgarramento de corações e não de vestidos, e um voltar-se ao Senhor com jejum, e choro, e lamentação. Como Deus disse por meio de Zacarias, um espírito de graça e súplica foi derramado sobre seus filhos; olharam àquele a quem tinham traspassado, teve grande lamento sobre a terra, cada família por separado e as esposas por separado, e os que procuravam ao Senhor afligiam suas almas diante dele. “ – Bliss. (p. 401)
Mas de todos os grandes movimentos religiosos desde os dias dos primeiros apóstolos de nosso Senhor, nenhum sobressai como mais puro e mais livre das imperfeições da natureza humana e dos embustes de Satanás do que o do outono de 1844. Em realidade, depois de contemplá-lo em retrospectiva por mais de vinte anos como o lugar mais verde… não vejo como teria podido ser melhor. (p. 171) De todos os grandes movimentos religiosos desde os dias dos apóstolos, nenhum tem estado mais livre de imperfeição humana e dos embustes de Satanás do que aquele do outono de 1844. Ainda agora, depois de decorridos muitos anos, todos os que compartilharam … permaneceram firmes. (p. 401)
Os verdadeiros crentes tinham deixado todo por Cristo e compartilhado sua presença como nunca antes. Criam que tinham dado a última advertência ao mundo, e se tinham separado, mais ou menos, da multidão incrédula e zombadora. E com a bênção divina sobre eles, sentiram-se mais em associação com o Maestro e os anjos, a quem esperavam ver cedo… Oravam: “Vêem Senhor Jesus, vêem cedo.” Mas não vinho. E agora, voltar-se outra vez aos cuidados, as perplexidades, e perigos da vida, a plena vista das mofas e as injúrias dos incrédulos que agora se burlavam como nunca antes, era uma terrível prova para a fé e a paciência. (p. 182) Os honestos e sinceros crentes tinham deixado todo por Cristo e compartilhado sua presença como nunca antes. Criam que tinham dado a última advertência ao mundo, e esperando ser recebidos cedo na sociedade de seu divino Maestro e os anjos celestiais, em grande parte se tinham retirado da sociedade dos que não receberam a mensagem. Com intenso desejo, tinham orado: “Vêem, Senhor Jesus, vêem cedo.” Mas Ele não tinha vindo. E agora, tomar de novo o pesado ônus dos cuidados e perplexidades da vida, e suportar o escárnio e as burlas de um mundo desdenhoso, era uma prova terrível para a fé e a paciência. (p. 404)
Tinham feito a vontade de Deus…

 

 

 

E maravilhosamente aplicáveis são suas palavras aos que foram tristemente chasqueados, tentados, e provados no outono de 1844. Neste tempo, os justos têm de viver pela fé… Com grande confiança, tinham proclamado a vinda do Senhor, com a certeza de que estavam fazendo a vontade de Deus. Mas, ao passar o tempo, ficaram numa posição que provava severamente a fé e a paciência. De aqui as palavras de Paulo nesse momento e nesse lugar “Portanto, não rejeiteis vossa confiança.” (p. 183)

A instrução que se dá aqui se adapta especialmente à experiência dos Adventistas… Tinham feito a vontade de Deus…. “Agora o justo viverá pela fé.” Bem como a brilhante luz do “clamor de meia-noite” tinha brilhado sobre seu caminho, e tinham visto o selo tirado das profecias e os sinais que se cumpriam rapidamente anunciando que a vinda de Cristo estava próxima, tinham andado, por dizê-lo assim, por vista. Mas agora, pressionados por esperanças frustradas, só podiam viver por fé em Deus e em sua palavra…

Renunciar à fé agora, e negar o poder do Espírito Santo que tinha estado presente, teria sido retroceder para a perdição. Foram estimulados a manterem-se firmes pelas palavras de Paulo: “Portanto, não rejeiteis vossa confiança.” (p. 408)

