Ellen G. White: A Médium Plagiadora Precursora De Chico Xavier

Ellen White in 1909

Ellen White in 1909

Acredito ter encontrado o primeiro médium a cometer diversos plágios em suas obras literárias que se tem registro. No caso, é uma mulher: Ellen G. White (1827-1915), fundadora do movimento Adventista do Sétimo Dia. Para quem reclamava que eu só criticava o Kardecismo, espero que fiquem satisfeitos com esse artigo.

Antes de tudo, é preciso dizer que Ellen não era uma médium no sentido usual do termo. Ela era cristã, e não dizia incorporar espíritos. No entanto, ela é tida como uma profetisa e mensageira da Revelação Divina, ouvindo as vozes de anjos e do próprio Deus. Nesse sentido é que a estou chamando de médium, já que ela está sendo a intermediária de seres superiores. Aviso também que não sou especialista quanto à Igreja Adventista do Sétimo Dia nem sobre a vida de sua fundadora, mas ela realmente parece ter sido um Chico Xavier de saias, promovendo a criação de escolas e centros médicos, sendo uma leitora voraz tal qual o médium mineiro e plagiando adoidado também. A diferença mais gritante em relação a Chico Xavier é que ela era casada. Dito isso, vamos aos plágios!

The History of Protestantism(1878)

de James A. Wylie, disponível nestelink.

Diário da Suíça (15 de maio de 1887).

Publicado postumamente no “Manuscript Releases Volume Eight” (1990), MR. 655m, mas antes em um trabalho de 12 de setembro de 1978, intitulado “Wylie’s Language Used to Describe What She Had Already Seen Herself May 15, 1887”.

“Zurique está agradavelmente situada sobre as margens do lago com esse nome. Esta é uma nobre expansão de água, rodeada por bordas que se inclinam suavemente até acima, cobertas aqui por vinhedos e ali por bosques de pinho, dentre os quais aldeias e brancas vilas cintilam e animam o cenário, enquanto no horizonte distante se vêem o glaciar se combinando com as nuvens douradas. À direita, a região está cercada pelas escarpadas muralhas dos Alpes Brancos, mas as montanhas retrocedem da orla e, permitindo que a luz caia livremente sobre o regaço do lago e sobre a ampla curva de suas encantadoras e férteis margens, dão uma frescura e uma espaciosidade à cena que se vê desde a cidade, que contrasta notavelmente com o vizinho Lago de Zug, no qual as plácidas águas e a tranqüila margem parecem estar perpetuamente envoltas nas sombras das grandes montanha” (pág. 501) “Zurique está agradavelmente situada às margens do Lago Zurique. Esta é uma nobre extensão de água, rodeada por bordas que se inclinam até acima, cobertas por vinhedos e bosques de pinho, no meio dos quais cintilam aldeias e brancas vilas entre árvores e colinas cultivadas que lhe dão variedade e beleza à paisagem, enquanto no horizonte distante se vêem o glaciar combinando-se com as nuvens douradas. À direita, a região está cercada pelas escarpadas muralhas dos Alpes Brancos, mas as montanhas retrocedem da orla e, permitindo que a luz caia livremente sobre o regaço do lago e sobre a ampla curva de suas encantadoras e férteis margens, dão à paisagem uma beleza que não poderia igualar nem a pluma nem o pincel do artista. O vizinho lago de Zug tem um marcado contraste com o de Zurique. Suas plácidas águas e tranqüilas margens parecem estar perpetuamente envoltas nas sombras”.

A correspondência acima foi extraída do livro “A Mentira Branca”, de Walter T. Rea, 1982, disponível aqui. Citarei algumas das demais correspondências reveladas aqui. Não pude checar todas as fontes, mas a grande maioria está disponível para download e nesses casos pude checar por mim mesmo, fornecendo todos os dados para que outras pessoas possam averiguar por si mesmas também.

The Life and Epistles of the Apostle Paul (1852),

de W. J. Conybeare/J. S. Howson

 

The Spirit of Prophecy (1878)

de Ellen G. White

 

“Subornaram a testemunhas falsas para acusá-lo de blasfemar contra Moisés e contra Deus.” (pág. 73)

“Alugaram testemunhas falsas para testemunhar que o tinham ouvido falar palavras blasfemas contra o templo e contra a lei.” Vol. 3 (pág. 295).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“False witnesses were hired to testify that they had heard him speak blasphemous words against the temple and the law.”“E as testemunhas (que, de acordo com a Lei, requeria-se que arrojassem as primeiras pedras) despojaram-se de suas vestimentas exteriores e as puseram aos pés de Saulo…” (pág. 77).

