Quem é, era ou foi São Pedro?

São pedro – Vaticano

CÁTEDRA DE SÃO PEDRO

Abaixo temos o trecho de uma fala, em que o Professor Plinio Corrêa de Oliveira discorre sobre a importância da Cátedra de São Pedro e a festa que celebra o Papado enquanto Cátedra infalível que se dirige ao mundo:

a festa que vai ser celebrada hoje, a festa da Cátedra de São Pedro, é uma festa extremamente oportuna, porque ela celebra o Papa enquanto mestre, ela celebra o Papado enquanto tendo uma Cátedra infalível que se dirige ao mundo e que esta é, de fato infalível. E é portanto a infalibilidade do Papa, por assim dizer, é a ortodoxia, aquilo em que o Papado não erra nunca, que é o objeto dessa celebração de hoje.

A Cátedra de São pedro ou Cadeira de São Pedro

Sabemos que da Cadeira de São Pedro conservou-se quase toda a estrutura, guardada na Igreja de São Pedro, em Roma. Na “Glória” de Bernini existe uma Cátedra de bronze, oca, que de vez em quando se abre e que contém dentro um banquinho, que é considerado como tendo sido a cadeira de São Pedro.

A festa da Cátedra de São Pedro tem em vista este objeto, mas tem, muito mais do que esse objeto, em vista o fato de Roma ser a Cátedra de São Pedro, e o fato de Nosso Senhor Jesus Cristo ter dado a São Pedro uma Cátedra infalível, e o fato dessa Cátedra governar a Santa Igreja Católica Apostólica e Romana.

Estátua de São Pedro
Arnolfo di Cambio, c.1300

Na nave central da Basílica de São Pedro há uma imagem, preta, de material escuro, que representa o Papa. É São Pedro, com as chaves na mão, sentando numa cátedra e com o pé à altura dos lábios dos fiéis. E todos os peregrinos que vão a Roma passam por lá e osculam o pé de São Pedro. O resultado é que com o ósculo mil e mil vezes repetido, o pé de São Pedro está até desgastado. Acho que é o único exemplo na história em que ósculos destroem bronze.Amor sem limites à Cátedra de São Pedro

Com a cátedra ou com o catedrático? Com a cátedra, até morrer, notando sempre que a cátedra nunca está fora do catedrático. E que portanto não se pode ter uma fidelidade abstrata ao papado, que não seja fidelidade concreta ao Papa atual, em toda medida em que ele é infalível e tem o poder de governar e reger a Igreja Católica.Extratos do “Santo do Dia” de 17 de janeiro de 1966

Nós o que devemos fazer hoje? Em espírito, oscular o pé dessa imagem. Quer dizer, em espírito oscular o Papado, em espírito oscular esse princípio de sabedoria, de infalibilidade da autoridade que governa  a Igreja  Católica. E, por meio de Nossa Senhora, agradecer a Nosso Senhor Jesus Cristo a instituição da infalibilidade desta Cátedra, que é propriamente a coluna do mundo; porque se não houvesse infalibilidade, o mundo estava completamente perdido, a Igreja destroçada e com ela o mundo perdido. E também o caminho para o céu. Porque os homens não encontrariam o caminho para o céu se não houvesse uma autoridade infalível para governar.

É por um desígnio soberano de Deus que a cidade de Roma foi escolhida para ser a cidade do Papa. Era uma cidade estratégica, onde o benefício da salvação podia tomar-se mais geralmente conhecido. Daí vem a celebração da Cátedra, que se trata de venerar. Posta no ponto nevrálgico e no centro de influência do mundo, a Cátedra “inoculou” a regeneração católica, a verdadeira fé, e disseminou a Igreja.

Com a cátedra ou com o catedrático? Com a cátedra, até morrer, notando sempre que a cátedra nunca está fora do catedrático. E que portanto não se pode ter uma fidelidade abstrata ao papado, que não seja fidelidade concreta ao Papa atual, em toda medida em que ele é infalível e tem o poder de governar e reger a Igreja Católica.

Quando se fala de Cátedra de São Pedro, alude-se naturalmente ao móvel que constitui essa cátedra. Na Igreja de São Pedro há uma cátedra de bronze, feita por Bernini. Dentro encontra-se o pequeno trono de madeira que São Pedro usava em Roma, e que até hoje se conserva para veneração dos fiéis.

Para entender melhor sobre a cadeira de São Pedro, temos um texto,  retirado da Seção “Excertos”, da revista“Catolicismo” Nº 710, fevereiro de 2010, que diz: 

Simbolicamente, cátedra lembra poder, instituição, Papado, Pontificado. Recorda a continuidade dessa instituição mantida por tantos homens, tão diferentes, que a têm ocupado. Lembra o supremo governo da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana, lembra a cabeça da Igreja. Se as vicissitudes humanas podem dar-lhe brilho maior ou menor, ou até rodeá-la de trevas, essa Cátedra é sempre a mesma. E o supremo governo da Igreja é a sua Cabeça, que sobretudo deve ser amada quando se ama a Igreja.