Mas deveria ter-se presente que naquele tempo não se compreendiam os tipos que apontam a l obra no santuário celestial. Em realidade, ninguém tinha nenhuma idéia definida do tabernáculo de Deus no céu. (p. 192) Em comum com o resto do mundo cristão, os Adventistas naquele tempo sustentavam que a terra, ou alguma porção dela, era o santuário. (p. 409)
Agora vemos que os dois lugares santos do santuário típico, construído por instruções que o Senhor deu a Moisés, com seus dois diferentes ministrações – os serviços diário e anual – eram, na linguagem de Paulo aos Hebreus, “modelos das coisas no céu,” “figuras do verdadeiro,” capítulo nove. Também diz da obra dos sacerdotes judeus no capítulo 8: “Que servem de exemplo e sombra das coisas celestiais.” (p. 192) E Paulo diz que o primeiro tabernáculo “era figura…:” que seus lugares santos eram “modelos das coisas no céu; que os sacerdotes… serviam “como exemplo e sombra das coisas celestiais.” Hebreus 9:9, 23; 8:5; 9:24. (p. 413)
Assim Cristo ministrava em relação com o lugar santo do santuário celestial desde o tempo de seu ascensão até o fim dos 2300 dias de Daniel 8, em 1844, quando… entrou ao lugar santíssimo do tabernáculo celestial para fazer uma expiação especial para apagar os pecados de seu povo… (p. 192)

Em virtude de seu próprio sangue, Cristo entrou no lugar santíssimo para fazer expiação especial  para a purificação do tabernáculo celestial. (Para exposições claras e completas do santuário e a natureza de sua purificação, vejam-se obras sobre o tema por J. N. Andrews e Ou. Smith, de venda no Escritório do Review, Battle Creek, Mich.) [A cursiva foi adicionada.] (p. 193)

Agora era a obra do sacerdote … apresentar diante de Deus o sangue da oferenda pelo pecado, e também o incenso que ascendia com as orações de Israel. Assim, Cristo oferece seu sangue diante do Pai a favor dos pecadores, e apresenta também diante dele, com a preciosa fragrância de sua própria justiça, as orações dos crentes penitentes. (p. 420)
Seu ministério no lugar santo desde sua ascensão na primavera do ano 31 D. C. até o outono de 1844, durou mil oitocentos treze anos e seis meses. (p. 194) Durante dezoito séculos, esta obra de ministério continuou no primeiro compartimento do santuário. (p. 421)
Assim, Cristo ministrou no lugar santo do santuário celestial desde o momento de sua ascensão até o final dos 2300 dias de Daniel 8, em 1844, quando no dia décimo do mês sétimo desse ano entrou ao lugar santíssimo do tabernáculo celestial para fazer expiação especial e apagar os pecados de seu povo, ou o que é o mesmo, para purificar o santuário. (p. 192) Este é o serviço que começou quando terminaram os 2300 dias. Nesse momento, como o tinha predito o profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para levar a cabo a última parte de sua solene obra – purificar o santuário. (p. 421)
A especificação da parábola das dez vírgenns até o clamor de meia-noite, pareceu ter… aplicação …. “Tenho aqui vem o esposo; saí a receber-lhe.” A dez virgens representam aos que então estavam interessados no tema da imediata segunda vinda de Cristo. As cinco virgens insensatas representam aos crentes professos que careciam de fé verdadeira, e que não tinham a obra da graça e o Espírito de Deus neles.  (p. 164) A vinda de Cristo é descrita por ele na parábola das dez virgens de Mateus 25. A proclamação “Tenho aqui vem o esposo” se deu no verão e o outono de 1844. As duas classes representadas pelas virgens sábias e insensatas agora se desenvolveram… (p. 426)
Em Gálatas 4, Paulo aplica esta profecia à Nova Jerusalém. Falando de Cristo, diz João: “O que tem a esposa, é o esposo.” João 3:29… (p. 202)

Então, quem é a noiva nos casamentos do Cordeiro? Disse o anjo a João: “Vêem cá, eu te mostrarei a desposada, a esposa do Cordeiro.” Apoc. 21:9. Mostrou-lhe o anjo a igreja a João? Deixemos que João testemunhe: “E me levou no Espírito a um morro grande e alto, e me mostrou a grande cidade santa de Jerusalém, que descia do céu, de Deus.” Versículo 10… (p. 203)

Os casamentos do Cordeiro têm lugar no céu antes que o Senhor venha. (p. 204)

Os casamentos representam o recebimento do reino por parte do Cristo. A Santa Cidade, a Nova Jerusalém, que é a capital e representante do reino, é chamada “a noiva, a esposa do Cordeiro.” “Me levou no espírito,” diz o profeta, “e me mostrou a grande cidade, a santa Jerusalém, que descia do céu, de Deus.” Apocalipse 21:9,10. Claramente, então, a noiva representa à Santa Cidade, e as virgens que saem a receber ao esposo simbolizam a igreja.  (p. 426)