“Requereu-se-lhe às testemunhas que tinham acusado a Estevão que arrojassem as primeiras pedras. Estas pessoas puseram suas roupas aos pés de Saulo…” – Vol. 3 (pág. 299).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The witnesses who had accused Stephen were required to cast the first stones. These persons laid down their clothes at the feet of Saul”

The Great Teacher (1836)

de John Harris – edição de 1870

The Acts of the Apostles (1911)

de Ellen G. White

“Mas a igreja de Cristo, por débil e defeituosa que seja, é o único objeto sobre a terra ao qual confere seu supremo cuidado… É o palco de sua graça, no qual faz experimentos de misericórdia sobre os corações humanos, e efetua transformações.” (pág. 160)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“But the church of Christ, enfeebled and defective as it may be, is that only object on earth, on which he bestows his supreme regard. … It is the theatre of his grace; in which he is making experiments of mercy on human hearts, and effecting transformations so amazing that angels look on with astonishment and joy.” (pág. 225 nessa edição)“Por débil e defeituosa que seja, a igreja é o único objeto ao qual Deus confere seu supremo cuidado. É o palco de sua graça, no qual se deleita revelar seu poder para transformar os corações.” (pág. 12)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Enfeebled and defective as it may appear, the church  is the one object upon which God bestows in a special sense His supreme regard. It is the theater of His grace, in which He delights to reveal His power to transform hearts.”“Porque, enquanto alguma figura monstruosa, de ferocidade e poder brutos, considerava-se símbolo apropriado de cada monarquia precedente… enquanto eles prevaleciam pelo domínio do poder físico, toda arma carnal e todo instrumento de coação deveria ser desterrado de seu reino…” (pág. 152)

A versão em inglês do trecho acima é essa:

“For while some monstrous type, of brute ferocity and power, was deemed an appropriate symbol of each preceding monarchy a … while they prevailed by the ascendency of physical might, from his kingdom should be banished every carnal weapon, and instrument of coertion” (pág. 215 nessa edição)“Não podia usar os reinos do mundo como comparação. Na sociedade, não encontrou nada com o que compará-lo. Os reinos da terra governam pelo domínio do poder físico; mas toda arma carnal, todo instrumento de coação está desterrado do reino de Cristo.” (pág. 12)

A versão em inglês do trecho acima é essa:

“He could not employ the kingdoms of the world as a similitude. In society He found nothing with which to compare it. Earthly kingdoms rule by the ascendancy of physical power; but from Christ’s kingdom every carnal weapon, every instrument of coercion, is banished.”

The Great Teacher (1836)

de John Harris – edição de 1870

The Desire of the Ages (1898)

de Ellen G. White

“Levantou seu tabernáculo em meio do acampamento humano, armou sua loja ao lado das lojas nossas, para atestar a presença de Deus, familiarizar-nos com seu caráter, e fazer-nos sensíveis a seu amor.” (pág. 90)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“he came and set up his tabernacle in the midst of the human encampment, pitched his tent side by side with our tents, to attest the presence of God, to make us familiar with his character and sensible of his love.” (pág. 137 nessa edição)“Assim, Cristo levantou seu tabernáculo em meio de nosso acampamento humano. Armou sua loja ao lado das lojas dos homens, para que pudesse morar entre nós, e familiarizar-nos com seu divino caráter e sua vida”. (pág. 23)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“So Christ set up His tabernacle in the midst of our human encampment. He pitched His tent by the side of the tents of men, that He might dwell among us, and make us familiar with His divine character and life.”

Night Scenes in the Bible (1868-1870),

de Daniel March

Prophets and Kings (1916) ,

de Ellen G. White (livro póstumo)

– “Elias deve ter sido um homem de grande fé para estar disposto a pôr em perigo sua própria vida pela veracidade da qual tinha falado… Cruzou os fertilizadores ribeiros e as pantanosas planícies de Beth-shan… Pôde contemplar as verdes colinas de Samaria… o boscoso Carmelo… fontes de ribeiros perpétuos… Não. Esta terra não podia arder com a seca nem ser devastada pela fome.” (págs. 200-201).