Portanto, nosso amor à Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana — que é um amor absolutamente sem limites e acima de todas as coisas da Terra — deve incidir especialmente sobre o Papado e a Cátedra de São Pedro, qualquer que seja o seu ocupante. Porque esse é Pedro — a quem foram dadas as chaves dourada e prateada (símbolos do poder espiritual e temporal) — a quem nós, em espírito, osculamos os pés, como expressão de homenagem e de adesão, porque em relação à Cátedra de São Pedro nosso amor, nossa obediência e veneração absolutamente não têm limites. Eis o que é especialmente conveniente acentuar sobre a Cátedra de São Pedro. Disponível em: http://www.pliniocorreadeoliveira.info/DIS_SD_640222_Catedra_de_Sao_Pedro.htm#(***). Acesso em 11/11/2013

A foto abaixo mostra o povo beijando o pé de São Pedro, que representa o papa. Indiretamente, beijando o pé do papa. A intenção é esta mesmo e o texto acima confirma isto. “Nós o que devemos fazer hoje? Em espírito, oscular (beijar) o pé dessa imagem. Quer dizer, em espírito oscular (beijar) o Papado, em espírito oscular (beijar) esse princípio de sabedoria, de infalibilidade da autoridade que governa  a Igreja católica (o papa)

Beijando o pé na Basílica de São Pedro em Roma Haudebourt Lescot-Antoinette Cécile Hortense, no primeiro trimestre do século 19 Museu Nacional do Château de Fontainebleau

Como ensina a Igreja Católica aos seus fiéis, São Pedro não era negro, “Na nave central da Basílica de São Pedro há uma imagem, preta, de material escuro, que representa o Papa. É São Pedro.” Isto é, o material do qual foi feito a imagem é preto e por isto mostra São Pedro negro, mas São Pedro não é negro. 

Todos os hebreus eram negros, era impossível representá-los brancos no início da implantação do cristianismo porque a maioria da população sabia disso. Como se pode conferir nesta bíblia de 1611, São Pedro era negro. E não só São Pedro era negro nesta bíblia como Adão e Eva, os profetas e todos os discípulos.

Temos então outra estátua abaixo, mostrando São Pedro, como todos os Católicos imaginam que ele seja ou era: 

Agora observem quem é o VERDADEIRO São Pedro

Júpiter e São pedro

Estátua em bronze de Júpiter e São Pedro

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Estátua de Zeus de Olímpia, obra de Fídias, escultor ateniense do século V a.C., uma das sete maravilhas do mundo antigo

Estátua de Zeus de Olímpia, obra de Fídias, escultor ateniense do século V a.C., uma das sete maravilhas do mundo antigo (imagem reconstruída desde que muitas obras de arte e templos foram destruídos quando se impôs o cristianismo.

Júpiter era a principal divindade da religião do Estado romano ao longo dos republicanos e imperial eras, até que o cristianismo se tornou a religião dominante do império.

Durante muitos séculos o povo católico vem beijando os pés de Zeus, ou (Júpiter para os romanos). Por quê não usaram a verdadeira imagem de São Pedro? Simples, porque São Pedro nunca foi papa, nunca existiu cátedra de São Pedro, e nunca existiu São Pedro.

Em 1303, diante de cinco arcebispos, 22 bispos, muitos monges e frades, o Papa Bonifácio VIII fez esta declaração notável:

“Não havia Jesus Cristo e a Eucaristia é apenas farinha e água. Maria não era mais virgem do que a minha própria mãe, e não há mais mal em adultério do que esfregar as mãos.” (A História dos Papas, McCabe, ibid.) www.nexusmagazine.com

“O Novo Testamento, a Igreja e o cristianismo, foram todos criação de Calpurnius Piso (Peso pronunciado Peso) família de romanos aristocratas. O Novo Testamento e todos os personagens contidos nele – Jesus, todos os Josés, todas as Marias, todos os discípulos, apóstolos, Paulo e João Batista – são todos ficção.[…] Os Pisos criaram a história e os personagens; eles vincularam a história em um tempo e lugar específicos e eles conectaram a história, com algumas pessoas reais periféricas, como Herodes e Gamaliel, procuradores romanos, etc.  Mas Jesus e todos os envolvidos com eles foram criados (ou seja, ficcional!) caracteres.” Capítulo 1 – The True Authorship of the New Testament by Abelard Reuchlin from The Roman Piso Forum Website.

FONTES:

The vowels are pronounced as in “veto” and “me so”.

Klausner, Joseph, From Jesus to Paul, Macmillan Co., 1943, pp 33-34.

Baron, Salo, A Social and Religious History of the Jews, Columbia Univ. Press, N.Y., and Jewish Publication Society, Philidephia, 1952, vol. 1, pp 170-171.

http://www.pliniocorreadeoliveira.info/DIS_SD_640222_Catedra_de_Sao_Pedro.htm#(***)

http://onceiwasacleverboy.blogspot.com/2013_02_01_archive.html

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