No verão de 1844, a proclamação “Tenho aqui vem o esposo” conduziu a milhares a esperar… No tempo assinalado, veio o esposo, não à terra, como as pessoas esperavam, senão ao Ancião de Dias, no céu, aos casamentos, ao recebimento de seu reino…. Não tinham de estar presentes em pessoa nos casamentos, pois têm lugar no céu… Na parábola, foram as que tinham azeite em seus lustres as que entraram aos casamentos… as que… também tinham o Espírito e a graça de Deus. (p. 427)

E de acordo com a melhor luz que então tinham, tinha um acordo geral de que o movimento do mês sétimo era a última grande prova, que a colheita da terra estava madura para a foice do Filho do homem e que a porta estava fechada… A idéia de que a porta estava fechada foi cedo abandonada… (p. 184)

E, certamente, que o tempo de oportunidade se fechará antes do segundo advenimiento se ensina claramente no seguinte e enfático depoimento de Apoc. 22:11, (p. 185)

[429] Tendo feito a advertência da cercania do juízo, pareceu-lhes que sua obra a favor do mundo estava feita, e perderam a responsabilidade em suas almas pela salvação dos pecadores enquanto as burlas atrevidas e blasfemas dos ímpios lhes pareciam outra evidência de que o Espírito de Deus tinha sido retirado dos que tinham rejeitado a misericórdia. Todo isto os confirmava na crença de que o tempo de oportunidade havia terminado ou, como o expressavam então, “a porta da misericórdia estava fechada.”
Mas cedo chegou luz sobre o tema, e então se viu que, ainda que Cristo tivesse terminado um ministério ao final dos 2300 dias, tinha iniciado outro no lugar santíssimo, e ainda apresentava seu sangue diante do Pai em favor dos pecadores… (p. 204)

 

Mas chegou uma luz mais clara. Ainda que fosse verdadeiro que a porta da esperança e a misericórdia, pela qual os homens tinham encontrado acesso a Deus durante mil oitocentos anos, tinha-se fechado, outra porta se abria. (p. 429)
Esta igreja estava a ponto de entrar num período de grande prova. E teriam de encontrar alívio dele, no que concernia a estabelecer sua verdadeira posição, na luz do santuário celestial.  (p. 206)

Alguns assumiram a precipitada posição de que o movimento não tinha sido dirigido pela providência de Deus (p. 194)

 

O passo do tempo em 1844 foi seguido por um período de provas muito grande para os que ainda sustentavam a fé adventista. Seu único alívio, no que concernia a estabelecer sua verdadeira posição, era a luz que dirigia suas mentes ao santuário no céu. Alguns renunciaram a sua fé em seus cálculos anteriores dos períodos proféticos e atribuíram a agências humanas ou satânicas a poderosa influência do Espírito Santo que tinha acompanhado ao movimento adventista. (p. 431)
Mas, que era essa arca? Era a arca do testemunho de Deus, os dez mandamentos…. Conduzem-nos… diante do propiciatório que está em cima, e forma a coberta, do arca que contém a lei de Deus. Levantam a coberta e convidam-nos a olhar dentro da arca sagrada, e ali contemplar os dez mandamentos, uma cópia dos quais Deus lhe deu a Moisés. (p. 208)

 

O arca do testamento de Deus está no lugar santíssimo… Como tinham estudado … viram que Ele agora estava oficiando diante do arca de Deus. (p. 433)

A lei de Deus no santuário do céu é o grande original, do qual os preceitos inscritos sobre as tabelas de pedra e registrados por Moisés … eram uma transcrição infalível. (p. 434)

Encontramos um poder simbolizado por um grande dragão escarlata… considera-se que o grande dragão escarlata representa à Roma pagã. A seguinte fase que Roma apresentou depois da forma pagã foi a papal. A Roma papal sucedeu a Roma pagã. O dragão lhe deu à besta seu assento, seu poder, e grande autoridade. De aqui que a besta não possa representar a ninguém senão a Roma papal. (p. 242)

Isto fica demonstrado, ademais, pela identidade que existe entre esta besta e o corno pequeno de Daniel 7:8; 19-26… 1. Que ambos os poderes … falam grandezas e blasfêmias contra Deus.  (p. 242)