O livro está disponibilizado online em inglês aqui. O trecho em inglês é:

“Elijah must have been a man of great faith to be willing to stake his very life upon the truthfulness of what he had spoken. … He crossed the fertilizing brooks and the marshy plains of Beth-shan. …he could survey the green hills of Samaria, and the excellency of wooded Carmel … fountains of perpetual streams. … Every winding brook and every green hill, every grove on the lieiglits and every cloud on the distant sea, would say to his doubting heart : “No, this land cannot be burned with drought nor wasted with famine.”“Foi só por meio do exercício de uma fé forte no indefectível poder de Deus que Elias entregou sua mensagem… Elias tinha passado por ribeiros perenes, colinas cobertas de verdor, e majestosos bosques que pareciam estar fora do alcance da seca… O profeta poderia ter-se perguntado como é que os ribeiros, que nunca tinham deixado de fluir, podiam secar-se, ou como aquelas colinas e aqueles vales podiam ser consumidos pela seca.” – (pág.121).

O livro “Profetas e Reis” está traduzido e disponível online aqui. A tradução do trecho acima está ligeiramente diferente, entretanto:

“Foi somente pelo exercício de forte fé no infalível poder da palavra de Deus que Elias apresentou sua mensagem. … Elias havia passado por correntes sempre a fluírem, montes cobertos de verdura, majestosas florestas que pareciam estar além do alcance da seca. … O profeta podia ter sido levado a duvidar de como poderiam essas fontes que jamais cessaram de fluir tornarem-se secas, ou esses montes e vales serem calcinados pela sequidão. ““Meus amigos! Fariam bem em orar para que lhes seja dado a vossos ministros fazer um melhor uso da liberdade que lhes foi divinamente confiada como uma terrível e responsabilíssima esperança, ‘para redargüir, repreender, e exortar com toda paciência e doutrina.’ … Nós mensageiros de Deus no lugar de Cristo, como mordomos dos mistérios de Deus. Falamos não de nós mesmos, senão dAquele, que é maior do que todos, manda-nos do que falemos. Vamos para adiante, rodeados por uma nuvem de testemunhas, como embaixadores do Rei de reis, e temos direito a anunciar nossa mensagem aos pecadores em nome de Deus, com um ‘Assim diz o Senhor!’… Oh… a santidade de nosso ofício! Oh, oxalá que nos penetrasse mais completamente, e fôssemos como Elias, ou Natã, ou o Batista, ou o apóstolo Paulo.” (pág. 67)

NÃO ACHEI ESSE TRECHO NO LIVRO INDICADO, O SITE DEVE TER TROCADO O NOME DO LIVRO.

“Oxalá que cada ministro se desse conta do sagrado de seu ofício e da santidade de seu trabalho, e mostrasse o valor que mostrou Elias! Como mensageiros designados pelo céu, os ministros estão numa posição de terrível responsabilidade. Têm de “redargüir, repreender, e exortar com toda paciência”… No lugar de Cristo, têm de trabalhar como mordomos dos mistérios do céu… Têm de ir para adiante por fé, recordando que estão rodeados por uma nuvem de testemunhas. Não têm de falar suas próprias palavras, senão as daquele, que é maior do que os potentados da terra, ordenou-lhes do que falem. Sua mensagem tem de ser: ‘Assim diz o Senhor.’ Deus chama a homens como Elias, Natã, e João Batista.” (pág. 142).

Em outra tradução:

“Quem dera sentisse cada pastor a inviolabilidade de seu ofício e a santidade de sua obra, e mostrasse a coragem revelada por Elias. Como mensageiros divinamente indicados, os pastores estão em posição de grave responsabilidade. Eles devem redargüir, repreender, exortar ‘com toda longanimidade e doutrina’. Em lugar de Cristo devem eles trabalhar como despenseiros dos mistérios do Céu, encorajando o obediente e advertindo o desobediente. Para eles a mundana sagacidade não deve ter nenhum peso. Nunca devem desviar-se do caminho que Jesus lhes ordenou seguir. Devem prosseguir em fé, lembrando-se de que estão rodeados por uma nuvem de testemunhas. Não devem falar suas próprias palavras, mas as palavras que Alguém maior que os potentados da Terra lhes ordenou falar. Sua mensagem deve ser: ‘Assim diz o Senhor’. Deus chama homens como Elias, Natã e João Batista”“Nem bem tinha falado, quando o rugente fogo desce dos claros céus como a cintilação de um relâmpago… A súbita labareda cega os olhos da multidão e alumia toda a encosta da montanha… O povo, que observa desde longe, sobre os tetos das casas em Jezreel e em Samaria, e nos cerros de Efraim e Galiléia, assustam-se do que vêem. Parece-lhes como se a coluna de fogo que guiou a seus antepassados no deserto tivesse descido sobre o morro Carmelo. A multidão na montanha cai ao solo sobre seus rostos…” (pág. 212).

Na versão em inglês:

“No sooner has he spoken than the rushing flame descends from the clear heavens like the lightning’s flash, and the very stones of the altar are burnt up with the devouring fire. The sudden blaze blinds the eyes of the multitude and illumines the whole slope of the mountain with a light above the brightness of the sun. The people watching afar off, on the house-tops in Jezreel and Samaria, and on the hills of Ephraim and Galilee, are startled at the sight. It seems to them as if the pillar of fire that led their fathers in the desert had descended upon Carmel. The multitude on the mountain fall on their faces to the ground,”

“Não bem termina a oração de Elias quando chamas de fogo, como brilhantes relâmpagos, descem do céu… lambendo a água da valeta … A brilhantez da labareda alumia a montanha e deslumbra os olhos da multidão. Abaixo nos vales onde muitos observam em expectação os movimentos dos a mais acima, o descenso do fogo se vê claramente, e todos se assombram do que vêem. Parece-se à coluna de fogo que no Mar Vermelho separava aos filhos de Israel da hoste egípcia. O povo na montanha se prostra em admiração diante do Deus invisível.” (pág. 152)

Em outra tradução:

“Mal havia a oração de Elias terminado, e chamas de fogo, como brilhantes relâmpagos, descem do céu sobre o altar erguido, consumindo o sacrifício, lambendo a água do rego e devorando as próprias pedras do altar. O brilho das chamas ilumina o monte e ofusca os olhos da multidão. Nos vales abaixo, onde muitos estão observando em ansiosa expectativa os movimentos dos que estão em cima, a descida do fogo é claramente vista, e todos ficam maravilhados com o espetáculo. Ele lembra a coluna de fogo que no Mar Vermelho separou das tropas egípcias os filhos de Israel. O povo sobre o monte prostra-se em reverência perante o Deus invisível.”

The Christian’s Secret of a Happy Life (1875)

de Hanna W. Smith

The Ministry of Healing, (1905),

de Ellen G. White

 

“O oleiro toma a argila assim deixada para que ele a trabalhe, e começa a modelá-la e a dar-lhe forma, segundo sua vontade. A amassa e a trabalha; a despedaça e une os pedaços outra vez; a umedece, e depois a deixa secar. Algumas vezes, a trabalha por horas de uma só vez; algumas vezes a faz a um lado por dias, sem tocá-la;… A faz girar sobre a roda, a alisa e a suaviza, e a seca ao sol, coze-a no forno, e finalmente a saca de seu ateliê, um copo para sua honra e apto para seu uso.” (pág. 24 )

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The potter takes the clay thus abandoned to his working, and begins to  mould and fashion it according to his own will. He kneads and works it, he tears it apart and presses it together again, he wets it and then suffers it to dry. Sometimes he works at it for hours together, sometimes he lays it aside for days and does not touch it. And then, when by all these processes he has made it perfectly pliable in his hands, he proceeds to make it up into the vessel he has purposed. He turns it upon the wheel, planes it and smooths it, and dries it in the sun, bakes it in the oven, and finally turns it out of his workshop, a vessel to his honor and fit for his use.”“O oleiro toma a argila, e a modela de acordo a sua vontade. A amassa e a trabalha. A despedaça, e une os pedaços outra vez. Umedece-a, e depois a seca. A deixa estar por um momento sem tocá-la. Quando está perfeitamente dúctil, continua o trabalho de convertê-la num copo. Dá-lhe forma, e na roda, configura-a e pole-a. Seca-a ao sol, e coze-a no forno. Assim se converte num copo apto para ser usado.” (pág. 471).

O livro está disponível em inglês aqui.A versão em inglês do trecho acima é essa:

“The potter takes the clay and molds it according to his will. He kneads it and works it. He tears it apart and presses it together. He wets it and then dries it. He lets it lie for a while without touching it. When it is perfectly pliable, he continues the work of making of it a vessel. He forms it into shape and on the wheel trims and polishes it. He dries it in the sun and bakes it in the oven. Thus it becomes a vessel fit for use.”