2. Que ambos os fazem guerra aos santos, e prevalecem contra eles, ou os vencem. 3. Que ambos os têm uma boca que fala grandezas… 5. Que ambos os continuam um tempo, e tempos, e a metade de um tempo, ou 1260 anos.  (p. 243)

 

Assim, enquanto o dragão representa em primeiro lugar a Satanás, num sentido secundário é símbolo da Roma pagã.  (p. 438)

No capítulo 13 (versículos 1-10) descreve-se outra besta, “parecida a um leopardo,” à qual o dragão lhe deu “seu poder, e seu assento, e sua autoridade.” Este símbolo, como a maioria dos protestantes creu, representa ao papado, que sucedeu ao poder e ao assento e a autoridade que uma vez teve o antigo império romano. Da besta semelhante a um leopardo, diz-se: “Se lhe deu uma boca que falava grandezas e blasfêmias… E abriu sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar seu nome, e seu tabernáculo, e aos que moram no céu. E se lhe permitiu fazer guerra contra os santos, e vencê-los. Também se lhe deu autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua, e nação.” Esta profecia, que é quase idêntica à descrição da ponta pequena de Daniel 7, inquestionavelmente aponta ao papado. (p. 439)

O poder que forma a imagem é… outra besta que tem dois chifres como os de um cordeiro….  (p. 243)

Se viu que subia no momento oportuno, o momento em que a primeira besta foi ao cativeiro, em 1798. Esta nação estava então começando a atrair o atendimento do mundo como um poder que se desenvolvia e surgia rapidamente… Seus dois cornos representam os dois princípios sobressalentes de seu governo, o republicanismo e o protestantismo… Sob a influência moderada de um dos cornos como de cordeiro, o princípio protestante de que todos têm liberdade para adorar a Deus de acordo com os ditados de sua própria consciência… até agora garantidos. (p. 244])

 

“E vi outra besta que subia da terra, que tinha dois cornos como cordeiro.” versículo 11.  (p. 439)

Que nação do Novo Mundo surgia como potência em 1798, prometendo força e grandeza, e atraindo o atendimento do mundo? … Aponta inconfundivelmente aos Estados Unidos de América… (p. 440)

Os chifres como de cordeiro indicam juventude, inocência, e mansidão… E a Constituição garante… que a cada um se lhe permite adorar a Deus de acordo com os ditames de sua consciência. O republicanismo e o protestantismo se converteram nos princípios fundamentais da nação. (p. 441)

O Rev. Charles Beecher, em seu sermão durante a dedicação da Segunda Igreja Presbiteriana em Fort Wayne, Indiana, o 22 de Fevereiro de 1846, disse: “Assim, o ministério das denominações evangélicas protestantes não só se formaram desde o começo sob uma tremenda pressão de temor puramente humano, senão que vivem, movem-se, e respiram num estado de coisas radicalmente corrupto, e apelam a cada momento a cada um de seus elementos mais baixos em sua natureza para calar a verdade, e dobram seus joelhos ante o poder da apostasia. Não era esta a maneira em que as coisas sucediam com Roma? Não estamos vivendo sua vida outra vez? E que vemos adiante? ¡Outro concílio geral! ¡Outra convenção mundial! Uma aliança evangélica, e um credo universal. (p. 246)

 

Charles Beecher, num sermão em 1846, declarou que o ministério de “as denominações evangélicas protestantes” “não só se formou desde o começo sob uma tremenda pressão de temor puramente humano, senão que vivem, e se movem, e respiram um estado de coisas radicalmente corrupto, e apelam a cada momento a cada um dos elementos mais baixos em sua natureza para calar a verdade, e dobram seus joelhos ante o poder da apostasia, Não era esta a maneira em que as coisas sucediam com Roma? Não estamos vivendo sua vida outra vez? E que vemos adiante? Outro concílio geral! Uma convenção mundial! Uma aliança evangélica, e um credo universal.” – Sermão sobre “A Bíblia Um Credo Suficiente,” apresentado em Fort Wayne, Indiana, o 22 de Fevereiro de 1846. (p. 444)
“Como prova você que a igreja tem autoridade para ordenar festas e dias santos?

 

“R. Pelo mesmo fato de mudar o sábado pelo domingo, que os protestantes permitem; e, portanto, carinhosamente se contradizem a si mesmos, guardando o domingo estritamente, e quebrantando a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.

 

“2 Como prova você isso?