 

Our Father’s House (1871),

de Daniel March

Messages to Young People (1930),

de Ellen G. White (livro póstumo)

“Vi à ave de presa em perseguição de uma tímida pomba. A pomba sabia que o falcão, ao efetuar seu ataque, deve abater-se desde uma altura maior. Assim que a indefesa criatura subiu, em círculo depois de círculo, mais e mais alto, para o céu. Sobre as colinas e sobre as montanhas… tratando em vão de atingir uma altura maior desde a qual possa apressar-se, como um raio, e agarrar a sua presa. Mas a pomba estava a salvo enquanto que continuasse voando a grande altura. Não tinha nada que temer das garras de sua rapina inimiga enquanto não permitisse que nada a fizesse baixar a terra. Mas uma vez que deixasse de subir, seu vigilante inimigo cedo atingiria uma maior altura, e desde ali disparar-se com mortal pontaria para destruí-la.” (pág. 255).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“I have seen the bird of prey in chase of the timid dove. The dove knew that the hawk, in making its attack, must swoop down from a loftier height. And so the defenceless creature rose, circle above circle, higher and higher, toward heaven. Above the hills and above the mountains, and above the morning clouds, the panting fugitive climbed with laboring wing, and all the while the eager hawk went screaming after, striving in vain to reach a loftier height from which to rush down, like a thunderbolt, and seize the prey. But the dove was safe so long as she continued to soar. She had nothing to fear from the talons of her rapacious foe so long as she suffered nothing to entice her back to the earth. But once let her cease to rise, and her watchful enemy would soon reach a loftier elevation, and from thence shoot down with deadly aim for her destruction.”

“Observou Você alguma vez um falcão perseguindo a uma tímida pomba? O instinto lhe ensinou à pomba que, para que o falcão possa agarrar a sua presa, deve voar mais alto do que sua vítima. Assim que ela sobe mais e mais alto no domo azul do céu, sempre perseguida pelo falcão, que trata de obter a vantagem. Mas é em vão. A pomba está a salvo enquanto que não permita que nada a detenha em seu vôo, ou a faça baixar à terra; mas que titubeie uma vez e voe mais baixo, e seu vigilante inimigo se abaterá sobre sua vítima. Uma e outra vez observamos esta cena com interesse, quase sem alento, todas nossas simpatias com a pequena pomba. Quão tristes ficaríamos ao vê-la cair vítima do cruel falcão!” (págs. 103-104)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Have you ever watched a hawk in pursuit of a timid dove? Instinct has taught the dove that in order for the hawk to seize his prey, he must gain a loftier ?ight than his victim. So she rises higher and still higher in the blue dome of heaven, ever pursued by the hawk, which is seeking to obtain the advantage. But in vain. The dove is safe as long as she allows nothing to stop her in her ?ight, or draw her earthward; but let her once falter, and take a lower ?ight, and her watchful enemy will swoop down upon his victim. Again and again have we watched this scene with almost breathless interest, all our sympathies with the little dove. How sad we should have felt to see it fall a victim to the cruel hawk!”

Origin and History of the Books of the Bible (1868),

de Calvin E. Stowe

Selected Messages (1958),

de Ellen G. White (livro póstumo)

“As mentes humanas são diferentes nas impressões que recebem da mesma palavra; e… um homem raras vezes dá a outro, de diferente temperamento, educação, e hábitos de pensamento exatamente a mesma idéia…” (pág. 17).

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Moreover, human minds are unlike in the impressions which they receive from the same word ; and it is certain that one man seldom gives to another, of different temperament, education, and habits of thought, by language, exactly the same idea, with the same shape and color, as that which lies in his own mind”“As mentes humanas variam. As mentes de diferente educação e pensamento recebem diferentes impressões das mesmas palavras, e é difícil para uma mente dar a alguém de diferente temperamento, educação, e hábitos de pensamento, mediante a linguagem, exatamente a mesma idéia que a que é clara em sua própria mente…” Vol. I (pág. 19.)

O livro está disponível em inglês aqui. A versão em inglês do trecho acima é essa:

“Human minds vary. The minds of different education and thought receive different impressions of the same words, and it is dif?cult for one mind to give to one of a different temperament, education, and habits of thought by language exactly the same idea as that which is clear and distinct in his own mind.”

http://obraspsicografadas.org/2012/ellen-g-white-a-mdium-plagiadora-precursora-de-chico-xavier/

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