 

R. Porque, guardando o domingo,reconhecem a autoridade da igrejapara ordenar  festas, etc.” –Abridgment of Christ, Doc., pp. 57-59.  (p 252)

Agora, em vista deste fato, não pode ter adoração nem recibo da marca, como está contemplada na profecia, até que seja feito cumprir por esta autoridade. A grande maioria dos protestantes que guardaram o primeiro dia da semana como o sábado, ainda que seja uma instituição do papado, não tiveram nem a mais remota idéia de do que tinha alguma relação em absoluto com esse falso sistema de adoração… A acusação da terceira mensagem é contra os que, tendo consciência, guardam o domingo como uma instituição da besta…  (p. 254)

Mas os bons das idades passadas não guardaram o dia com nenhum entendimento da questão nem por nenhum de tais motivos. (p. 255)

Esta é a mais solene advertência que contém a Bíblia… (p. 241)

A execução da adoração da primeira besta, sob pena de beber de sua ira sem mistura. Com este ponto diante deles, os que cedem a seus requisitos  em vez dos requisitos de Deus, adorarão à besta e receberão a marca. (p. 255)

 

Os escritores papistas citam “o ato mesmo de mudar o sábado pelo domingo, que os protestantes permitem… porque, ao observar o domingo, reconhecem a autoridade da igreja para ordenar festas, e para ordená-las sob pecado.” –  Henry Tuberville, An Abridgment of the Christian Doctrine, página 58. (p. 448)

Mas os cristãos de gerações passadas observavam o domingo, supondo que, ao fazê-lo, estavam guardando o sábado bíblico; e agora há verdadeiros cristãos em cada igreja, sem excetuar a comunhão Católica Romana, que crêem honestamente que o domingo é o sábado assinalado por Deus. (p. 449)

A mais terrível ameaça que jamais se pronunciou contra os mortais está contida na mensagem do terceiro anjo. Deve ser muito terrível o pecado que invoca a ira de Deus sem mistura de misericórdia… A advertência contra este pecado tem de ser dada ao mundo … para que todos saibam por que têm de ser infligidos, e tenham oportunidade de escapar. (p. 449)

Uma profetiza que copia frases de livros dos outros merece crédito? Ellen G. White ainda teve a ousadia de plagiar um judeu convertido ao cristianismo, chamado Alfred Edersheim, nascido aos 7 de março de 1825 e falecido aos 16 de março de 1889. Ela plagiou o livro Bible History: Old Testament, volumes 1 a 4, que o Sr. Alfred escreveu entre 1876 e 1880. A Sra. Ellen usou os temas dele no seu livro Patriarcas e Profetas, escrito em 1890. Veja a prova disso, apresentada no livro A Mentira Branca (The White Lie), de Walter T. Rea, de 1982:

(adaptado de texto de Fernando Galli disponível neste link)

Patriarchs and Profets (1890),

 

de Ellen G. White

 

(disponível em português aqui)

 

 

 

Bible History: Old Testament(1876-1880), vols. 1-4,

de Alfred Edersheim (disponível aqui)

Página na edição de 1958 (White)

 

Página no tomo 1 (Edersheim)

 

33

Por que Se Permitiu o Pecado?

11

Introdução

44

A criação

17

Criação

52

A Tentação e Queda

17

A Queda

63

O Plano de Redenção

71

Caim e Abel Provados

23

Caim e Abel – As Duas Maneiras

80

Set e Enoque

23

Set e Seus Descendentes

90

O Dilúvio

44

O Dilúvio

105

Depois do Dilúvio

51

Depois do Dilúvio

111

A Semana Literal

 

 

 

 

 

117

A Torre de Babel

57

Babel – Confusão de Línguas

125

O Chamado de Abraham

72

O Chamado de Abram

132

Abraham em Canaã

72

 Sua Chegada a Canaã

145

A Prova da Fé

97

Prova da Fé de Abraham

156

Destruição de Sodoma

88

A Destruição de Sodoma

171

O Casamento de Isaac

106

O Casamento de Isaac

177

Jacob e Esaú

106

Nascimento de Esaú e Jacob

183

Evasão e Exílio de Jacob

115

Jacob É Enviado a Labão

195

A Noite de Luta

132

A Noite de Luta

204

O Regresso a Canaã

132

Jacob Se Instala em Hebrom

213

José em Egito

142

Os Primeiros Anos da Vida de José

224

José e Seus Irmãos

161

José Reconhece a Seus Irmãos

 

 

Página na edição de 1958 (White)

 

 

 

Página no tomo 2 (Edersheim)

 

241

Moisés

35

Nascimento e Adestramento de Moisés

257

As Pragas de Egito

63

As Dez “Calamidades” ou Pragas

273

A Páscoa

78

A Páscoa e Suas Ordenanças

281

O Êxodo

78

 Os Filhos de Israel Saem de Egito

291

Desde o Mar Vermelho Até Sinai

89

O Deserto de Sul

303

A Lei Dada a Israel

105

As “Dez Palavras”, e Seu Significado.

315

 Idolatria em Sinai

121

O Pecado do Bezerro de Ouro

331

 A Inimizade de Satanás Contra a Lei

343

O Tabernáculo e

133

A Ereção do Tabernáculo e Seus Serviços

359

O Pecado de Nadabe e Abiu

137

 O Pecado de Nadabe e Abiu

395

A Rebelião de Coré

171

 A Negação de Coré

363

A lei e os pactos

114

Ordenanças Civis e Sociais – O “Pacto Feito Por Meio de Sacrifício”

374

Desde Sinai Até Cades

156

[Marcha Para o Deserto]

387

Os Doze Espiões

163

Os Espiões Enviados a Canaã

406

No Deserto

171

 Os Anos no Deserto

411

A Rocha Golpeada

184

 O Pecado de Moisés e Aarão

422

A Viagem Ao redor de Edom

193

Viagem dos Filhos de Israel na Terra de Edom

433

A Conquista de Basã

 

 

Página na edição de 1958 (White)

 

 

 

Página no tomo 3 (Edersheim)

 

438

Balaão

11

Caráter e História de Balaão

453

Apostasia no Jordão

23

O Fim de Balaão

462

A Lei Repetida

33

O Segundo Censo de Israel

469

A Morte de Moisés

42

Morte e Sepultura de Moisés

481

O Cruzamento do Jordão

53

A Milagrosa Divisão do Jordão

487

A Queda de Jericó

58

A Milagrosa Queda de Jericó

499

Bênçãos e Maldições

73

Bênção e Maldição Sobre Gerizim e Ebal

505

Aliança Com os Gabaonitas

72

O Engano dos Gabaonitas

510

A Divisão de Canaã

87

Divisão Final da Terra

521

As Últimas Palavras de Josué

96

Discurso de Despedida de Josué

525

Dízimos e Oferendas

530

O Cuidado de Deus Pelos Pobres

537

As Festas Anuais

33

Ordenanças dos Sacrifícios

543

Os Primeiros Juízes

105

Resumo do Livro dos Juízes

560

 Sansão

163

 História de Sansão

 

 

Página na edição de 1958 (White)

 

 

 

Página no tomo 4 (Edersheim)

 

569

Em Menino Samuel

1

Nascimento de Samuel

575

Eli e Seus Filhos

10

O Pecado dos Filhos de Eli

581

A Arca Tomada dos Filisteus

16

Recuperação da Arca

592

As Escolas dos Profetas

26

A Administração de Samuel

603

O Primeiro Rei de Israel

26

A Demanda Por Um Rei

616

A Presunção de Saul

56

A Desobediência de Saul

627

Saul Rejeitado

56

A Rejeição de seu Reino

637

A Unção de David

79

A Unção de David

643

David e Golias

79

Combate Entre David e Golias

649

David Fugitivo

94

Evasão de David a Onde Samuel

660

Magnanimidade de David

109

David e Jonatan

675

Morte de Saul

147

Morte de Saul

683

Feitiçaria Antiga e Moderna

136

Saul… Pitonisa de Endor

690

David em Ziclague

136

Captura de Ziclague pelos Amalequitas

697

David Chamado ao Trono

147

David Rei em Hebrom

703

O Reinado de David

163

David… Rei Sobretudo Israel

717

O Pecado de David e Seu Arrependimento

190

O Grande Pecado de David… Arrependimento

 

Fonte: [http://obraspsicografadas.org/2012/mais-plgios-de-ellen-g-white/]

4 comentários sobre “Mais Plágios de Ellen G. White

  1. Inacreditável…. E ninguém vai atrás para descobrir… Parabéns… Houve umas partes em que ela não alterou nada… Plagiou na cara dura ou seja “literalmente” com as mesmas palavras do outro livro…Nem se deu ao trabalho de dar uma “mudadinha”

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